Archive for the ‘do Tib’ Category

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5º sessão da mesa de D&D do Tib

11/11/2009

5º sessão da mesa de D&D do Tib

Dessa vez sem Aline (Bá) e Jackson (Vince), modo NPC: On.

Continuando nossa invasão do forte goblin, Kelvin pega seu cajado e tenta ativar algo que ajude. Ele descobre que o cajado pode invocar uma magia dum jorro de dano, então ele chacoalha o cajado pra lá e pra cá e dispara nos goblins dum dos lados do muro que atiravam flechas na gente. Sai do cajado uns jatos de fogo que explodem os goblins e incendeia tudo naquele lado do muro. Os goblins que tava correndo por lá desistem e resolvem descer pra morrer nas nossas lâminas mesmo.

O cajado do mago moderno

O cajado do mago moderno

Bá encontra os três goblins que corriam pra ela, e depois de arrancar as cabeças de dois deles um ainda tenta fugir mas a cabeça fica. Enquanto ela se esbalda na sanguinolênça que jorra eu passo correndo e trombo os dois goblins que desceram do muro. Fateio um na metade, o outro tenta fugir mas Bá chega dilacerando esse também.

Alaric dispara uma flecha rasgando a cara de um dos goblins do outro lado do muro. Depois tenta atirar de novo mas acaba quebrando seu arco e fica chupando o dedo. Lao Ma entra na treta com o kungfuzêro hobgoblin, porrada pra todo lado, piruetas e gritinhos e tudo equilibrado. Vince dá uns pulos e piruetas numa corda e sobe no muro pegando os goblins de surpresa. Bá corre pelo muro pra pegar os goblins também. Depois de Vince fatiar uns Bá chega e dilacera o resto. É, uma máquina de bater mesmo. Vendo a treta dos monges lá em baixo Bá pula em fúria e aterriza cravando a espadona no hobgoblin, e fica chafurdando no sangue. Depois Kelvin vê que o cinto do hobgoblins era mágico e diz pra Lao Ma ficar com ele.

Kelvin vai libertar uns prisioneiros que tavam por lá. Libera uma maluca histérica mas ele a acalma e põe ela pra libertar mais gente. Enquanto isso eu acho uma casamata graúda toda escura. Imaginando ser um centro de comando ou ponto importante vou checar, não ouço nada, jogo uma tocha lá e vejo várias armas bem lokas penduradas nas paredes e teto. Mais pra frente uma porta aberta. Vou entrando com cuidadinho, começo a ouvir uma voz de alguém invocando alguma coisa grande e malvada. Taco meu machadinho no escuro tentando acertar o que quer que fosse mas nada, jogo a tocha lá e vejo que tem uma escadaria pra baixo. Imaginando que teria armadilhas por lá eu faço guarda pra segurar o que sair dali enquanto meus companheiros de pancadaria não chegavam. Assovio pra eles virem logo.

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Devidamente sinalizado

Depois de terminada a chacina o povo cola lá onde estou, Vince checa por armadilhas e acha uma que eu tinha ativado, ele a desmonta e diz que as armas na parede também tão ligadas a armadilhas, algo a ver com óleo e fogo. Reagrupados vamos descendo. O povo começa a discutir sobre um anel que Vince ficou e que seria melhor se outro usasse, até que Kelvin pega dele mas Vince o rouba de volta sem ninguém perceber. Pergunto sobre os prisioneiros, se a tal filha Claymore estava entre eles, Kelvin diz que tinha uma mina com a descrição dela. Lao Ma volta pra checar a mulé já que ela é rapidona.

Lao Ma cola nos prisioneiros e a maluca histérica termina de soltar a galera. Lao Ma reconhece que a maluca é a tal da Claymore. Fala com ela, conta todo plot, a Claymore diz que ainda tem um camarada dela que foi levado pelos goblins pra sabe-se lá o que e diz que vai acompanhar Lao Ma na treta. Um pivetinho dos libertos fica saltitante com uma gaita. A Claymore pega a gaita e toca musiquinhas pra acalmar a galera. Uma tiazinha que é liberta vem pentelhar Lao Ma, fala umas abobrinhas sobre o céu, Lao Ma vê umas estrelas brilhantes no céu, a tia diz coisas sobre deuses voltando e talz. Entrega pra Lao Ma uns pingentes com uma fênix azul, e depois a tia começa a levitar e some. A Claymore toca mais uma musiquinha e a galera dorme, então ela e Lao Ma voltam correndo pra nos encontrar.

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Nossa encrenca tem até cor

Eeenquanto isso prosseguimos pela escadaria. Chegamos lá embaixo e a voz maluca invocadora continua, só que dessa vez mais umas vozes, um culto de malucos invocadores. Avançamos e vemos um cara de manto branco com desenhos coloridos e uns cultistas genéricos  num círculo de sangue. No chão uma caralhada de tesouros, moedas e tudo mais. Fazendo guarda ali tem um bicho tipo tigrão bizarro, e no alto do cara de manto branco uma gaiola com um cara preso e todo estrupiado, provavelmente um sacrifício. Kelvin analisa toda mistiquice e descobre que tem dois círculos ali, um proibindo o mal de entrar e outro o bem. Além dali parecer um ninho de dragão. Ativamos o modo brucutu e partimos pra porrada.

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E você? Já exterminou um culto maligno hoje?

Vince taca umas facas no tigrão enquanto eu e Bá descemos a porrada nele, e pego de surpresa não resiste a nossa investida e vira patê. Kelvin taca seu jorro de fogo so cajado mas só pega uns cultistas. Eu tiro um dos cultistas do círculo e passo a lâmina nele. Bá corre na loka pra pegar o chefão magão que continua com a invocação mas o cara manda ela parar e ela fica paralisadinha. Alaric atira flechas errantes. Depois o magão dispara um relâmpago que pega Kelvin em cheio fritando o coitado e quase pega Lao Ma que acabava de chegar. Lao Ma corre pra dar uma poção de cura pra Kelvin, eu corro pra pegar o magão, ele dispara uma magia de teia que prende todo mundo, e outro dos cultistas taca uma tocha na gente flambando todo mundo. Os malucos continuam a invocação, a Claymore toco sua gaita que ela roubou do pobre pivetinho e ficamos mais incentivados, afinal heróis precisam de música de fundo pra derrotarem o vilão. Nos libertamos, Lao Ma cola no magão e espanca ele, a magia transfere pra um dos cultistas, eu chego no magão pra ajudar no linxamento mas Vince aparece do nada, com anéis em todos os dedos e espeta o cara por trás matando ele.

A energia da magia é liberada e começa os efeitos especiais pra todo lado. Pulo na gaiola e arrebendo as barras. Lao Ma pula dentro e libera o cara das amarras. Uma mão gigante aparece da energia e segura a gaiola, fica a chacoalhando com o povo dentro. Chamo Vince pra me ajudar a puxar a gaiola mas ele já sumiu, Bá aparece e me ajuda. Alaric tem umas visões com papos zen e do chão sai umas raízes e vinhas que nos prende e nos puxa liberando a gaiolada da mão gigante. Conseguimos tirar o sacrificável de lá, a mão fica putona e vai embora.
maomick01Pego o sacrificável inconsciente, que por sinal é o amiguinho da Claymore, e vou levando-o no colo, noto que ele carrega o tal pomo de prata que viemos buscar. Vemos aquele tesourão sorrindo pra gente e ouvimos o que parecia bastante com o bater de asa beeem grandes voltando pra casa. Saímos no pinote deixando todo tesouro pra trás. No caminho noto que pisei num mecanismo de armadilha, paro imediatamente, entrego o inconsciente pra Bá levar e mando todos correrem dali, digo pra Lao Ma que ela sabe o que fazer caso eu não volte. Quando todos já saíram eu tento sair dali o que termina de acionar a armadilha e muito fogo vem me dá um oi. Lá fora, todos salvos, uma explosão digna do Stallone e fogo pra todo lado. Eis que sai todo poser e flamejante da fogueirinha Haldor O’aknand (eu tá) em câmera lenta. Tiro o elmo e derramo um barril de água dos goblins pra apagar as chamas em mim. Todo torrado, Bá me dá um tapão nas costas pela loucura que eu fiz. hehehe. Emices depois seguimos nossa jornada de volta pra casa.

Passamos na vila do Claymore,  entregamos a filha e o amiguinho e toda tralha que pegamos dos cadáveres. Toda frescurinha do papai Claymore, digo que temos pressa, ele traz o pomo de prata como prometido e as tralhas que pegamos pelo caminho, para que elas fossem usadas por heróis dignos como nós. Bá fala algo de canto com o Toninho Claymore e ele diz que ela será bem vinda a família, ela diz pra gente que vai ficar por lá. Passado o espando, Lao Ma nos conta sobre a maluca dos deuses que vão retornar, Alaric diz que é isso aí mesmo, e Lao Ma diz que a mulher deixou uns pingentes e entrega um pra cada do grupo, o pingente da fênix azul. Kelvin e Alaric entregam a pele do macacão azul que matamos um tempo atrás como tinham combinado e o cara manda eles voltarem outro dia pra pegar sei lá o que. Damos tchau pros Claymore e Bá e seguimos de volta.

Passamos pela torre de Tonk, o magão mestre de Kelvin, e ele entrega o que tinha que entregar e diz que vai aprender mais saindo por aí nas aventuras e que nunca vai esquecer das lições dele e blablabla. Seguimos pra nossa vila e tem um murão sendo construído, altas defesas rolando, chegamos todos posers com nossos cavalões e itens bunitões chamando a atenção de todos. Damos um perdido no prefeito e vamos direto pra minha casa com o pomo de prata. Entrego pra curandeira mas ela num faz idéia do que fazer, então Kelvin faz um chazinho com o pomo que fica todo brilhante e meu pai bebe ficando bonzinho. Mais emices, agradeço a todos e blablabla.

Alguém bate na porta, Lao Ma vai ver e é a mulher que flutuante dos pingentes (ou não, sei lá). Ela entra e nos diz que vai rolar a parada dos deuses e que vamos ter que fazer umas coisa fodas por aí e luzes depois acordamos em nossas casinhas como se nada tivesse acontecido, nada de aventura, goblins, papai doente, itens bunitos e tudo mais. Só uma marca duma fênix estilizada em um lugar visível do corpo. Você não adora quando isso acontece?

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4º sessão da mesa de D&D do Tib

21/08/2009

Nessa o Dib assumiu o ranger Alaric e o Seiya pegou o mago Kelvin. Aparentemente foram mandados caçar um Giralon, um macacão azul de quatro braços, pois o mestre Tonk queria o couro do bicho. Foram os dois passear pelo mato.

Nós, passados os cogumelos maníacos, passei a usar a armadura que pegamos do cadáver do Claymore e seguimos pela caverna até chegar numa floresta, fomos seguindo pela floresta até que achamos umas casinhas abandonadas, deduzimos ser dos anões que trabalhavam na mina que acabamos de sair. Checamos as casa e uma delas tem uma barricada dentro, alguém tentou se proteger de algo lá. Já cansadinhos resolvemos acampar lá dentro, noite tranqüila.

Só faltou o mingau.

Só faltou o mingau.

Na manhã seguinte quando nos preparamos pra sair escutamos coisas vindo lá fora, vemos um bando de goblins bêbados e barulhentos andando, um deles carregando uma espadona e um elmo grandes demais pra ele. Resolvemos seguí-los já que não sabíamos pra onde ir e não entendíamos lhufas de florestas. Lááá na frente Alaric e Kelvin caçavam o macacão, avistam os goblins vindo, Alaric se esconde pra pegá-los de surpresa e Kelvin tenta se esconder, mas parece uma placa de neon de tão discreto. Os goblins aparecem, Kelvin prende uns com uma magia de teia, Alaric dá uma flechada atômica num deles. Os goblins correm loucamente pra atacar Kelvin mas se atrapalham pateticamente e Kelvin dá um golpe de sorte e arrebenta o crânio de um deles com seu cajado. Lá atrás escutamos a zona e nos aproximamos, vemos os dois sumidos tretando, corremos pra pancadaria. Bá e Lao Ma estraçalham o restante, Vince pilha, Alaric mata os presos na teia e eu guardo o perímetro.

Já estamos comendo Goblins no café da manhã

Já estamos comendo Goblins no café da manhã

Então ouvimos algo grande pelas árvores, uns avistam o tal macacão, Vince atira e erra, o bicho vem loko pra pegar Vince, caímos na porrada. Eu, Bá e Vince tomamos umas cacetadas nervosas mas conseguimos sobreviver (providência divina hehe), arrebentamos o bicho, Kelvin e Alaric tiram o couro e outras coisa do macacão, conversamos e Alaric conta que tinha uma dívida com o mestre do Kelvin então teve que sumir. Kelvin analisa as coisas que pegamos na mina, o anel que Vince achou, Kelvin diz que serviria para alguém maior e mais porradeiro, meu machado ele lê a inscrição e descobre que o troço fica elétrico. Legaaal.  Bá resolve usar a Claymore do Claymore que achamos na mina, eu pego o elmo e espada do goblin e descubro que eram do Claymore que achamos. Contamos que estamos caçando a garota Claymore, Alaric acha uma trilha no mato, seguimos a trilha logo depois de descansar e recuperar uns pontinhos de vida na casinha do anão ali perto. Só pra atualizar, chegamos no terceiro nível.

Mais uma vez o Macaco Louco ataca Townsville

Mais uma vez o Macaco Louco ataca Townsville

Chegamos numa clareira de pedra próximo duma caverna. Escutamos um barulho de asas, uns vêem um dragão passando lá no céu, ficamos beeem quietinhos. Depois do bicho sumir completamente continuamos até a clareira. Vince vai na frente e acha uma armadilha na porta da caverna, um jogo de espelhos que ativa a armadilha. Vince tenta desarmar mas falha e toma várias espetadas no corpo e cai moribundo, o povo faz uns consertos e ele pára de morrer, vamos carregando ele pra dentro da caverna.
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Na caverna achamos uns fornos de forja profissionais, fuçamos e achamos um buraquinho na parede escondido por tijolos soltos. Lao Ma entra pelo buraquinho e encontra um esqueleto de anão aprisionado e um pequeno baú no canto. Pega o baú e volta. Sem nosso ladino abro o baú zuando a madeira e desprendendo as coisas. Achamos seis frascos de poções parecidas com a que já vimos antes, de cura. Cada um pega uma, acordamos Vince, eu e Bá tomamos também, as outras Ficam com Lao Ma pra que ela possa distribuir quando for necessário.

Bem vindos ao Spá Goblin Esbelto

Bem vindos ao Spá Goblin Esbelto

Então escutamos coisas lá fora, checamos e vemos dois Monstros da ferrugem caídos feito baratas de costas, aparentemente despencaram lá de cima da montanha. Kelvin nos diz que o bicho zoa metal, então partimos pro alternativo. Bá pega um porretão ali jogado, eu pego o arco do Kelvin. Eu e Alaric atiramos, Bá esmaga e Lao Ma dá vários bicudos que arrebentam os monstrinhos. Continuamos seguindo pela caverna.

Monstro da ferrugem - bichinho sem vergonha

Monstro da ferrugem - bichinho sem vergonha

Chegamos numa escadaria, Vince dá uma tremidinha, só que essa sobe. Ouvimos lá em cima goblins conversando, identifico como conversa de gente treinada, o povo sobe rapidão e eu depois por que minha armadura faria muito barulho e alertaria eles. Surgimos no lugar, quatro goblins guardando um portãozão aberto. Partimos pro arrebento, durante a treta Vince acha uns atiradores no portão, já ficamos espertos, estraçalhamos os goblins só que um consegue correr e passar pelo portão, Lao Ma não consegue impedí-lo (bicho sortudo) e Bá chega e explode o coitado, mas antes ele consegue abrir uma porta. De lá sai um cara vestindo pijama de monge e já encara Lao Ma. Mais goblins começam a vir, só que esses com escudos e conhecimento tático. Corremos pro próximo episódio.

Everybody was kung fu fightiiiiiiiiiiiiiiiiing....

Everybody was kung fu fightiiiiiiiiiiiiiiiiing....

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3º sessão da mesa de D&D do Tib

13/08/2009

3º sessão da mesa de D&D do Tib

Começamos seguindo pro horizonte atrás dos góblins, até um ponto onde nossos cavalos não passariam mais por causa das pedras e talz. Estacionamos muquiadinhos e seguimos a pé. Chegamos num desfiladeiro beeem alto, com uma escadaria xumbrega e imeeeensa nas bordas. Fomos descendo quando nosso hábil ladino Vince tropicou lá no começo da escada e foi aterrisar lá no último degrau, a lá Homer Simpson, e apagou. Chegamos até ele depois da escadaria, lugar escuro pelo sol nem bater lá, neblina e talz. Tentei acordar Vince mas num deu, Lao Ma deu uns trancos no garoto e ele acordou. todo arrebentado, mas acordou.

O temível monstro Escada Atroz, o flagelo dos ladrões

O temível monstro Escada Atroz, o flagelo dos ladrões

Mais a frente notamos uma luz, um fogueira e uma cabaninha de couro, só que o terreno era cheio dumas plantas que pareciam se mover. Suspeitamos que aquele troço fosse perigoso, então Vince foi na frente ver o que pegava. Passou pelas plantinhas esquisitonas e chega na cabaninha. Desarmado, pega um graveto e tenta pegar o ocupante da barraca de surpresa. Encosta o gravetinho nas costas dum cara, ameaça um pouquinho mas o cara nem dá bola, diz ser um místico da natureza [hippie] e tá bem doentão. Ele tá assando um coelho mirrado. Vince volta, nos conta o que pegou e nos guia pelas plantinhas. Uns machucadinhos depois chegamos na cabana.

O Hippie com gripe suína

O Hippie com gripe suína

Conversamos com o tal hippie, descobrimos que ele fazia parte da comitiva dos Claymore que a gente tá procurando. Disse que ficou doente e resolveu ficar ali até melhorar e poder voltar pra cidade. Diz que os Claymores seguiram pra uma caverna ali perto uns dias atrás. Ficamos lá enrolando, o hippie vai dormir, então notamos uns góblins se aproximando, só que esses aparentavam serem profissionais, militarizados e talz. Entre eles um cara maior, um hobgoblin, cheio de pinduricalhos. Logo eles colam e a pancadaria começa. Até tento xingar na língua góblin mas acho que acabo passando uma cantada num deles. O hobgoblin fica lançando magias, Vince pega a maça do hippie. Até parecendo um grupo nós arrebentamos os bichos. Pegamos uma graninha mixuruca e os equipamentos deles apesar de bons não servem pra gente pelo tamanho. Achamos uma poção de cura mirrada que me deu uns pontinhos a mais.

Ainda aprendo a xingar na língua goblin

Ainda aprendo a xingar na língua goblin

Descansamos e levantamos de manhã, deixamos o hippie e fomos pra caverna. Tudo escuro, achamos umas tochas nas paredes, acendemos e fomos seguindo. Achamos uns carrinhos de mineiro com escritas anã, Lao Ma deduz serem anões que seguiam uma deusa malvada. Chegamos num salãozão com teto escorado por vigas de madeira. Numa das vigas um corpo empalado todo armado. Vince vai fuçar e um vermão cheio de tentáculos cai perto dele, solta uma gosma e Vince fica paralisado. Partimos pra pancadaria mas Bá desce o sarrafo no bicho na joselitagem, umas espadas nervosas e pronto. Pilhamos o mano empalado, Vince descola um arco com brilhinhos, mágico, eu um machado que tem uns inscritos em dracônico, possivelmente mágico, pegamos um medalhão com o nome do empalado, uns dinheiros, e num sei se tinha algo mais. Seguimos.

Melecas e Tentáculos - o que mais um aventureiro quer?

Melecas e Tentáculos - o que mais um aventureiro quer?

Chegamos numa sala gelada, uma fonte no meio com uma gárgula em cima. Umas inscrições anãs, aparentemente algo sobre a água da fonte que protege os servos da deusa malvada. Vince vê um anel no fundo da fonte, vai pegá-lo mas resolve ser mais cauteloso, pega-o com uma flecha e fica testando, resolve por no dedo mas nada acontece de especial [que tenhamos percebido].

Continuamos por um túnel até umas grades forçadas pra dentro. Passamos e chegamos numa sala onde um corpo está jogado num altar e rodeado por cogumelos grandões. Taco minha tocha do outro lado da sala pra enxergarmos melhor. Muito desconfiados Vince laça o corpo e eu vou puxando, assim que o corpo sai do altar vários cogumelos estressados caem do teto e vem pra cima da gente. arrebentamos a cogumelada, as flechas do novo arco de Vince saem fogo. Apanhar de texugo tudo bem, mas de salada ninguém merece… Então vemos que o limo que tinha no altar desceu e tá crescendo, aparentemente se alimentando do calor da tocha. Lao Ma tenta pular o bicho e pegar a tocha mas num consegue, Vince taca água no bicho e ele afasta. Pegamos água na fonte e o bicho se encolhe denovo.

Acho que esse não é aquele que dá vidinha extra.

Acho que esse não é aquele que dá vidinha extra.

Checamos o cidadão que puxamos e é um dos Claymore, pelo anel que ele tem. Pegamos o anel, mais uns dinheiros, uma pérola branca e uma preta, uma armadura legal e um espadão Claymore. Mais caminho pra frente, seguimos atrás do Claymore restante e dos goblins safados.

Claymore -  espadinha sem noção

Claymore - espadinha sem noção

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2º sessão da mesa de D&D do Tib

07/08/2009

Seguimos pela florestinha malvada, de boa o dia todo, à noite paramos numa clareira pra descansar. Bá e Lao Ma fizeram o primeiro turno de guarda. Quase no final do turno elas ouvem algo se aproximar no mato, aparecem três texugos atrozes (pensei que nunca diria isso) muito estressados e vem pra cima das minas. Elas nos chamam mas continuamos bodeados babando, elas partem pra pancadaria. Depois eu acordo e me junto a treta, sem armadura e escudo, só com o machado. Até acerto um golpe, mas tomo umas bordoadas e caio. Vince acorda e entra no combate, mas num serve pra nada. hehe Bá faz um home run com um dos texugos, eliminando-o. O povo faz montinho num outro, e o último cai pateticamente na fogueira e sai correndo flambado. Finalmente os três são eliminados.

Putz, apanhar de texugo é fim de carreira

Putz, apanhar de texugo é fim de carreira

Lao Ma faz uns curativos em mim, que não ajudam nada. hehe Bá começa a fuçar na área atrás de mais ameaças e encontra uma toca, provavelmente dos texugos. Vê um brilho dentro, cutuca com a espada, ouve barulho de vidro, começa a puxar com a espada (ô coragem) e vem um frasquinho todo trincando. Ela pega com cuidado pra não despedaçar e entrega pra Vince, que deixa o frasco se despedaçar e o líquido vai pro chão. Resolvem me dar o q sobrou, recupero o suficiente pra parar de morrer. Voltamos a dormir, ou eu que continuo né, e Vince fica de guarda, nosso ranger nem acordou com a zona toda, tava exausto.

Acordamos de manhã, o Ranger prepara o café, percebe que estou ferido, contamos da treta da noite, ele refaz o curativo, seguimos pela floresta. Quando já avistávamos a torre do Tonk, o mago que a gente tava indo atrás, vemos um carinha ao longe no nosso caminho, todo poser com um cajado. Reconhecemos ser Kelvin, nosso amiguinho de infância que partiu pra virar aprendiz de Tonk. Chamamos e ele nos reconhece, principalmente Vince que costumava dar uns tapas nele. Falamos da treta que rolou na cidade e o que viemos fazer, ele diz que o mestre dele, Tonk, foi comprar cigarro e nunca mais voltou. Diz que tá indo pruma vila ali perto que tem um tal de Pomo de Prata que cura qualquer coisa, com uma mercadora chama Perla Claymore, vamos junto com ele.

Kelvin - nosso maguinho sem vergonha

Kelvin - nosso maguinho sem vergonha

No caminho encontramos uma carroça virada com ratões comendo uns corpos. Afasto os ratos e Lao Ma e Bá tiram os corpos de lá pra darmos um fim mais legalzinho pra eles. Os ratos encrencam, matamos eles (com um certo trabalhinho…) e Lao Ma faz os ritos fúnebres e botamos fogo nos corpos.

Chegamos na vila quase antes do portão fechar. Os guardas nos dizem que também foram atacados por goblins. Eu, Lao Ma e Vince vamos pro templo, Bá e Kelvin vão pra taverna, e Alaric, o ranger vai encontrar um antigo amigo. No templo somos recebidos por uma gnoma de cabelo rosa parecendo as orelhas do Mickey. Ela diz que vai me ajudar, mas eu tenho que deixar armas e armadura do lado de fora, tiro tudo e entro. Lao Ma entra pra rezar, Vince vai atrás de encrenca na taverna.

Ok, talvez ela não estivesse tão feliz assim em nos ver

Bá e Kelvin entram na taverna, Kelvin pede um quarto mas é tratado com desprezo e medo, ele faz menção de pegar algo na pochete e várias espadas aparecem no pescoço dele, ele então põe as mãos nas mangas e “espirra” espalhando um pó que bota todo mundo pra dormir. Depois pede com jeitinho e ganha um quarto. Bá fica pra arrumar encrenca. Vince chega e fica se enturmando, tentando roubar algo. Um tiozão cola em Bá e começa a xavecar, chama-se Antônio Claymore, um riquinho local. Fala umas abobrinhas e no fim leva Bá pros finalmentes. hehe

Antônio Claymore - parece nome de ator pornô medieval

Antônio Claymore - parece nome de ator pornô medieval

Vince arruma encrenca, acaba ameaçando o taverneiro e a taverna toda começa a persegui-lo. Ele se esconde no templo. Enquanto a turba enfurecida o chama pra fora do templo eu acordo enquanto a gnoma está me curando. Ela diz que deu bosta e que o templo foi violado. Eu e Lao Ma vemos Vince lá escondido. Lao Ma pega as armas dele e joga fora, eu mando a turba pra casa, mas prometem matar Vince se o virem de novo. Aparentemente gnomos tem uma missão na vida e a dessa gnoma era evitar que entrasse armas no templo. Se Fo deu. Há! Dormimos quentinhos, a gnoma nos diz onde encontrar a Perla e no dia seguinte a gnoma sumiu.
EPIC_FAIL_by_Lavender_IceBá, no dia seguinte, conversando com o tiozão Claymore, o cara oferece ajuda na missão de Bá e ela diz que ele pode arrumar uma grana pra ela. Toninho olha com desprezo, deixa uma grana e vai embora. Bá percebe que se expressou mal, deixa a grana lá e vai embora. Trombamos ela lá fora, indo pra casa do Claymore atrás da tal Perla. Voltamos pra casa do Toninho Claymore, perguntamos sobre a Perla, descobrimos que era a esposa dele que morreu há três anos, dizemos do pomo ele diz que foi roubado pelos goblins e que os filhos dele foram atrás dos goblins e não voltaram. Diz que se acharmos os filhos dele, ou os anéis que eles usavam, vamos ganhar uma grana e o pomo. Topamos, ele diz que podemos procurar ajuda com o taverneiro.

Na taverna, o taverneiro nos diz onde os goblins deve estar, ali num picos próximos. Diz dum mago que foi atrás do goblins e nunca mais voltou. Comentamos dos mortos que achamos na estrada e ele diz ser parente do Toninho Claymore, diz que vai dar as notícias pro amigo (esse é azarado hein…). Perguntamos do Kelvin que tinha ficado ali, ele nos diz que mandou o cara pruma lojinha ali perto. Chegamos à lojinha e no mesmo instante vemos Kelvin e Alaric se teleportando com um pergaminho. Perguntamos pro cara da lojinha e ele diz que os dois foram chamados pelo mago Tonk fio-duma-égua. Resolvemos partir em busca dos goblins né…
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1º sessão da mesa de D&D do Tib

24/07/2009

1º sessão da mesa de D&D do Tib

Estou como o guerreiro Haldor Oaknand, a Pri como a monge Lao Ma, a Aline com a bárbara e o Jackson com o ladino Vince. Somos todos humanos de 1ºnível.

Começo chegando duma caravana que foi levar umas tralhas que me papai ferreiro fez. Chego em casa e descubro que papai tá doente, a curandeira diz que ele foi afetado por algum troço bizarro que ela não consegue consertar, talvez um mané misterioso, alguma-coisa O Azul, mago que vive além da Floresta Amaldiçoada da Caveira Negra das Sombras Sombrias Matadora de Personagens. Digo que vou atrás do cabra, assim que arrumar um guia pra floresta.

Vince chega no açougue pra enrolar mais ainda a dívida do pai dele. O açougueiro fica putão, Vince sugere fazer uns trampos de segurança pra pagar a dívida mas o cara dá umas indiretas sobre falta de confiança em Vince e seu pai. Joga uns xavecos de mindingo e acaba ganhando um pedaço de carne grátis já que o açougue sempre pode contar com o fornecimento de carne dos bárbaros da aldeia vizinha.

Que mané Dragão, no 1º nível temos que derrotar açougueiros mesmo.

Que mané Dragão, no 1º nível temos que derrotar açougueiros mesmo.

Bá é enviada por seu pai até a vila pra comprar coisas e informar o açougueiro que não poderão mais fornecer carne pra eles pois seu gado anda morrendo de causa estranha. Bá chega no momento que Vince está saindo correndo, dá as más notícias pro açougueiro que já manda a esposa dobrar o preço das carnes que tem ali. Até um pivetinho aparece pra comprar carne mas o açougueiro dá um perdido nele.

Lao Ma é enviada por seu templo pra levar uma cesta de frutas pro meu pai pra agradecer coisas que ele fez pelo templo. Ela tromba eu meio transtornado, recebo a cesta e informo da situação de papai. Ela se oferece pra ajudar no que puder, digo que vou atrás dum mago na floresta e que ela pode me acompanhar. Ela fica de checar com seus mestres se tá liberada pro passeio. Na volta tromba Vince, cumprimentam-se rapidim e seguem seus caminhos.

Vince chega em casa e entrega a carne, inventa de rolar um ensopadão mas tão sem os legumes, Vince vai até Lao Ma pra tentar descolar uns di grátis. Tenta jogar um xaveco mas Lao Ma saca, mesmo assim dá uns legumes, uma mandioca, um pepino, um nabo, mas seu mestre percebe a indireta a dá uma cesta com legumes menos safados, além de dar uma bronquinha em Lao Ma.

Vou até a fazendo do caçador atrás de um guia. Chego lá e vejo o lugar pegando fogo, uma olhada rápida e vejo uma mulher e uma crianças mortas, além de um bando de góblins zoando tudo. Corro pra avisar a vila e buscar ajuda. Passo pela aldeia dos bárbaros e aviso o que tá rolando. O barbarão pai de Bá manda um pivete avisa a vila e manda eu ir com ele pra pancadaria. Bá se junta a nós, seus pais se teleportam pra cima duns cavalos fodões e vamos pra pancadaria goblinóide.

Papai e Mamâe Bárbaros

Papai e Mamâe Bárbaros

Chegamos na fazenda e o barbarão já sai descendo a lenha nos goblins, a barbarona taca milhões de flechas, Bá cobre a mãe dela e eu vou pelo outro lado. Fico lutando com três góblins, um deles que consegue me acertar, o Zonfas (ou era Zorbas?),  tem seu nome gritado em coro pelos outros góblins. Depois de muitos ataques miseráveis consigo derrotar meus góblins. Bá arranca vários bifes dos bichos, tritura sua cota, mesmo tomando umas bordoadas.

O poderoso ZONFAS! ZONFAS! ZONFAS!

O poderoso ZONFAS! ZONFAS! ZONFAS!

Vince e Lao Ma vêem o incêndio e vão correndo, junto com um porrilhão de monges com baldes d’agua. Chegam e entram na treta, uns monges vão apagar o fogo da fazenda, um vai pra pancadaria e acaba morrendo. Outro é mais fodão e arrebenta vários. Lao Ma fica protegendo os monges bombeiros. Vince fica correndo pra lá e pra cá, acaba tomando uma cheia e quase morre se Lao Ma não o ajudasse.

Liderando os montes de góblins tem um hobgoblin cavalgando um lagartão e cercado de góblins shamans. Os shamans disparam uns mísseis mágicos no barbarão mas nem tchuns, o hobgoblin vai pra cima dele mas o lagartão fica com medinho e se recusa, então o hobgoblin vai a pé mesmo, o barbarão transforma o hobgoblin em mingau, a barbarona atira uma flecha mágica que solta uma explosão sonora que derruba os shamans. O barbarão termina o serviço e ficamos de boa procurando mais alvos.

Góblins Shamans - Seeeempre tem esses putos né?

Góblins Shamans - Seeeempre tem esses putos né?

Avistamos mais góblins e partimos pra cima, gritamos loucamente intimidando-os, eles começam a fugir, grito pra pegarem prisioneiros. Eu e o barbarão falhamos miseravelmente mas Bá e a barbarona consegue pegar uns. Lao Ma consegue nocautear um mas Vince atravessa e mata o bicho.

Vamos checar a situação do lugar, recolhemos a bagunça, pilhamos, Vince pega uma grana escondida mas Lao Ma e o barbarão percebem, Lao Ma fica pressionando Vince a devolver mas ele fica se desviando. Até que chega o nosso cumpadre Ranger da floresta com a caça nos ombros, vê a zona e seus pais mortos. Fica putão, consolamos ele e dizemos que vamos passear na floresta e que ele pode vir junto. Dizemos dos prisioneiros mas ele mata todos, nos preparamos pra viajem.

Alaric - O ranger atrasado

Alaric - O ranger atrasado

Lao Ma volta pro templo e consegue permissão pra passear, Bá volta pra aldeia e pega uns cavalos pra galera. Eu volto pra vila e vejo que também foi atacada. Passo na prefeitura e dou a grana da pilhagem pra eles contratarem músculos e fortalecer a cidade, o prefeito fala que já que vamos falar com o tal mago pra exigir que ele cumpra com o acordo antigo, que a gente não faz idéia do que seja. Todos nos avisam que esse mago é zuado e pra tomar cuidado com ele. Pego umas tralhas do meu pai pro mago checar se tem macumba neles também. Nos trombamos de volta na fazenda, Bá traz os cavalos. O barbarão pega a sela do meu cavalo e põe um cavalão 4×4, Lao Ma vai no cavalinho mas ele rejeita ela, Bá fica com o dela, Vince encrenca e mando ele vir comigo enquanto Lao Ma vai com Bá.

Armados e perigosos partimos pra aventura!
Tãnããã tãnãnãnãnããããã…..