Archive for the ‘Mundo das Trevas’ Category

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1º live de Vampire the Requiem do Eros

11/02/2010

1º live de Vampire the Requiem do Eros

Continuação de outra crônica, só que dessa vez jogamos com os NPCs que trombamos na outra. Rola em Sampa 1996 (por aí), mesma época da campanha de changeling. É uma mistura de live e mesa. Estou jogando como Branco, Mekhet Invictus. Daí temos a Família Feliz Daeva Invictus. Temos Dionísio como Vovô Patrício, Príncipe da cidade que tava em torpor até agora. Natália como Mamãe Bella, perua que tava no comanda, ou quase. Fay como Netinho Love, filho rebelde que virou Carthiano. E Thata como a Bisnetinha que eu não lembro o nome, maluca porradeira.

Depois de eventos bizarros no Ibirapuera muitos vampiros sumiram. Foram sumidos ou só estão escondidos mesmo. Um mês depois Bella marca uma reunião em sua casa pra ver quem ainda tá na cidade. [onde já vi isso?] Pra nossa surpresa aparece vovô Patrício, que tava em torpor desde 1910. Veio acompanhado de Ruivo, Gangrel Crone marombado. Passados surpresa, cumprimentos e combates começamos a explicar a situação pro velhinho. Já disse que odeio anacrônicos? Ruivo vai embora e Patrício pega um por um pra uma conversa particular.

Esses anciões...

Vou primeiro, conversamos, depois vem os outros, fico xeretando as conversas deles. Coisas secretas, sabe como é. Ficamos de investigar e resolver os pepinos, como achar as crias que sumiram nessa zona. Mais conversas particulares depois e fim.

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1º sessão de WoD do Hugo

11/12/2009

1º sessão de Mundo das Trevas do Hugo

Mesa de mortais bunda se metendo em encrencas bizarras. Estou como Samuel, motoboy inglês recém convertido ao judaísmo. Temos o Foice como Bob Presley, açougueiro nordestino que faz bico de eletricista. Danizinho como Homer, caminhoneiro amarelo de Oklahoma. E o Leandro como Gabriel, um professor de música.

Começamos com Gabriel indo trabalhar em seu carango. Liga o rádio e de repente só ouve estática. Muda as estações e a estática continua, põe um CD e nada, liga o MP3 e também só estática, desliga tudo mas as coisas não desligam e continuam estaticando. Bem puto chega no trampo, depois de uns passos longe do carro a estática pára. Entra na escola e começa a preparar a aula, então passa um aluno aleatório com fones de ouvido curtindo mas Gabriel volta a ouvir a estática. O muleke diz que tá ouvindo Ramones e não estranha nada. Gabriel já bem putão dispensa o muleke e volta a seus assuntos. Toca o telefone, ele vê que é a esposa, atente e só ouve estática. Novamente toca, ele atende, a voz da mulher dele começa a falar algo mas volta a estática. Ele pega as coisas e corre pra casa. Entra, chama por todos mas ninguém atende, sente cheio de algo cozinhando. Chega na cozinha e num vê ninguém, vai fuçar no forno e vê seus pais assando. PAN!!! Fica em choque, joga coisas e sai correndo.

O forno do canibal moderno

Homer faz uma parada na estrada pra repor sua carga, vai pra lanchonete e fica lá comendo. Chegam uns motoqueiros meliantes. Entram fazendo baderna, alopram a garçonete e Homer fica de boa. Paga e vai embora, na saída uns motoqueiros olham estranhamente pra ele. Homer pega o caminhão e vai embora. Logo vê no retrovisor a gangue toda vindo atrás dele. Ele acelera, a gangue passa e começa a atirar, ele dá meia volta e acelera, mais tiros voando. Vê a lanchonete pegando fogo junto com tudo por ali. O líder motoqueiro aparece de repente no teto do caminhão rasgando o metal com as mãos. Homer o derruba com uma manobra mas ele se agarra na frente do caminhão e volta a subir. O bicho fica grande e peludo e Homer entra em pânico. O peludão lobisômico abocanha Homer e o arranca do caminhão, o jogando longe. Ele levanta todo arrebentado e o resto dos motoqueiros cercam ele e o linchamento começa.

E ouvindo Steppenwolf...

Eu vou entregar um pacote num prédio mega foda. Chego lá e vejo um olho maligno se formando nas paredes do prédio e olhando por um breve momento pra mim! [nem sempre é bom ter sucessos sabe…] Tento achar alguém pra me substituir nessa entrega mas num consigo ninguém. Com o asterisco travado eu junto coragem pra entrar no prédio. Muita segurança e chiquice, apresso a moça da recepção, ela faz meu passe e me manda pro elevador. No cagaço eu vou. Espero o elevador e quando chega e entro uma voz diz preu não entrar. Afasto e deixo as pessoas entrarem. O guarda vê minha confusão e chama o elevador de novo me explicando como chegar no andar certo. Dessa vez entro, o elevador demora muuuuuuuito pra chegar no andar, um escritóriããão. Novamente apresso a moça da recepção e ela me libera depois de entregar o pacote. Na espera do elevador pra descer uns engravatados colam do lado conversando numa língua estranha. Noto uns símbolos bizonhos neles, tatuagens, anéis e talz. Eles me olham estranho, volto na recepcionista e enrolo até os caras saírem, então desço pela escada. Saio do prédio sem olhar pra trás, monto na motoca e saio rapidim. Sinto a moto meio dura, checo e tem um cilindro metálico com uma luzinha verde cravado no guidão. Não consigo tirar, então vou até a oficina, só que no caminho o troço pula da moto e cai no chão. Vou seguindo quando noto que um carro pára e alguém pega o cilindro. Encucado sigo o carro até o prédio que eu trampo, fico lá espreitando pra ver o que pega.

Vou chamar uma catedral pra exorcizar esse troço.

Bob Presley (!) tá de folga do Açougue, dona Maria o chama pra checar sua máquina de lavar que parou de funcionar. Chegando à casa de Dona Maria Bob ouve todo o problema e vai fuçar enquanto a véia lhe prepara um cafézin. Bob acho um problema na correa e contra pra véia, diz que pode fazer uma gambiarra até comprar uma peça nova. Bob pergunta se ela tem um maçarico, ela diz que tem no porão nas coisas do marido dela. Bob pergunta se tem rato no porão mas ela diz que não, só tem o falecido. Bob fuça e acha o maçarico, do lado duma urna funerária. Bob pega a urna e vê as cinzas do velho lá dentro. Vai colocá-la de volta no lugar mas ela não desgruda mão dele, e começa a ter visões de alguém sendo queimado vivo num caixão. Bob luta com a urna até que ela se solta derramando as cinza do morto no chão. Ele pega uma vassoura, põe tudo de volta e corre de volta pra casa se benzendo. Dona Maria assiste TV, Bob conserta o problema da máquina e avisa Dona Maria que agradece e oferece bolo. Ele vai na cozinha pegar o bolo e nota em cima da geladeira um monte de velas pretas e vermelhas queimadas. Vê uma bíblia, a pega e vê que tá numa língua estranha e escrita em sangue e coisas do tipo. Ele sai de lá rapidinho, pega o carro e vai comprar a peça nova da máquina.

Adivinha os pais de quem ela tá cozinhando.

No caminho Bob vê um maluco correndo de casa e quase o atropela. O maluco, nesse caso, Gabriel, pára na frente do carro implorando por ajuda. Bob desce e tenta entender o que tá acontecendo mas Gabriel está em choque e não consegue falar direito. Bob vai checar a casa e a acha os pais de Gabriel assando no forno. Também fica desesperado, volta pro carro e prensa Gabriel pra saber o que aconteceu mas ele insiste em chamar a polícia. Ambos entram no carro e segue pra delegacia. Bizarramente as ruas estão desertas, eles vêem uma ondulação no asfalto, então uma garra enooorme sai de dentro da terra. Os dois saem do carro e correm loucamente pra lados diferentes. Bob corre pelas casas chutando portas, faz uma barricada de almofadas mas a garra atravessa a parede e o empala. Já Gabriel na fuga, tudo treme, uma coisa bem grande o persegue, afastando tudo no caminho, então carros são jogados e esmagam metade de seu corpo. [mestre sádico né?]

Eu observando o prédio, de repente ele explode. Desesperado corro pra minha sinagoga atrás de ajuda do meu camarada rabino, chego lá e tá todo mundo morto. Ligo pra casa minha noiva atende, diz que tem alguém chamando na porta, eu mando ela sair dali mas cai a ligação. Corro pra lá, a porta tá aberta, entro e vejo meus sogros mortos. Fuço tudo e não acho a minha noiva. O telefone toca, atendo e é ela dizendo que ele me querem e é pra eu ir até eles senão ela morre, me dão um endereço, eu pego a arma do me sogro e saio. Encontro um maluco empoleirado na minha moto. Mando ele sair mas não sai, então meto bala na cara dele, a bala pára na bochecha e cai. Espantado o cara aparece rapidão na minha frente e me arremessa pra dentro da casa. Aterrorizado fico encolhido num canto. Ele diz que seu nome é Jack os caras pra quem ele trabalha mandaram ele me pegar pra me salvar e que pode me ajudar, diz que o povo que tá atrás de mim é um grupo de bruxos tecnológicos que vai matar todos que tem ligação comigo e que minha noive já deve estar morta. Espera eu me acalma e concordar ir com ele, e quando eu concordo ele puxa a arma e começa a atirar, eu pulo atrás do sofá, taco um vaso nele e pulo pra atacar mas ele dá um tiro na minha cara.

Estou reconsiderando a opção de ser assado vivo.

Homer acorda no meio do nada, lua cheia lá em cima, ele pelado sai andando sem rumo achando que tinha virado um lobisomem por que tinha sido mordido por um. Chega num posto de gasolina, pega umas roupas, mas num acha ninguém, continua vagando.

Eu acordo, ele tá dormindo no sofá, acordo-o, ele diz que eu demorei demais. Ainda confuso ele me diz que me explicarão tudo depois mas agora ele tem que ir pegar os outros três, então tira uma pedra e joga no espelho, faz aquelas ondinhas de portal e ele manda eu passar. Fazer o que né, nóis passa…

Gabriel acorda dentro de um saco. Faz um escarcéu até sair, vê que tava numa gaveta no necrotério. Vê um funcionário mexendo num corpo e com fones de ouvido. Se aproxima, pega uma serra ali perto e passa no cara que cai estrebuchando no chão. Uma das gavetas abre de repente e de lá sai Bob igualmente confuso. Conversam e resolvem sair dali. Pegam roupas e acessórios pelo caminho, e no elevador eu apareço caindo do espelho do teto. Passada a surpresa explico que vamos até alguém que pode explicar o que tá rolando. O elevador abre e Jack tá nos esperando com uns funcionários do hospital mortos. Vamos pegar o próximo maluco, passamos pelo espelho e saímos num lago. Trombamos Homer, falamos mais abobrinhas e mergulhamos na água novamente e aparecemos num quarto de hotel em Berlim [que não fica na Rússia…].

Lá Jack nos diz que somos imortais e que toda nossa vida era uma farsa e que tão querendo pegar a gente por causa de algo que fizemos. Diz que vão explicar melhor numa festinha que vai rolar no dia seguinte, numa vernissage duns artistas malucos, zdzislaw beksinski e zbigniew preisner. [saúde…] Eu vou encher a cara no quarto pra poder digerir a situação, Bob também, Homer e Gabriel saem pela cidade pra beber, mas voltam depois se se sentirem muito observados. Na noite temos sonhos de nós numa batalha medieval tocando o terror. Pela manhã descobrimos que temos poderes [fraquinhos mas temos] e que vamos turbinar conforme envelhecermos. O hotel nos fornece roupas e uma limusine, no caminho pra Vernissage vemos lobos nos perseguindo pelo mato, Jack é nosso motorista. Somos chegados à vernissage, tudo fica trancado, arte bizarra pra todo lado, vemos uns lobisomens do lado fora.

zdzislaw beksinski e zbigniew preisner - nossos "benfeitores"

Até que enfim nossos anfitriões aparecem, recebem as pessoas e nos chamam pruma conversa particular. Enquanto subimos a festa é invadida pelos lobisomens que estraçalham tudo por lá. Jack fica de segurança na porta. Os velhos malucos nos dizem que éramos generais dum cara malvadão e que roubamos alguma bola brilhante que pode fuder com tudo por aí, e que temos que pegar o bagulho de volta antes que todo mundo nos mate de vez. Dizem que eles armaram toda nossa vida pra nos proteger até esse ponto pra podemos recuperar o troço. Dizem que temos que ir pruma casa estranha e achar o malvadão chefe. Mais abobrinhas depois somos teleportados de novo pruma cidadezinha com uma neblina porreta e sentimos o maaaal no ar.

Na próxima sessão...