Archive for the ‘Orpheus’ Category

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2º sessão de Orpheus do Angelo

05/02/2010

2º sessão de Orpheus do Angelo

Depois das tretas da sessão passada, recebemos um dia de folga dos trampos. Weitz fica em casa morgando, então recebe um pacote pelo correio. Abre e tem pastas e fotos sobre o lance da menina meia-morta, e um bilhete mandando ela se afastar e parar de se intrometer nos assuntos deles. Ela fica bem puta e vai na delegacia registrar a denúcia daquela ameaça. Claro que na delegacia ninguém dá a mínima, passam o caso prum detetive escroto qualquer.

O tal escroto - Mais sobre ele depois...

Eu vou no psicólogo do departamento, conto as paradas da sessão anterior e a psicóloga bota a culpa no estresse mesmo e manda eu desencanar, até me dá uns remedinhos de maracujá. Eu aceito e vou passear no parque. Percebo alguém me seguindo, procuro mas não acho, noto alguém no alto duma árvore, vou checar, mando descer mas o cabra pula duma árvore pra outra, detalhe que tinha oito metros de distância entre as árvores. Eu fico abismado tentando entender como o tal fez isso, até que num vejo mais ninguém. Desencano e vou observar os patos no lago. Então um dos patos é puxado pra dentro da água enquanto os outros patos saem correndo. Fico surpreso, até falo pros outros patos num irem pra lá. Chega um guardinha e pergunto se tem algo no lago e conto o que rolou, ele estranha e sai fora. Logo sinto o bolso da minha calça molhado, ponho a mão e é sangue, sinto volume no bolso, puxo e é a cabeça dum pato. Vários guardas veem e começam a me perseguir, eu entro em pânico e saio correndo.

Que mau que eu sou

Weitz saindo da delegacia me vê correndo loucamente com os guardas me perseguindo. Um guarda até pára pra pedir ajuda pra ela, afinal sou um serial killer de patos [psicopato?] mas ela manda ele se virar e pedir ajuda na delegacia. Estranhamente fico sem ar e não consigo correr muito, os guardas me pegam e já levam pra delegacia. Weitz fica só de olho. Claro que minha explicações não dão em nada, além de minhas roupas estarem encharcadas como se eu tivesse entrado no lago. Peço pra chamar meu camarada Stu do departamento, ele aparece e conversa com o povo pra me soltarem.

Achando que eram alucinações e talz causada pelo gás tóxico que aspiramos no apê na sessão passada resolvo ir pro hospital fazer um check up completo. Weitz aproveita a carona. No hospital nos examinam por completo, e surpreendentemente [pro pj né…] eu estou com princípio de câncer de pulmão e hipertensão. Weitz tem uns trecos no coração. Fazem mais exames mas só teremos os resultados depois. Recebemos uns remedinhos pra combater nossas novas condições. Voltamos pras nossas casas.

Em casa, recebo um telefonema de alguém com voz abafada mandando eu não ajudar mais a Weitz. Ligo pra puliça atrás de Weitz, passam meu número e ela me liga, conto o que pegou. No dia seguinte, no departamento, conto pro meu capitão sobre o lance das doenças e da ameaça pra ele ficar ciente caso algo aconteça. Ele me despacha pra delegacia continuar a investigação com a Weitz, noto uma policial me encarando feio enquanto vou até Weitz, vai ver ela gosta muito de patos. Weitz me manda denunciar a ameaça, eu registro lá a ocorrência e continuamos a investigação.

Montes de papéis na mesa dela, montes de testes que ela pediu sobre as evidências. Descobrimos que era mesmo a menina que achávemos que tava morta, realmente morreu num acidente de carro. Os corpos carbonizados foram queimados de dentro pra fora, tipo microondas. Havia impressões digitais nos controle remotos das televisões dos carbonizados, a impressão era da menina meia-morta só que já mais adulta. O pó preto é uma droga que vem do EUA chamada pigmento, que é uma fórmula química roubada duma empresa farmacêutica [apelidada carinhosamente de Dado Roxo]. A menina já tá boa e receberá alta em breve, só tá com falta de memória, não lembra de nada depois do acidente de carro. [Talvez mais coisas mas eu também num lembro.]

Weitz liga pro legista pirado que ela deixou os cérebros e pergunta sobre os mesmos, ele diz que vieram uns caras uniformizados e com autorizações judiciais e levaram tudo, um povo duma empresa gringa chamada Nextworld. Ficamos bem putos, achamos os documentos judiciais e fuçamos atrás desses caras. Checamos e os caras num deram entrada no país, tavam lá ilegais. Pressionamos o delegado a separar mais gente pra caçar esses putos, pegar e espalhar as imagens das câmeras do hospital e tudo mais. Enquanto não acham os caras vamos até a capital Bruxelas falar com o juíz que passou a ordem, que por sinal é parente dum dos caras que pulou do prédio na sessão passada.

Em Bruxelas chegamos até o juís e perguntamos, ele mostra o documento que ele assinou e lá tá que a liberação é pra outra empresa, uma tal de Orpheus, e é pra estudos e talz. Ele fica de investigar isso também e nos passa o contato dessa empresa. Falamos com eles e marcamos de encontrar um de seus agentes. Chegamos num hotel de ricaços e trombamos a agente Kate Whatevers. Ela conta que a Orpheus investiga coisas bizarras e que a tal Nextworld é uma empresa rival, assim como a “Dado Roxo”. Conta sobre mercenários que rondam o meio e diz que tem que ficar ali até resolverem esse pepino. Já botamos segurança pra proteger a menina ex-meia-morta.

Voltamos pra cidade, Weitz me conta sobre outros lances que rolaram um tempo atrás [a outra mesa]. Um incêndio onde sumiram os habitantes do prédio mas os bombeiros juravam que ouviam as pessoas chamando, e nada foi resolvido. Fuçando os habitantes descobrimos que a empresa Dado Roxo comprou um sítio que seriam dos donos desse prédio queimado. Vamos checar o prédio, encontramos rastros de pólvora e garrafas quebradas de coquetel molotov em pontos estratégicos. Obviamente foi tudo acobertado, e quem tava responsável pela investigação é o tal detetive escroto que pegou o caso da ameaça da Weitz.

Fuçamos mais e achamos um buraco no chão, dentro caixas de sapatos, e dentro mãos e pés decepados e em diferentes estágios de decomposição. E um caixão pequeno, que abrimos e tem uma garotinha morta com estacas de metal a prendendo. Ensacamos tudo e tiros começam a explodir pedaços das paredes. Saio correndo pro carro pra chamar reforço atraindo fogo enquanto Weitz achava e atirava no malaco. É, o plano não saiu como esperado, tomei um tiro e Weitz tomou um que quase a matou. Consegui chegar no carro e puxá-lo pra proteger Weitz. Chamo reforços e logo chegam os paramédicos e puliça. Mandamos pegarem as evidência enquanto nos levam pro hospital.


Nos internam, eu tô melhorzinho mas Weitz vai pra cirurgia e fica capotada. Chamo o delegado lá e conto nossas suspeitas do detetive escroto, ele fica de investigar. Depois de um descanso Weitz acorda grogue com alguém falando com ela. Um cara que se esconde do lado do armário diz que foi ele que atirou na gente pois pensava que era o povo colecionador de pés e mãos. Diz que botou o guarda da porta e enfermeiras pra dormir. Pede desculpa e manda não voltarmos lá. Depois aparece no meu quarto, debaixo da cama, eu levanto e fico querendo briga, ele me dá uns tapas e ameaça me matar se eu não parar. Explica o acidente, peço mais informação, ele diz que tem uns zumbis por lá, um povo que tomou umas drogas estranhas, e juntaram até uns seguidores malucos. Deixa comigo uns frasquinho e diz que ajuda a curar mais rápido. Ele vai embora, eu acordo o guarda dorminhoco. Uso o troço do frasquinho, puta cheiro de hortelã, e melhoro um pouco.

Depois que Weitz tá melhor apareço lá contando o que rolou e ofereço o frasquinho, mas ela é paranóica e não quer. Volto pro quarto e o meu camarada Stu, que é o relações públicas do departamento, arruma uma coletiva de imprensa preu falar abobrinhas. Até terninho chique. Falo com uns repórteres, conto que tô ajudando numa investigação e que tão tentando nos intimidar mas não temos medo e vamos resolver tudo. Até mostro uma foto enorme da Weitz, digo sobre a heroína que ela é e tudo mais. [hahahaha]

Tenho alta, vou atrás do maluco atirador. Acho-o numa igreja, mesmo local que Weitz o viu quando atirou na gente. Não sou nada discreto, o cara vem até mim e me leva pra tocaia dele. Conto as tretas que descobrimos e ele conta a história dele, algo sobre família morta por uma empresa maligna misteriosa e vingança. E se chama Brian. Ele tem um símbolo da empresa mas não o nome, que mais tarde descobrimos chamar Umbrella. Ele diz que fica dia sim dia não ali esperando os zumbis aparecerem. Diz que vai forçar a Weitz a tomar o remedinho de hortelã.

No dia seguinte Weitz acorda bem melhor, como se alguém tivesse entrado a noite e mudado sua medicação. Depois de um tempo ela tá sussa, só com uns roxos e volta pra delegacia. O delegado diz que passou o caso pro detetive escroto mas ela pentelha ele até devolver o caso. Ele “perdeu” uns dados da investigação, ela pressiona até ele achá-los. E o caso ficou parado todo tempo que ficamos no hospital, obviamente estamos sendo sabotados. Continuamos a investigação.

Descobrimos que os corpos da família da menina também sumiram. Voltamos no prédio queimado pra pegar as evidências que a polícia deixou pra trás e vemos que tá tudo arrumadinho do jeito que tava quando encontramos. Resolvemos armar uma tocaia, desarrumamos tudo denovo e esperamos os arrumadores aparecerem. Eles aparecem, claro que no dia que o Brian não tá espionando. Três caras liderando e os seguidores manés. Começam a arrumar as coisas quje bagunçamos, chamamos o reforço que logo tá lá.

O povo começa a fugir da polícia, corremos atrás, eles entram numa porta secreta na parede, menos dois dos líderes que ficam pra tretar com a polícia. Um policia vai pra cima mas o zumbi o pega como um bonequinho e começa a devorá-lo. Os policiais saem correndo em pânico. Vou pra cima de um deles mas ele me agarra e lambe minha orelha. Weitz atira nele, o tiro pega em cheio mas ele nem sente. O outro pula em Weitz e a derruba, conseguimos nos desvincilhar e saímos correndo. Sem muito pra onde ligamos pra Kate da Orpheus, contamos a zica toda, ela diz umas paradas estranhas paranormais e diz que vai ajudar, na próxima sessão.

Tô apanhando até de patos, zumbis então...

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1º sessão de Orpheus do Angelo

29/01/2010

1º sessão de Orpheus do Angelo

Spin-Off de outra mesa de Orpheus. Se passa em Bruges, na Bélgica. Ainda somos humanos bundas ignorantes. Nessa eu tô como Nigel Ostermann, bombeiro bonzinho e garoto propaganda do departamento. A Graci tá como Catherine Weitz, uma detetive da puliça. Ela esteve na outra mesa, então já tá meio maluca, liga não.

Começamos recebendo um alerta nos departamentos. Um cara pulou dum prédio e se esborrachou, deixando mó zona no prédio. Chegamos e começamos os procedimentos. O corpo afundou o chão de paralelepípedo mesmo só tendo caído do segundo andar. Weitz fica fuçando no corpo coletando evidências, eu subo checando o prédio. Chegamos no apê do cara, a mulher dele é levada como suspeita, vou fuçando e tem um fogãozinho ligado na cozinha mas com uma chama absurdamente alta. Desligo mas o troço continua, tacamos extintor até o bicho apagar. Tiramos as tralhas perigosas, vou checar os outros apartamentos, entro e encontro um corpo carbonizado sentado no sofá com a TV ligada com estática. Chamo a puliça e vou checar os outros apês, encontro mais corpos. Bizaaarro…

Weitz vai investigar os tostados. Aparentemente eles foram torrados instantâneamente mas não deixaram marca alguma onde estavam, como se tivessem sido colocados lá. Um dele estava gelado, outro ela foi mover e partiu no meio. Fica fuçando e investigando. Liga pra delegacia pedindo equipamentos mas os caras a tratam com descaso. Enquanto ela investiga outro corpo cai lá fora, só que esse afundou bem mais. Ela vai checar e nota que o cara tá sem sangue, sequinho. Mais evidências e investigações…

Eu vou checando os apês, um deles a porta não abre. A chave num gira, o pé-de-cabra quebra!!! Vem mais bombeiros, um tenta com um machado mas o cabo quebra e a lâmina volta no ombro dele. Nenhuma ferramenta funfa, então tentamos pela janela. Marretas, guinchos, lâminas, nada. Então tentamos pelo teto. Chegamos no apê de cima e o cara se recusa a abrir a porta, entramos arrebentando o nariz dele na porta. O cara tá visivelmente chapado, vou levando-o pra ambulância enquanto o outros armam as máquinas. No caminho começo a sentir um cheiro horrível que me deixa nauseado ao ponto de eu cair fazendo o pescoço do cara quebrar. Somos levados pra ambulância e fico emozando por lá. Até ouço umas vozes dizendo que estão por lá mas desencano disso.

Weitz investiga o apê do chapado, acha seringas com líquido preto dentro. Fuça até que acha dentro do chuveiro uns saquinhos com pó preto. Os caras ligas as máquinas pra perfurar mas a broca só vai um pouquinho. O bombeiro bota o olhão lá e sai berrando com um buraco no olho e sangue pra todo lado. Do buraco no chão começa a sair um gás preto, Weitz alerta todo mundo pra evacuar e isolar a área. Tiram todo mundo, continuam os procedimentos padrão, voltamos pros departamentos pegar coisas.

É o que dá ser xereta

Weitz rola umas burocracias com o chefe dela e ele permite ela pegar uns equipamentos com a gente pra continuar as investigações. Eu chego no departamento e recebo a ordem de pegar os troços pra ela e acompanhá-la. Voltamos pro prédio maldito, com roupas de proteção, fuçamos o apê do chapado e achamos um buraco no chão do quarto, entramos e achamos um caixão em pé. Tiramos ele do buraco e abrimos, uma menina só com a metade esquerda do corpo decomposta, e um saco grande na parte de baixo do caixão. Abrimos o saco e tem vários cérebros dentro! Freak demais… Reconheço a menina dum salvamento que fiz uns três anos atrás. Ligo pro departamento e puxo o histórico do salvamento, de acordo com os registros a menina e os pais morreram num acidente de carro dois anos atrás e já foram enterrados. Weitz chama legistas e perícia e talz e vamos pro necrotério.

Isso que é multiclasse

No necrotério o legista zureta começa os exames. Descobre a menina tá regenerando aos poucos, depois pluga os cérebros e vê que tão ativos. Despirocagem científica, exames pra lá e pra cá. Eu pego o endereço do cara que retirou o corpo do chapado que quebrou o pescoço e vou na casa dele. Trombo Weitz que me encomenda um sanduíche. Chego na casa do cara, tio do chapado, me apresento, o cara fica putão mas depois diz que eu fiz um bem pro mundo por que o sobrinho dele era um escroto mesmo e talz. Mó drama. Tomamos chá, o cara resolve ir embora da cidade de vergonha, tento descolar alguma informação útil mas nada. Volto pro necrotério com o sanduba.

Weitz larga os corpos e cérebros sendo examinados, chama a assistência social pra cuidar da menina possivelmente viva, e voltamos pro prédio maldito tentar abrir o apê maldito. Weitz vê alguém de relance entrando no apê. Com grampos e TPM Weitz consegue abrir a porta, tomamos a fumaça preta sem proteção e nos queima. Fechamos a porta e colocamos as roupas de proteção. [noobs…]. Fumaça preta, não vemos nada, vejo um vulto e entro pra pegá-lo, noto que o apê não é mobiliado, vou caçando no escuro. Tomo um murrão, devolvo e acerto alguém molenga e viscoso. Agarro e tiro da fumaça, é a metade de cima de um cadáver, sem braços. Deixo lá com a Weitz e entro de novo.

Ela entra e começa ver tudo em tons de cinza, sem fumaça. Vê uma bancada com potes com fetos de animais dentro. Me acha e tô no banheiro, uma sombra tá indo me pegar, ela grita pra eu sair. Vou saindo e a sobre me dá uma rasteira, depois desce pelo ralo. Então começo a ver tudo em cinza também. Vemos umas barras de metal na porta e janela. Arranco a da janela e tudo volta ao normal, vemos a porta toda arrebentada das tentativas de abrir, assim como a janela e teto. Descobrimos que o apê é da recepcionista. Comunicamos nossos superiores e voltamos pros departamentos. Weitz até consegue uma licença de um dia. E eu uma visita ao psiquiatra…