Archive for the ‘Exalted’ Category

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9º sessão de Exalted do Seiya

19/03/2010

9º sessão de Exalted do Seiya

Lá na cidade, SDS bolava um plano pra libertar os malacos dragonblooded do xilindró. Passou pra eles uns trecos tipo comida e utensílios. Durante a noite eles usaram as tralhas pra vazar matando os guardinhas. Dois deles, uma mina do elemento ar e outro cara do elemento terra, encontram SDS, conversam e fogem da cidade. Um outro dragonblooded bêbado com o vinho que SDS deixou pra eles na cela é preso pelos guardas de novo. SDS sai da cidade na surdina pra encontrar os dois.

Fingindo ser uma pessoa normal ela viaja com os dois. No caminho ela encontra o camarada dragonblooded dela, o carinha do elemento fogo, tomando banho numa cachoeira. Sem- vergonhices depois eles se juntam ao resto e esse cara vira o líder dos dragonblooded por ser o único líder que sobrou e por ele ser um ótimo porradeiro. Seguem correndo, SDS acompanha o cara de terra que é mais lento e tá machucado. Ela fica tendo desejos e vontades de sugar o sangue do cara mas resiste. O cara do fogo deixa ela sugar um pouco do sangue dele pra ela se manter controlada. Ela conta que tava andando com a gente e que pedalammos os camaradas dragonblooded dele. Mostra o brinco que eu dei pra ela, um dos que peguei daqueles dragonblooded de planta. O cara fica de boa.

E a gente lá na Wyld, continuo na luta com o fadinha. Lirien vai movendo DoL como uma bola de circo, rolando ele com os pés. DoL continua rezando pro deus macintosh pra fazer a magia dele. Lá na treta o fadinha sopra a flautinha e convoca uns lobinhos ou coisa assim pra me pegar. Eles fazem montinho em mim mas param no meu EVA/armadura. Agarro o fadinha e o soco até virar massinha. Fico berrando pra zoar os efeitos de som dele. DoL chega e dispara sua magia criando uma área de estabilidade no local.

Programação do windows

Enquanto estou segurando o resto de fadinha uma voz vinda de todo o lugar manda eu parar. Conversamos com a voz, aparentemente é uma fada bem mais foda que imaginávamos e aquele era só um homunculu dele, só um bonequinho. O fadão diz que pode negociar com a gente, oferece deixar a gente onde quisermos se conquistarem de volta um castelinho dele que tomaram. Eu mando ele catar coquinho e vou embora, Lirien vem comigo.  DoL aceita.

Saio com Lirien da Wyld. Saímos numa caverna. Montamos acampamento e chamo um espírito do local pra conversar e a gente ficar de boa. Aparece uma cobra, ela escreve no chão que somos bem vindos e vai embora. Então uma voz graúda fala conosco, aparentemente um espírito fodão protetor da cidade e região. Diz que é o cara que faz as histórias acontecerem. Pedimos pra ele contar algo mas ele num tá muito afim, então Lirien fica tocando sua flautinha. Mando uma mensagem via magia pra SDS dizendo que vamos encontrá-la.

Depois de descansarmos partimos pra encontrar SDS. Viro um cavalo pra Lirien montar e vamos. Encontramos SDS junto dos Dragonbloodeds, deixo Lirien e volto pra caçar os fadinhas. Elas ficam fofocando. Sei lá como mas o papo desemboca em contar pros DBs que elas são exaltadas e entram pro grupo deles como mercenárias. Ok…


DoL é levado pelo fadão até o tal castelinho. Ele arrebenta todo mundo e libera o local pro fadão. Como recompensa ele é deixado em algum canto do mundo quando percebe que aquela base militar que encontramos um tempo atrás me disse um monte de abobrinhas e que ele só conseguiu entender agora, a mensagem era que o tal do Olho de Autocton que DoL tanto procurava tava naquela base. Quando se toca ele volta pra outra base pra reportar que achou o tal Olho.

No caminho ele encontra um Sideral que ele já conhecia. Ambos entram na base, DoL se pluga nos sistemas mas percebe que a coisa tá com vírus. Arrebenta os cabos antes de comprometer alguma coisa e vai pro núcleo da base pra destruir tudo. Ele e o Sideram vão arrebentando as paredes até chegam ao núcleo. Muita energia depois e tudo explode. A intensidade do feito faz a aura de DoL brilhar tanto que metade do mundo vê. Ele sai voando com o Sideral capotado de volta pra sua própria base se consertar e contactar Autocton. Eu voando na minha carruagem de fogo vejo a aura do DoL e vou checar. Vejo ele entrando na base dele, vou seguindo. Entramos, todos vão pro conserto.

Notou como somos discretos?

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8º sessão de Exalted do Seiya

25/02/2010

8º sessão de Exalted do Seiya

Depois de sair da base autoctonian que foi apagada de nossas memórias eu fui resolver aquele probleminha com a feiticeira destatuada, enquanto isso o resto do povo vai atrás de jade.

Chego na cabaninha da tia e ela tá passando mal, precisa ser tatuada logo. Explico pra ela sobre as castas e ela não escolhe nenhuma. Fico analisando-a pra ver em qual casta alocá-la quando aparece Luna pra falar comigo. [num sei até que ponto isso é normal nesse jogo]. Ela fala que só não escolheria a casta dos porradeiros pra tia. Fala mais abobrinhas e vai embora. Eu enrolo e resolvo tatuar a casta dos Changing Moon pois ela disse que se daria ao máximo em qualquer que fosse a missão dela.

Luna - a Patroa

Assim que termino e tudo se assenta o macho dela é arremessado pra dentro da cabana com uma bela flechada no peito. Avisto dois Dragonblooded e mais uns escravos lá fora. Pego a tia e o flechado, fico na forma grandona e salto dali protegendo-os enquanto a cabana é esfacelada por vários chakrans [aquele donuts da Xena] arremessados pelos dragõezinhos. Assim que aterrisso e ponho os dois no chão já dou tapões nas árvores ali pra que elas girem pela área pegando tudo no caminho. Um delas explode os escravinhos, mas a mina Dragonblooded pula e corre pra me enfrentar. O outro cara segura a árvora no peito como se fosse nada. A mina taca os montes de chakrans mas eles ficam todos no meu pêlo. Digo que vou deixá-la em tantos pedaços quanto chakrans que ela jogou. Corro pra ela dando um rugidão que a manda longe mas o cara a segura. Continuo correndo e agarro os dois, enfio minha tromba pela boca da mina e arranco o coração dela.

Faço cara de psicopata pro cara que sobrou enquanto como o coração da mina. O cara me dá murros mas pára no meu couro. Porém os golpes dele tem uns efeitos bizarros que fazem meus pêlos caírem onde ele acerta. [Imagino que esse troço me machucaria bastante se eu tivesse falhado na resistência] Esmurro o cara mas ele aguenta, então arremesso ele pra cima. Noto que quando tiro ele do contato com o chão ele deixa de ter toda aquela força. Ele desce no chutão enquanto eu subo no gancho. Neutralizamos um ao outro, eu corro e vou a esmurrá-lo até que ele pedala. Descubro com ele um pergaminho que tem cara de ordem de caça. Vou procurar o casal feliz e os encontro numa moitinha fazendo coisas. O cara diz que tavam caçando ele mas agora já podem se cuidar.Pra agredecer a tia me dá um medalhão que aumenta minha proteção contra Wyld. Largo eles no pé da montanha e vou encontrar o povo.

SDS, Lirien e DoL vão voando até uma área que está estranhamente fria demais. Sentem o distúrbio da Wyld e depois uma presença Wyld bem forte por lá. Investigam um pouco e resolvem deixar pra lá. Os encontro no caminho. Conversamos, digo que tenho que ir socar o bicho da Wyld que tá aterrorizando aquela região que passamos meses atrás [se bem que já deve ter morrido todo mundo né…] e chamo eles pra me acompanharem. SDS num quer ir de jeito nenhum, Lirien num tá muito afim, DoL ensina pra elas umas técnicas de combate. Vamos até outra base autoctonian, DoL descola armas e video-aulas pras minas. Lirien decide nos acompanhar enquanto SDS fica numa cidade grande feliz.

Na cidade SDS fica passeando pra descobrir o que tá rolando por lá e encontra uma jaula com uns dragonblooded presos que ela conhece. Todos bem estrupiados, faz amizade com uma mina que oferece uma boa grana pra SDS ajudá-la a fugir dali e matar um dos dragonblooded banana que tá jaula. SDS topa e vai atrás de como soltá-la.

Já nós vamos praquele pedacinho de Wyld socar quem quer que estivesse lá. Vamos andando e minhas tatuagem me protegem dos efeitos, mas DoL e Lirien ainda tomam e tem suas percepções distorcidas. DoL pára pra fazer magia, mas ele vai ficar parado um tempão, então sigo sozinho enquanto Lirien protege DoL (!). Sigo até onde a presença é mais forte e escuto musiquinhas de elevador. Procuro o cabra e o acho escondido numa árvore. Vou pra cima mas o erro. Ele usa a flautinha dele como zarabatana e me acerta uns dardos que me machucam bastante mas regenero rapidão. É, devia ter me preparado melhor pra essa treta. Aciono meu warstrider, o robozão que descolei um tempão atrás (lembra?). Enquanto Lirien tem que se virar com bichos bizonhos da Wyld que vão aporrinhar DoL.

Próxima sessão: espancando fadinhas frígidas

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7º sessão de Exalted do Seiya

25/02/2010

7º sessão de Exalted do Seiya

Ainda na caverna/mina/monstrão, eu continuo minando. Lirien e SDS chegam a uma sala enorme com uma lâmina enorme passando por metais. Sem muito o que fazer por lá voltam. DoL encontra essa sala vindo por outro caminho, fica xeretando. Eu ouço passos e vou checar, encontro as duas, voltamos pra parte do veio de prata. DoL resolve investigar explodindo coisas, muitas luzes e raios pra todo lado.

Notamos que há algum bicho bem grande passeando por trás das paredes. Achamos coisas escritas nas paredes. Uma língua bizarra, Lirien pega umas palavras, DoL lê e descobre que ali tem segredos dos Autoctonians. Ele começa a copiar mas tudo começa a tremer e o bichão que tava passeando resolve vir nos cumprimentar. Aparece um vermão gigante tentando nos engolir. Eu  pego Lirien e SDS e saio dali atravessando as paredes e andares [FUCK YEAH!] até um local mais seguro e próximo da saída. DoL parte pro arrebento, dispara um ultimate pipocão mas o bicho absorve a energia e a usa pra cresceeer. Depois abocanha DoL que fica esmurrando as coisas dentro do verme. Eu venho correndo e boto um pânico no bicho, já chego sentando o murro mas ele guenta bastante. DoL descobre que o poder do vermão absorver energia é um plugin que instalaram nele. DoL acha onde está instalado e começa a chutar. Poooorém atrás do plugin tem uma mega bateria, e se algo danificá-la pode rolar uma explosão consideráááável. Bem, umas bicudas bem dadas e DoL acerta o bagulho…

Vermes gigantes - bombando na tabela dos encontros aleatórios

Eeeenquanto isso, SDS e Lirien caminham pra saída quando são abordadas por um cara branquelo de manto. As duas reconhecem como um Abyssal. O cara começa a falar abobrinhas sobre sofrimento e tortura pra pobre Lirien, e conforme caminha esqueletinhos surgem do chão. [Ele não recebeu o memorando sobre ninguém poder ser mais poser do que eu]. Então correndo loucamente vem um Solar de armadura brilhante e vai atravessando os esqueletinhos. O branquelo promete voltar e some. O brilhante chega nas duas, conversam, só mais um maluco aleatório no caminho. Então começam a sentir um tremor no local todo.

Já devo ter visto mais abyssais que gente nesse mundo

Lá no vermão, eu e DoL conseguimos abrir a bocona do bicho. Vendo que o troço ia explodir fodamente pulei, gastei toda minha energia pra ativar meus poderes de defesa e envolvi a bateria numa carapaça prateada. Segurei o tranco, só o vermão que se lascou. DoL abre caminho pra fora, eu abro caminho pra dentro. Acho os quarenta corações do bicho, acho o que tem essência e começo a comer. Agora posso assumir a forma de um vermão de 40m. Há! No estômago do bicho achamos muitas tralhas de invasores que o verme devorou e que resistiram a corrosão do estômago [e o mestre ainda vai bolar o que a gente achou]. Ligo a visão espiritual e começo a falar com o espírito do verme. Ele diz ali era uma base dos Autoctonias e que ele tava guardando o local dos invasores Dragonblooded. Ele diz que tem um troço importante mais a frente que precisa ser protegido e me dá o caminho.

DoL vai pegar as minas. O Solar brilhante fica todo abobado com o robozão gigante. Seguimos pelo caminho indicado, que por coincidência é um veio de essência. O veio desvia e nós continuamos reto até chegarmos num local todo tecnológico, com robozinhos e máquinas passando pra todo lado. DoL se conecta com o local e descobre que aquilo tudo ali é um Autoctonian fodão. O tal diz que DoL terá que apagar nossas mentes. Lirien tira um bloquinho pra escrever mas um laser o desintegra. DoL avisa que terá que apagar nossas mentes, então uso meu poder de contar historinhas pra bolar uma memória joinha pra tapar o buraco da memória roubada. Ficamos enrolando na biblioteca enquanto DoL fica brincando com os softwares. Reconhecemos a biblioteca como sendo uma biblioteca ultra fodona de antigamente que se pensava ter sido destruída. Lemos coisinhas legais, a outra vida de Lirien baixa ali pra fuçar nos livros. Eu converso com a minha outra vida passando coisinhas legais pra ele me repassar depois de ter a memória apagada. Terminado os trampos de DoL ele limpa nossa memória, além de ver todas coisas que fizemos nos últimos anos, tipo a SDS sendo responsável pela exaltação da Lirien e coisas assim. Saímos abobados de lá.

Nem queria lembrar disso meeesmo...

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6º mesa de Exalted do Seiya

21/01/2010

6º mesa de Exalted do Seiya

Nessa o Angelo voltou com o DoL, o robozão, mas sem um braço que ainda não regenerou. E teve a Paula como Lirien, uma Solar flautista e que tava andando com a SDS.

DoL fica sabendo que as duas foram pra direção duma bisonhice cósmica então foi atrás. Chega dando susto nas duas que fogem até que ele consegue segurá-las e conversar. Descobre que Kalini foi morta pela DragonBlooded do Kauê, SDS e Lirien estão indo pruma mina caçar jade branco. Na área tem a bisonhice cósmica, ele pega as duas e voa até a mina pra evitar a área.

Eu vôo de carroça turbo e chego na mina, vejo uma chama prateada de essência pura no meio da montanha, desço pra investigar, acho um templo com escritas bizarras. Vejo o resto do grupo chegando, nos reunimos, contamos as novas e seguimos pelo templo. SDS sente-se estranhamente bem no lugar (mau sinal). Conforme entramos percebo fodamente [13 sucessos…] que o lugar é uma armadilha, cheio de ligações malandras. Passo pro povo, as minas saem do templo, DoL explode tudo dando um curto na armadilha, as minas voltam.

Essêêêêência...

Vamos andando, achamos uma sala com um altar, e uma bolinha de sombras, um espírito. Vou falar com ele e o safado me engloba tentando me corromper. Eu devolvo om favor e tento corromper (ou salvar) ele. DoL dá uns disparos e Lirien faz seus ugabugas que enfraquecem o bicho até que ele é pedalado e some.

Notamos um buraco embaixo do altar, além de caminho pra frente. Discutimos sobre o que fazer, jogamos luz no buraco e vemos que é bem fundo. Percebemos que é uma saída de exaustão, e que fica logo embaixo da chama prateada. Vou lá checar a chama mas num dá em nada. Descemos o buraco e chegamos numa sala enoooorme. Lá acho uns escritos na parede, a história de Luna achando a prata pra tatuar e talz, e lá acho um veio de prata e vou minerar. SDS acha uma caixa, ela sente familiaridade com o local, abre a caixa e acha um chicote legal que ela pega. O povo investiga e acha uma alavanca e uma porta, mas ignoram.

Descem por outro buraco, dessa vez um local mais cavernoso com caminhos, o povo vai explorando até que a coisa começa a esquentar, literalmente, e saem. DoL vai até o fim e acha um veio de lava. Ao que tudo indica o local todo era uma forja que foi abandonada há uns anos. Eles sentem brisas estranhas também. Pra mim estamos dentro de algum bicho bem grande, mas vai saber né, minar, minar, minar…

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2º mesa de Exalted do Angelo

21/01/2010

2º mesa de Exalted do Angelo


Nessa o Hugo entrou como um monge Cathak, do elemento terra.

Quando cheguei (é, cheguei mais tarde) o povo já tinha encontrado o Cathak e contado das nossas estripulias passadas. Estamos na casa de Huang ainda, nos apresentam, discutimos sobre como proceder pra achar a mina que nos contrataram pra achar. Como a família do Peleps é famosa pelos barcos deixamos ele cuidar do transporte. No meio da discussão levantou-se a idéia de trabalhar pros Anátemas (os exaltados que não são dragonblooded) e eu fiquei obviamente pensativo, então o Cathak se estressou e veio me questionar. Deu murros na parede desabando-a e metendo banca na galera, Huang ficou putão e talz. Só felicidades…

Até que uma luz azul brilha lá fora e algo grande e peludo vai entrando pela parede, rosnando e babando. Eu e Ledaal saímos correndo e o resto vai pra porrada. Pancadaria rolando. Huang taca flechas, Peleps e Cathak colam no bicho e dão uns bicudos. Eu atiro meu chapéu fazendo uma cortina enrolar no cara tapando a visão dele e deixando o chão escorregadio. mais porradas, então meu chapéu volta, dou um pulo usando ele como suporte, dou piruetas, corro pelo teto chegando em cima do bicho e desço com umas espadada nas costas abrindo um talho, então meu chapéu volta e crava no peito do infeliz derrubando ele. Sou o ranger vermelho pô, tenho que ser poser.

Imagina as pulgas desses Lunares

O bicho começa a voltar a forma normal e é uma mina. Os guardas aparecem e despachamos o corpo pro templo do Cathak, eu acompanho fazendo pose parecendo fodão, o resto vem logo atrás. Ledaal fala com o espirito da moça, ela diz que foi contratada e se pá teve sucesso na missão, mas não diz quem ou porque. Conversamos mais abobrinhas e nos separamos pra nos prepararmos pra viajem.

Ledaal vai pra casa conversar com o véio mentor dela contar o que rolou. Eu a sigo pelos telhados só pra matar o tempo. Ela fala com o véio que diz umas bobagens e bota na cabeça dela que ela tem que ir pra outra cidade que não a que a gente tá indo. Aiai… Huang fica tentando pensar como o caçador que tá nos procurando, fica passeando com seu lobo fuçando. Cathak vai pro templo meditar e Peleps vai atrás dum barco. Descola passagem pra gente num barco e todos voltamos pra casa de Huang.

De sacanagem pego Huang de surpresa,  então vemos um vulto pela noite, emboscamos mas era só o Peleps. O resto aparece, conversamos sobre a partida, todos dormem por lá mesmo. Todos menos Peleps tem pesadelos na noite. O meu era sobre um lugar alto e esse lugar virava alguém que me pisoteava. Num lembro os dos outros. Amanhece, só Peleps de boa, zarpamos.

Fico no alto do mastro observando, vejo algo grande vir por debaixo do barco, alerto todos, então tentáculo enormes surgem da água tentando agarrar o barco. Porradaria com tentáculos. Peleps pula na água e vai enfrentar o bicho no mano a mano, uma lula gigante com algumas bocas malvadas, e arrebentam o pobre Peleps. Os tentáculos abraçam o barco e começam a despedaça-lo. Huang faz umas firulas deslizando pelo convés passando a espada nos tentáculos. Eu taco meu chapéu fazendo-o cortar o mastro, então salto para girá-lo enquanto meu chapéu volta e serra uma ponta no mastro. Cathak mergulha atravessando o barco abrindo caminho e eu desço o mastro com tudo como uma furadeira empalando a lula por uma das bocas (muitos dados de dano mesmo). O barco se despedaça, juntamos os boiantes, o cadáver lúlico começa a feder e olhamos pro horizonte vendo a merda que viemos parar.

Vamos comer lula frita por um tempão

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5º mesa de Exalted do Seiya

15/01/2010

5º mesa de Exalted do Seiya

Nessa rolou também a história com a Graci (SDS) mas eu num faço idéia do que tá acontecendo, ela fugiu da cidade onde tava com outra mina que num conheço e foi parar num vilarejo e vai seguir proutro canto em breve.

Deixo o Mahasushi pra trás e vou atrás da feiticeira fodona que ele me indicou. Porém ele num me dá um nome, só uns possíveis locais onde ela frequentava, uns cem anos atrás… E me dá também uma hearthstone que tem a essência dela. Viro pássaro e vou, minha primeira parada é uma manse, um local de poder e essência, que a mina seria dona. Sobrevoando a área vejo dois Dragon-blooded madeira com uns escravos rodeando o manse. Os escravos começam a ser afetados pelas magias de proteção do manse e vão virando paçoca, os madeirinhas resistem.

Queria mesmo exercitar minha técnica pra bonsai

Eu desço já em forma de batalha mamutesca (errei a cabeça deles), os caras já se aprontam pra pancadaria, eu olho torto e faço as ameaças de estripação corriqueiras. Um fica paralisado de medo mas o outro ainda quer brigar. Agarro o medroso com uma mão e fico o segurando, o outro pega um graveto e transforma em arco e uma grama em flecha, atira mas ela quebra no meu pelo. Uso o madeirinha que tô segurando como clava e fico batendo no teimoso, mas ele se envolve numa energia verdinha e vai aguentando os tapas. Então ele carrega mas energia verdinha e dispara em mim. Resisto mas machuca, e percebo que aquela energia é ligada com vida e se pá pode me matar com um golpe só. Continuo batendo e ele continua disparando, até que me enfezo e enterro ele no chão com um tapão. [Será que vai nascer um pé de dragonblooded? Devia ter adubado…]

Embolo os corpos e ofereço à manse. Vou conversar com os espíritos do local e tão predando os espíritos dos escravos mortos. Falo com eles, só um deles não foge de medo e me diz que os dragon blooded acharam um mapa das correntes e vieram pra lá. Deixo os espíritos da floresta terminarem de jantar o escravo e vou fuçar os mortos. Acho quatro hearthstones, três xumbregas que ponho pra alimentar meu Mecha Eva, a outra é bem rara e tem uns efeitos interessantes (que eu não lembro).  Encontro dois pingentes de jade que servem de comunicador. Pego um pra ouvir o que o resto dos dragon blooded falarem. O outro eu uso num ritual pra tentar falar com a feiticeira. Pego um pássaro, preparo ele ritualisticamente, espremo o sangue dele numa cumbuca, junto a heathstone com a essência da feiticeira, junto o pingente e evoco o espírito do pássaro pra enviar uma mensagem pra feiticeira e localizá-la (mais tarde, quando eu tiver xp, isso vira uma magia de verdade).

The Unveiled Paths of the Whispering Skies

Espero um tempinho conhecendo a manse pra ver se a tia me responde mas nada, chega a noite e posso usar minha carroagem turbo novamente. Sigo pro norte até onde o pássaro achou a feiticeira e acho uma cabana. Um solar me atende achando que eu sou o cara que veio fixar as tatuagens da mulé já que ela voltou a pouco tempo. Entro na cabana e vejo a tal feiticeira que acabou de dar a luz, o solar pega a criança e fica ninando. Aparentemente o Mahasushi safadão me engabelou preu vir aqui tatuar a mulé que num lembra de nada. Damn you… Mas como esse é meu trampo num posso reclamar né. Minhas vidas passadas reconhecem que ela foi uma Sem Lua como eu. Falo pra eles dos Dragon Blooded que achei na Manse e do tal mapa da corrente, eles dizem que é a corrente de essência que rola pelo mundo. Tenho que achar prata pra tatuar a tia, faço um ritual pra me comungar com a região e achar um veio de prata. Cavo um buracão e me enterro, então sangro na terra me unindo a área evocando os espíritos e me guiando até uma mina de prata. [leia-se poderzinho legal].

Parto pra mina, e aparentemente, a SDS vai aparecer por lá também pra caçar jade branco. Leia-se mestre manipulador tentando juntar os pjs de novo. hehehe

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1º sessão de Exalted: Dragon-blooded do Angelo

15/01/2010

1º sessão de Exalted: Dragon-blooded do Angelo

Todos somos dragon-blooded das famílias tradicionais e vivemos na ilha feliz do Dragon-blooded. Eu estou como Tsaburo Iselsi, andarilho maloqueiro “Kung Lao Wanna Be” do fogo. A Graci como uma ocultista da família Ledaal do elemento ar. Danizinho como Hanzou, um marinheiro porradeiro da família Peleps do elemento água. E o Alvaro como Huang Lin, um viajante da família Mnemon do elemento madeira.

Tsaburo Iselsi

Começamos andando aleatoriamente pela cidade quando somos abordados por um mané todo esfarrapado e abobado num transe que começa a falar bobagens em tom de profecia. Depois de terminar o mané desmaia. Eu deixo meu mané lá jogado e fico observando de longe. A Ledaal e o Peleps tentam ajudar seus respectivos manés. Huang encontrou o mané antes de chegar na cidade, mas tava voltando pra lá [é, jogador atrasado mesmo]. Logo os manés acordam e saem correndo. Todos perseguem até que eles entram num beco e se juntam, literalmente, se mesclam formando uma pessoa só. Eu saio da furtividade (falha crítica gigante), e questionamos o mané. Ele parece não saber o que tá acontecendo e fica todo assustado. Continuamos o interrogatório, até que alguém fala na mente do Peleps mais profecias, algo sobre uma criança que vai governar por milênios e vai consertar a situação. Mais perguntas e o Huang chega, discutimos e sem ter muito com o que prosseguir resolvemos investigar separados. Quando estamos saindo ouvimos o mané rindo psicoticamente e sumindo num brilho na parede. Ficamos bem encafifados e cada um vai prum canto.

Peleps vai pro porto, Huang checa com a família dele, Ledaal vai atrás dum hermitão ocultista e eu vou no gueto tentar achar o mané pra seguí-lo. Num lembro quem acha o quê, só que nos reunimos depois com mais detalhes sobre a profecia e muito mais dúvidas. Descubro sobre uns ataques de krakens que afundaram uns barcos e caçadores já saíram pra achar o bicho. Além disso o tal mané aparentemente foi visto saindo do mar ao anoitecer e frequenta a área do porto. Vigiamos e achamos o cabra num buteco. Vamos até ele pra tentar tirar nossas dúvidas.

Fechamos nele e não somos lá muito sociáveis, cansados de rodeios eu parto pra ignorância e dou uns tapas nele mandando ele falar pro chefe dele deixar de lero-lero e aparecer logo, o cara sai putão procurando pelas otoridades. Eu desencano e saio do buteco pra passear, o resto fica discutindo. Então coisas acontecem. Coisas tremem, buracos se abrem e vemos garras saindo desses buracos. Logo vemos um bicho endemoniado, um lá no buteco e dois lá fora onde eu tô. Começamos o quebra-pau.

No buteco, a Ledaal se protege atrás do balcão, Peleps e Huang entram na treta, o bicho é encardido, guenta bastante e devolve com força. Depois de muitos tapas dados e recebidos nosso camarada Huang capota, então Ledaal invoca um elemental do ar que segura o bicho enquanto o Peleps foge carregando Huang. Lá fora num são flores também. Eu taco meu chapéu cortante que fica mantendo um dos bichos ocupado enquanto eu lido com o outro, várias espadas e muitos dados depois e o bicho só tá arranhado. Como nesse jogo o Poser Bônus é legalizado eu aproveito e faço CG, dou piruetas, meu chapéu volta pra minha cuca, no caminho corto uma corda que segura tralhas aleatórias que entram em movimento, caio numa tábua alavanca, as tralhas caem na tábua e me dão um baita impulso prum pulão, e quando estou na frente da lua explodo minha aura de chamas e desço como um cometa pra cima do bicho-ruim dando uma bela espadada que seca todas minhas forças…. e só arranha o braço dele. [mais precisamente 29 dados de dano e o bicho só toma 2…]  Então o Peleps me pega e saímos correndo dali, pra…err…reagrupar. hehehe

Levamos o semi-vivo Huang até a família dele e bizarramente forças externas ajudaram ele a se recuperar. Tivemos mais profecias em nossas cabeças e discutimos a situação. Huang teve uma visão bizonha, um lugar macabro com um relógio de fogo e uma menina samaresca falando algo sobre a alma dela estar presa em algum objeto, coisas assim. Passada essa zica alguém nos contrata pra resgatar uma menina nobre que sumiu numa cidade lá longe, nos pagam uns tecos de jade. Bora…