Archive for the ‘Legends of the Five Rings’ Category

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4º sessão de L5R do Poke&Cia

28/08/2009

4º sessão de Legends of Five Rings do Poke&Cia

Segunda parte da mesa do Mark. Só que dessa vez faltou todo mundo, então rolamos algo solo mesmo. Crab Style!

Voltamos da pancadaria da última sessão, enquanto todos foram se cuidar fui conversar com o gerente (que chamava Goemon), passo a treta pra ele e aviso que a influência da Shadowlands é clara. Digo que vou caçar os ronins assim que possível pois eles vão ficar putões com o que fizemos com os amiguinhos deles e podem querer retaliar. Descanso e me curo, quando tô pronto pra sair descubro que meus camaradinhas samurais tão tudo dodóis, aparentemente foram envenenados pelas armas dos ronins. Deixo eles pra lá, mando o Kaiu Seibei cuidar da fortificação do castelo e coordenar a batalha se os ronins aparecerem e vou caçar ronin.

50 contra mim? É covardia... Eu espero eles chamarem mais ajuda...

50 contra mim? É covardia... Eu espero eles chamarem mais ajuda...

Cavalgo loucamente até a outra vila que foi atacada, acho os rastros dos ronins pelo caminho todo. Lá todos estão escondidos, metade do lugar destruído. Rodo a vila pra todos me verem, paro no meio e grito pra vila toda quem eu sou e o que vim fazer e mando todo mundo me ajudar com informações. Uns caras aparecem e me contam o que rolou. Os ronins apareceram e começaram e levar tudo, mataram quem se intrometeu e levaram umas garotas. O líder tem a mesma descrição do da outra vila, mas o cara estava quietão no ataque, só observando. Vejo os corpos queimados dos mortos atrás de indícios de shadowlands, acho numa armadura dum dos ronins mortos sangue maculado do capeta, mando os caras queimarem as coisas direito. Me indicam a direção que ele foram. Prometo que vou arrebentar as caras dos ronins e volto pra caçada, agora atento a sangue dos caras machucados.

Pelo caminho vou deixando marcas pro caso de eu não voltar e carangueijos que vierem me procurar conseguirem achar os caras. Até que depois duma boa cavalgada trombo um cara no meio do mato me encarando. Paro e noto uns escondidos com arcos. O cara me manda ir embora, dou uma de que vou sair mas disparo pra cima dele e explodo a cabeça dele com meu Ono. Flechas voam pra cima de mim, uma acerta mas continuo firme. Vou correndo pelo mato caçando o acampamento dos caras e causando mó balbúrdia. Até que chego no acampamento com uns quinze arqueiros. Passo loucamente pelos caras, chuva de flecha de tapar o sol mas minha armadura bloqueia tudo. Lembrar de parabenizar meus camaradas Kaiu. hehe Os caras me perseguem com seus cavalinhos mas o meu cavalo turbo deixa eles pra trás.

Pois lutaremos na sombra...

Pois lutaremos na sombra...

Na ponte que liga pra terra dos Pardais destruo os corrimãos e jogo na ponte criando um empecilho pra eles passarem, e me escondo num canto depois esperando eles passarem preu pegá-los desprevenidos. Dos cinco cavaleiros só um capota na barragem e fica debaixo do cavalo, os outros passam e eu venho por trás, novamente gritando por Bishamon, e já arranco duas cabeças numa porrada (sim, foi muito bruto). Com aquele sangue espirrando, cabeças rodando no ar, cavalo enorme empinando, sol refletindo no carangueijão da armadura e meu urro maléfico fizeram os dois caras restantes soltarem as armas e se entregarem (sim, foi incrivelmente bruto meu teste de intimidação-hahaha). E no castelo Pardal os vigias vendo a treta.

Volto pro castelo Pardal arrastando dois prisioneiros, armas e cavalos. Entro todo macho pelo castelo e sou levado pro Goemon. Conto do que rolou, encho minha bola, Goemon me diz pra descansar que os samurais dele vão cuidar do resto, digo que eu vou liderar o ataque aos ronins assim que os caras dele estiverem prontos. Interrogo os prisioneiros e só descubro que eles tão considerando o líder deles frouxo por não querer mais tanta sanguinolência. Aproveito a folga pra fazer umas bandagens e já volto pra pancadaria. Pego uns dez samurais Pardal e levo pro acampamento.

Tá bom, eu deixo os Pardais brincarem também...

Tá bom, eu deixo os Pardais brincarem também...

Quando chegamos no acampamento os samurais começam com as flechadas e depois os ronins vem pro pau. Fico coordenando os caras e escapando de porrada. Então vejo três ronins correndo pra dentro duma tenda que parece ser a maior e do líder. Um dos caras sai com um puta cortão no peito e cai morto. Passo rasgando e derrubo a toras da tenda, vejo o formato e posição das pessoas lá dentro. No processo vejo um cara ajoelhado imóvel no centro. Entro todo macho, me apresento e pergunto quem é ele e se é o líder dos ronins, ele se apresenta e diz que de certa forma sim. Vejo na tenta as garotas seqüestradas amarradas mas ilesas. O cara diz que se rende mas que quer contar a história dele antes de morrer. Com toda minha benevolência, aceito. Lá fora a treta já sossegada, saímos, digo pra todos que o cara é meu prisioneiro, juntamos as tralhas e voltamos pro castelo.

Lá vamos até Goemon e o cara implora pra contar a história dele e poder cometer seppuku de forma honrada. Goemon diz que se eu topar ser o segundo dele, beleza. Topo e o cara começa a falar. Diz que num belo diz de roninzice encontrou uma espadinha Tanto, e a partir daí começou a ouvir vozes na cabeça, reconheceu que era coisa do capeta. Até que conseguiu descolar um pedacinho de Jade pra conter a influência maligna e jogou a Tanto no mar, mas os seus ronins tavam sendo influenciados e ficando cada vez mais sanguinários, então ele resolveu tomar as mulheres seqüestradas pra ele e cuidou delas pros caras não as machucarem. Pergunto onde ele jogou a Tanto, ele diz que pode mostrar.

Tanto

Tanto

Vamos até a beira do mar, todo revolto, o cara mergulha atrás da Tanto até achar. Ajoelha e fica segurando-a pra cometer o seppuku, mas diz que precisa de ajuda pra largar a maldita e que não vai sepukar com ela. Decepo a mão dele fora, ele pega a wakizachi, pede pra sua katana ser jogada no mar, oferecendo sua alma Kami do Mar como desculpa. Ele enfia a wakizachi, eu passo a katana no pescoço dele e jogo a katana dele no mar, pedindo que o mar sossegue o facho.

No seppuku dos outros é refresco

No seppuku dos outros é refresco

Uns dois dias depois o mar sossega, levo as meninas pra suas vilas, sou levado até o senhor do castelo que agradece bastante e me dá uma caixa de presente. Dentro tem uns convites pruma festinha Garça que vai rolar em breve. O cara diz que eu sou foda e eu volto pra casa com o dever cumprido.

Viu só , Carangueijo faz até o mar baixar a bola.

Viu só, Carangueijo faz até o mar ficar pianinho.

4º sessão de Legends of Five Rings do Poke&Cia

Segunda parte da mesa do Mark. Só que dessa vez faltou todo mundo, então rolamos algo solo mesmo. Crab

Style!

Voltamos da pancadaria da última sessão, enquanto todos foram se cuidar fui conversar com o gerente (que

chamava Goemon), passo a treta pra ele e aviso que a influência da Shadowlands é clara. Digo que vou caçar os

ronins assim que possível pois eles vão ficar putões com o que fizemos com os amiguinhos deles e podem querer

retaliar. Descanso e me curo, quando tô pronto pra sair descubro que meus camaradinhas samurais tão tudo

dodóis, aparentemente foram envenenados pelas armas dos ronins. Deixo eles pra lá, mando o Kaiu Seibei

cuidar da fortificação do castelo e coordenar a batalha se os ronins aparecerem e vou caçar ronin.

Cavalgo loucamente até a outra vila que foi atacada, acho os rastros dos ronins pelo caminho todo. Lá todos

estão escondidos, metade do lugar destruído. Rodo a vila pra todos me verem, paro no meio e grito pra vila

toda quem eu sou e o que vim fazer e mando todo mundo me ajudar com informações. Uns caras aparecem e

me contam o que rolou. Os ronins apareceram e começaram e levar tudo, mataram quem se intrometeu e

levaram umas garotas. O líder tem a mesma descrição do da outra vila, mas o cara estava quietão no ataque, só

observando. Vejo os corpos queimados dos mortos atrás de indícios de shadowlands, acho numa armadura

dum dos ronins mortos sangue maculado do capeta, mando os caras queimarem as coisas direito. Me indicam a

direção que ele foram. Prometo que vou arrebentar as caras dos ronins e volto pra caçada, agora atento a

sangue dos caras machucados.

Pelo caminho vou deixando marcas pro caso de eu não voltar e carangueijos que vierem me procurar

conseguirem achar os caras. Até que depois duma boa cavalgada trombo um cara no meio do mato me

encarando. Paro e noto uns escondidos com arcos. O cara me manda ir embora, dou uma de que vou sair mas

disparo pra cima dele e explodo a cabeça dele com meu Ono. Flechas voam pra cima de mim, uma acerta mas

continuo firme. Vou correndo pelo mato caçando o acampamento dos caras e causando mó balbúrdia. Até que

chego no acampamento com uns quinze arqueiros. Passo loucamente pelos caras, chuva de flecha de tapar o sol

mas minha armadura bloqueia tudo. Lembrar de parabenizar meus camaradas Kaiu. hehe Os caras me

perseguem com seus cavalinhos mas o meu cavalo turbo deixa eles pra trás.

Na ponte que liga pra terra dos Pardais destruo os corrimãos e jogo na ponte criando um empecilho pra eles

passarem, e me escondo num canto depois esperando eles passarem preu pegá-los desprevenidos. Dos cinco

cavaleiros só um capota na barragem e fica debaixo do cavalo, os outros passam e eu venho por trás,

novamente gritando por Bishamon, e já arranco duas cabeças numa porrada (sim, foi muito bruto). Com aquele

sangue espirrando, cabeças rodando no ar, cavalo enorme empinando, sol refletindo no carangueijão da

armadura e meu urro maléfico fizeram os dois caras restantes soltarem as armas e se entregarem (sim, foi

incrivelmente bruto meu teste de intimidação-hahaha). E no castelo Pardal os vigias vendo a treta.

Volto pro castelo Pardal arrastando dois prisioneiros, armas e cavalos. Entro todo macho pelo castelo e sou

levado pro Goemon. Conto do que rolou, encho minha bola, Goemon me diz pra descansar que os samurais

dele vão cuidar do resto, digo que eu vou liderar o ataque aos ronins assim que os caras dele estiverem prontos.

Interrogo os prisioneiros e só descubro que eles tão considerando o líder deles frouxo por não querer mais tanta

sanguinolência. Aproveito a folga pra fazer umas bandagens e já volto pra pancadaria. Pego uns dez samurais

Pardal e levo pro acampamento.

Quando chegamos no acampamento os samurais começam com as flechadas e depois os ronins vem pro pau.

Fico coordenando os caras e escapando de porrada. Então vejo três ronins correndo pra dentro duma tenda

que parece ser a maior e do líder. Um dos caras sai com um puta cortão no peito e cai morto. Passo rasgando e

derrubo a toras da tenda, vejo o formato e posição das pessoas lá dentro. No processo vejo um cara ajoelhado

imóvel no centro. Entro todo macho, me apresento e pergunto quem é ele e se é o líder dos ronins, ele se

apresenta e diz que de certa forma sim. Vejo na tenta as garotas seqüestradas amarradas mas ilesas. O cara diz

que se rende mas que quer contar a história dele antes de morrer. Com toda minha benevolência, aceito. Lá fora

a treta já sossegada, saímos, digo pra todos que o cara é meu prisioneiro, juntamos as tralhas e voltamos pro

castelo.

Lá vamos até Goemon e o cara implora pra contar a história dele e poder cometer sepuku de forma honrada.

Goemon diz que se eu topar ser o segundo dele, beleza. Topo e o cara começa a falar. Diz que num belo diz de

roninzice encontrou uma espadinha Tanto, e a partir daí começou a ouvir vozes na cabeça, reconheceu que era

coisa do capeta. Até que conseguiu descolar um pedacinho de Jade pra conter a influência maligna e jogou a

Tanto no mar, mas os seus ronins tavam sendo influenciados e ficando cada vez mais sanguinários, então ele

resolveu tomar as mulheres seqüestradas pra ele e cuidou delas pros caras não as machucarem. Pergunto onde

ele jogou a Tanto, ele diz que pode mostrar.

Vamos até a beira do mar, todo revolto, o cara mergulha atrás da Tanto até achar. Ajoelha e fica segurando-a

pra cometer o sepuku, mas diz que precisa de ajuda pra largar a maldita e que não vai sepukar com ela. Decepo

a mão dele fora, ele pega a wakizachi, pede pra sua katana ser jogada no mar, oferecendo sua alma Kami do

Mar como desculpa. Ele enfia a wakizachi, eu passo a katana no pescoço dele e jogo a katana dele no mar,

pedindo que o mar sossegue o facho.

Uns dois dias depois o mar sossega, levo as meninas pra suas vilas, sou levado até o senhor do castelo que

agradece bastante e me dá uma caixa de presente. Dentro tem uns convites pruma festinha Garça que vai rolar

em breve. O cara diz que eu sou foda e eu volto pra casa com o dever cumprido.

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3º sessão de L5R do Poke & Cia.

06/06/2009

3º sessão de Legends of the Five Rings do Poke & Cia.

Dessa vez tivemos duas mesas.

A do Poke era um festival pro deus Daikoko oferecido pela família Yasuki do clã Caranguejo. Todos levariam oferendas e rolaria muito fuxico de corte. Pra essa mesa foram o Myka como o Yasuki safadão e o outro cara de Hida porradeiro pra manter a ordem.

A outra foi a mesa do Mark, zicas acontecendo numa terra sagrada cuidada pelo clã Pardal, o Imperador mandou os Caranguejos checarem se tinha algo a ver com Shadowlands lá. Fui eu e o Felipe como Kaiu Senko porradeiro. Tinha também dois manos Leão, dois Escorpião e um Garça, mas num sei os nomes.

Começamos com nosso caro Garça chegando numa taverna próxima da tal terra sagrada. Ele entra na taverna e vê as duas montanhas Caranguejo esparramadas numa mesa. Ele toma um chazinho e sobe pra dormir, fala com o espírito do vento e descobre que o mar tá putão.

Os Escorpiões tomam uma puta chuva e um dos cavalos se machuca. Os Leões colam junto e todos entram na taverna, vendo logo de cara os dois Caranguejos mal encarados. Sentam-se em mesas próximas, a tensão é clara.

Levanto todo barulhento e ponho a mão nas mesas deles, me apresento e meu companheiro, pergunto o que tão querendo por aqui e quem são. Explicam que tão indo pro mesmo canto que eu, então eu os convido a se juntarem a mim na viajem, topam. Todos vão dormir, antes eu passo no estábulo pra checar meu cavalo e dou um jeito no cavalo machucado Escorpião.

No dia seguinte o Garça se junta a nós, e pra sacanear disparo na frente com meu cavalo turbinado, uns até conseguem acompanhar mas nem dá graça né. Vamos seguindo felizes e pimpões.

Quando nos aproximamos do castelo Pardal nosso Garça sai correndo loucamente pra praia. Um Leão e um Escorpião continuam, o outro escorpião segue o Garça e o resto espera. O Garça começa a conversar com o espírito do oceano. Aparece pra ele uma mina bonita toda de branco e putona da vida dizendo que jogaram um troço amaldiçoado nela e que ela vai destruir tudo enquanto não tirarem e trouxerem o safado que fez isso pra ela. O Escorpião chega e pergunta o que tava rolando mas o Garça dá umas mentirada e voltam pro grupo. Chamo a atenção do Garça por sair loucamente da formação e seguimos.

Dona Mar

Dona Mar

Já na frente o Leão e o Escorpião chegam no castelo e já vão pedindo a audiência. São levados até o senhor do castelo e conversam com o tal. Descobrem que o mar ficou revolto há três semanas e eles não saber o que fazer pois não tem nenhum Shugenja (manos que falam com os espíritos) com eles, o mar já destruiu umas proteções e tão perdidos. O Escorpião diz que ficou sabendo duns ronins que andam zoando a terra. O Pardal fica meio injuriado mas revela que a terra tá sendo atacada por ronins e que os milicos Pardais não conseguem dar um jeito nisso.

Chegamos o resto no castelo, somos levados até uma salinha de espera, quando o Leão e o Escorpião voltam e dizem que falaram com o senhor já. Meu companheiro Kaiu se toca que isso fudeu o protocolo pois a reunião inicial já fora feita e não tinha nenhum Caranguejo ou Garça nela. De qualquer forma pegamos as informações com eles, o Garça pra tentar consertar a zica vai falar com o gerente do castelo, indo contra tudo que a gente tinha conversado. Ele fala com o gerente e volta enquanto estamos indo falar com o mesmo cara. Quando nos juntamos tento fazer todo mundo entender que devemos trabalhar juntos e sem porrices individuais.

Vamos até o gerente, já meio fulo, explico pra ele toda a confusão, apresento todo mundo e começamos a discutir o problema. Passamos pra ele o que o Garça disse sobre o item jogado no mar, pegamos informação dos ataques ronins, deixo o gerente ciente de que pode realmente ter a ver com os Shadowlandianos e seguimos pro quartinho.

No quarto discutimos nossas opções. O Leão sugere se infiltrar mas diz que ele não consegue fazer isso. Resolvemos nos dividir. O Garça, um Leão e o Kaiu vão pra praia falar com o espírito e procurar sinais dos ronins, o outro Leão e os Escorpiões vão rodar pelas vilas interrogando, eu vou rodar pela terra atrás de pistas. Dou uma lição rápida de Shadowlands pro povo conseguir identificar algo.

Todos partem. Chego numa vila, uma mulher já me aborda pedindo pra eu levar o filho dela pra ele ter uma vida melhor. Vejo que o muleke tá machucado e com marcas de Shadowlands no machucado. Pergunto sobre os ronins mas não consigo anda de útil, só que roubaram as ferramentas dum cara e mataram ele. A filha de um tiozinho foi levada, o interrogo mas nada. Pego um kimono da filha dele pra servir de isca e vou embora levando o muleke machucado comigo. Já longe mato o muleke (de um ano e meio), corto a cabeça dele e enterro (que mau que eu sou). Sigo procurando os putos.

Na praia o Garça fala com o espírito de novo e fica escondendo o jogo pros manos Leão e Caranguejo. Resolve escrever num pergaminho como um relatório enquanto os manos já tão quase arrancando a cabeça dele.

Os Escorpiões e Leão chegam na mesma vila que tinha acabado de sair. Falam com a mãe do pivete que tá toda feliz pelo samurai bondoso ter levado seu filho. Descobrem que um dos ronins pode ser o líder, o cara da bandana. Um dos Escorpiões dá umas moedas pra mulé pra que ela se mude dali. Essa praticamente ganhou na megasena. Falam com o velho que perdeu a filha, todo deprê, o mesmo escorpião dá uma flecha pro cara e diz que ele será o guardião daquela flecha e deve esperar o samurai voltar pra pegá-la, só então ele terá a honra de ser morto pela própria espada do Escorpião. O cara topa e os manos vão embora. Trombam os manos da praia.

Enquanto todos conversam eu avisto eles ao longe. Noto que estão totalmente a vista, uma ótima chance de serem atacados. Checo os arredores atrás de meliantes e vejo sete ronins se aproximando de mancinho. Amadores. Tzk Tzk…
Dou a volta neles discretamente e no momento certo saio galopando loucamente atrás deles com um ono em cada mão gritando pelo deus da porradaria. Atropelo um deles de surpresa sobrando seis. Os manos notam a zica e se preparam pra porrada. Treta rola, capotamos os ronins, deixamos um vivo pra interrogatório, nosso Garça quase morto, eu e mais uns com uns danos.

Encontro aleatório 1d10 ronins

Encontro aleatório 1d10 ronins

Mando o Kaiu decaptar todos os mortos e trazer os pedaços pro castelo enquanto eu levo o Garça moribundo pro pronto-socorro. Os manos levam as coisas. O Garça recebe tratamento. Eu informo o gerente que a influência Shadowland foi confirmada, mando um mensageiro pro imperador e outro pros Caranguejos. Os manos mandam cartinhas pros seus clãs atualizando-os.

Destaque pro Caranguejo dando lição de etiqueta pro Garça. Há!

Na próxima sessão… Corra que o Ronin vem aí!

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2º sessão de Legends of the Five Rings do Poke & Cia.

04/05/2009

2º sessão de Legends of the Five Rings do Poke & Cia.

No esquema das mesas tem 3 mestres, cada um com uma aventura. No começo os mestres passam pra gente quais aventuras são e os líderes do clãs decidem pra onde mandam os povo do clã. Eu tô como o Magistrado Carangueijo.

Havia 3 mesas. Uma era uma negociação com o clã Dragão pra conseguir ouro por arroz. Enviei dois Yasuki (Pj do Myka e da mina que num sei o nome ainda) pra negociar e o Kaiu (Pj do Felipe) pra protegê-los. Infelismente os Yasuki faltaram, então o Kaiu foi sozinho. Mas conseguiu resolver o pobrema. Diplomacia Crab!!!

Carangueijo -  só gente fina

Carangueijo - só gente fina

Outra mesa era um torneio de espadices do Clã Garça. Nenhum carangueijo disponível pra isso. Um Pj Garça ganhou o torneio. Marmelada?

E a outra era evitar que o clã Carangueijo e o clã Unicórnio entrasse em guerra por território do clã Falcão. Obviamente fui nessa encrenca. Foram também dois Escorpiões cortesões (Pjs do Paco e duma mina que num sei o nome) e uma Fênix (Pj da Iva). Não espere que eu lembre dos nomes japas né…
Começo no acampamento Carangueijo. Um cara fodão dos Garça conversa com meu patrão, todo mundo tenso na sala. O Garça sai fora, todo mundo relaxa novamente. Meu patrão, Hida Tsuru, me chama de canto e diz que o imperador mandou um Magistrado Esmeralda pra representá-lo nessa treta e que eu fui designado pra acompanhar o cidadão e fazer tudo que ele mandar. Me preparo e parto pra encontrar o cara na cidade. Infelismente tive que ir desarmado e desarmadurado, então um serviçal foi junto pra carregar as tralhas.

A comitiva Escorpião-Fênix se junta e segue até a cidade, pra fazer o mesmo que eu. No caminho trombam um destacamento Unicórnio cheio dos cavalão. A patroa Unicórnio bota banca e deixa as comitivas passarem.

Todos chegamos na cidade e nos trombamos na porta da casa do governador. Somos recebidos e levados pruma sala. Lá já tem um Garça e um Leão. Apresentações e conversa fiada depois chegam o governador e o tal Magistrado Esmeralda. Nem sinal de um representante Unicórnio.

Nos contam a treta toda que tá acontecendo, toda a tensão que rola entre os clãs e a iminência da pancadaria. Digo que queremos resolver tudo na paz. Ficamos de falar com os generais dos dois clãs e achar uma solução. Somos dispensados pra descansar.

O Escorpião vai passear num templo, encontra o Leão lá. Jogam conversa fora e voltam.

A Escorpião fica na casa conversando com o Garça (campeão do tal Esmeralda).

Eu e a Fênix vamos no buteco trocar idéia. Encontramos dois Unicórnios lá. Tentam encrencar mas não damos bola. Depois voltamos e todo mundo vai dormir. Deixo um serviçal me abanando a noite toda. hehe

Acordamos bem cedão com barulhão de exércitos. Vemos dum lado o exército Unicórnio e do outro o Carangueijo. Todos corremos pra fora pra ver o que tá pegando. Os exércitos ficam ali parados já prontos pra pancadaria. Corro até o exército Carangueijo pra falar com o general. Ele diz que batedores Unicórnio foram pegos no nosso território e que vários suprimentos roubados, e que desejam reparação. Me preparo pra voltar lá mas sou chamado pra me juntar ao exército. Começo a me armar. Um mensageiro vai até o Esmeralda com a mensagem que o general quer vê-lo.

O Escorpião vai até o exército Unicórnio e descobre que o representante deles foi morto no caminho e que querem reparação. Um diplomata é mandado pra negociar.

Eu e meu general voltamos, ele toma um esporro do general e baixa a bola. Todos entramos pra discutir. O general numa sala e o diplomata na outra. Discutimos entre nós e vamos falar com o Diplomata. Velhinho mala inabalável. Ele conta sobre a morte do representante. Vamos falar com o general, ele conta da treta do roubo. Porém quando ele descobre quem é o diplomata que tá na outra sala ele desencana de conversar e só fica esperando o Patrão Tsuru chegar pra resolver tudo. Aparentemente os dois tem um passado juntos.

Voltamos pro Esmeralda e passamos a zica, ele lava as mãos e manda a gente resolver. Suspeitamos de uma terceira parte aprontando pra instigar os dois exércitos.

Tsuru chega com a cavalaria. O general dá área e o Tsuru assume. Eu e a Escorpião vamos falar com ele. O Escorpião e a Fênix vão falar com o Diplomata. Tentamos argumentar com ambos mas não dá em nada.

Volto pro governador e falo pra ele tomar uma atitude e escolher logo qual clã ele vai querer favorecer pro outro dar área logo senão a cidade vai ser atropelada pelos dois exércitos. O Escorpião sugere resolver as coisas com um duelo mas o Esmeralda não topa.

O Esmeralda manda que os Pjs se reúnam (menos eu), discutam e decidam pra qual clã o clã Falcão deve escolher. Todos votam no Unicórnio. Voltam e passam a decisão pro Esmeralda, que faz a cartinha legalizando a escolha.

Os exércitos vão embora. Todos vivem felizes para sempre. Voltamos pra casa com o dever cumprido.

Até uma semana depois quando 40 cavalos Unicórnio tem suas cabeças cortadas pelo Tsuru malvadão. hehe.

Ps. Há vagas pras mesas quem quiser.

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1º sessão de Legends of the Five Rings do Poke & Cia.

04/04/2009

1º sessão de Legends of the Five Rings do Poke & Cia.

É uma mesa gigante com uns 3 ou 4 mestres. Tem uma galera, nesse dia foi criação de personagem e introdução. Tô como Hida Yoshimasa, do clã Carangueijo. Sou um cara da cavalaria que foi moeda de troca numa treta com o clã Unicórnio, então sou meio misturado.

Começamos celebrando o dia de Hida. Puta festão dos Carangueijo. Voltei a pouco tempo das terras Unicónio e agora sirvo na tropa do irmão do Daimyo Kisada. Ficamos encarregados de levar o saquê pra festa. Meu senhor me diz que vai me apresentar pra alguém lá.

Chegando no castelo, que parecia a cabeça de um demônio, mó galera festejando. Meu senhor encontra com seu sobrinho, filho do Daimyo. Vamos seguindo a bagunça até que Kisada aparece, bichão gigante. Voltamos pra festa, sou arrastado e apresentado a Kisada. O Myka também tá de carangueijo, é apresentado ali na zona também.

Acordamos do porre, eu e mais 3 caras numa mesa (inclusive o pj do Myka), um deles com um broche pendurado na própria pele. Eu com broche de Magistrado. Só lembramos que a farra foi foda. hehehe

Isso que é clã.

Símbolo do clã

Símbolo do clã