Archive for the ‘Scion’ Category

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8º sessão de Scion do Angelo

12/03/2010

8º sessão de Scion do Angelo

Continuando as alucinações, Izel vai falar com mais alguém. Hadinho encontra Artemis, conversam bobagens e ela dá um espelho de prata pra ele. Eu encontro outro cara numa encruzilhada, Kalfu, que me dá um medalhão de proteção. Volto correndo e no caminho vozes tentam me distrair. Nos encontramos na alucinação até chegarmos onde começamos, com a fogueira acesa e ninguém por perto. Avistamos umas pessoas aladas lááá longe. Corro pra cabana do xamã albino e ele tá murcho. Dou um gole do goró de Dambala pra ele mas dá um refluxo e eu tomo uns revertério, mas o cara fica mais sussa. Acorda e diz que os alados levaram todos, inclusive Yue, e que são duma nova fé.

Kalfu - o mano das uncruzilhadas

Lá fora investigamos um pouco mais, temos visões de romanos virando cristãos e escravistas levando africanos e espanhóis arrebentando os astecas. Vemos um símbolo, uma cruz azul. Especulamos o que tá rolando e voltamos pro aeroporto. Tochas iluminam o lugar, ninguém a vista. Encontramos Müller no alto da torre todo arrebentado. Diz que os alados passaram lá e levaram todo mundo, até nossos camaradas. Voltamos pro avião e seguimos viajem com Müller pilotando. Checamos as notícias no resto do mundo e vários desastres rolando, além de nossas identidades serem responsabilizadas por diversos crimes.

Chegamos ao Japão, desviamos de olhares curiosos e acusadores, e seguimos pro Monte Fuji. Como está rolando uma obra bizarra temos que passar pelos guardas e trabalhadores pra entrar no monte. Müller some e se esgueira, eu controlo a mente duns caras pra nos darem os cartões de acesso e entramos de boa. Achamos uma parede estranha, ouvimos uma voz feminina pedindo pra provarmos nossas intenções, provavelmente Amaterasu, mãe de Yue. Hadinho mostra o espelho que ganhou de Artemis e coisas brilham, a parede se abre e entramos na escuridããããõ.

Monte Fuji - Nossa nova portinha

Seguimos sem enxergar nada até chegarmos numa sala. Ouvimos coisas nos rodeando, preparamos pra porrada. Müller atira mas não sabemos o resultado, mas sabemos que ele começa a apanhar. Sem muito o que fazer apelo pro Migué, boto banca e ameaço todos, e muitos sucessos depois os nossos atacantes fogem. Achamos duas shurikens negras, guardo pra pagar Müller depois.

Continuamos e a escuridão começa a pesar, atrapalhando a passagem. Invoco as forças da justiiiiça e dou uma machadada no ar. Faíscas de eletricidade espalham criando um corredor pra passarmos. Corremos até uma parede, então unimos nossos ataques e arrebentamos a mardita. Seguimos até outra sala, ouvimos alguém se gabar e nos ameaçar. O safado até me dá uma rasteira pra mostrar que não podemos com ele. Jogo um xaveco e ele abre a boca dizendo que o Erebus está na sala além da Sala do Temor. Então Hadinho saca o espelhilho de novo e ele briiiilha iluminando a sala. O cidadão que nos ameaçava não curtia muito luz, então aproveitamos pra descer o reio nele. Enquanto isso Müller e Izel esgueiram pra fora da sala. O saco de pancadas até tenta fugir, mas vôo por cima dele e reflito a luz do espelho nele, fazendo-o parar. Eu e Hadinho moemos o cabra. Hadinho pega uma espada que o cara carregava e seguimos pra próxima sala atrás de Izel e Müller.

Artemis - Quase uma Eletropaulo

Na saleta do medinho Müller começa a ter alucinações e fica bem patético e chorandoso. Izel vê umas paradas estranhas também, mas um gigante aparece sabe-lá-de-onde e leva eles dali. Aparentemente é o papai Ymir do Müller. Eu e Hadinho entramos e também vemos coisas. Eu vejo muitas cobras, eles começam a se juntar e ficar maiores. Eu desço machadada nelas. Uma maiorzona fica com a cara de meu papai humano, ainda passo o machado nela deixando a cabeça pendurada e ainda falante. Diz algo sobre eu matar ele, respondo que estou deixando eles seguirem suas vidas humanas e seguindo meu caminho. Dou um beijo nela/nele e sigo em frente. Já Hadinho vê uns espartanos queimando uns filósofos, ele impede alguns e começar a tretar com os espartanos. Bota banca neles e aparece o chefe espartano. Conversam e o espartanão resolve deixar os filósofos presos. Hadinho num consegue roubar a chave e fica lá na porta da prisão dos filósofos.

Raul! Raul! Raul!

Nos encontramos novamente, Izel dá uma cutucada em Müller pela desmunhecada. Chegamos até um buracão. Não vemos o fundo. Müller puxa uns bastões fluorescentes e corda e começa a preparar a descida. Eu desço voando na frente e com o espelho luminoso. A escuridão é densa e engloba a luz do espelho iluminando só um pouquinho. Algo me agarra, é Erebus. Ele tá todo acorrentado, pergunta da chave pra libertá-lo. Puxo o frasco de líquido prata que ganhei no meio do caminho e despejo nas trancas. As correntes se desfazem e o tiozinho fica livre. Subo voando de volta mas um teto de escuridão me impede. O povo vai descendo e chega no bloco escuro. Sentam porrada no troço até abrir um espacinho, conversamos e unimos novamentes nossos golpes pra arrebentar o bagulho. Erebus me protege dos estilhaços e vamos saindo.

Erebus - grande senhor da escuridão e blábláblá

Corremos loucamente, coisas se destruindo, Erebus passa apressado pela gente. Trombamos outro mané das sombras, tacamos luz nele e descemos porrada até virar mingau. Algo bem malévolo começa a nos perseguir. Chegamos até a porta e Müller manda corrermos enquanto ele segura o que tá vindo. Saio voando com Izel e Hadinho e tudo se destrói onde Müller estava. Até checamos se ele ainda tá por lá mas sumiu mesmo. Vamos embora esperando que ele nos encontre depois.

Vamos seguindo pro aeroporto quando percebemos que as pessoas sumiram, tudo deserto. Mais investigações e descobrimos estar numa ilha dos mortos japoneses. Especulamos de como voltar. Vou até uma encruzilhada pra chamar Exu e quem aparece é o Barão Samedi, num carro de luxo bem antigo. Conversamos, peço pra ele dar uma força e levar a gente pra fora, ele topa por um preço. Ofereço uma festa no terreiro de Xangô, ele aceita. Diz que pode levar o resto também se eles pagarem o preço deles. Volto pra falar com eles, Izel topa mas Hadinho prefere ir falar com seu próprio papai Hades. Voltamos pro Samedi, Izel conversa com ele e oferece sacrifício de sangue na festinha do terreiro. Ele topa, entramos no carro e ele nos tira dali. Já Hadinho acha papai e o leva por uma escadaria pra sabe-lá-onde.

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7º sessão de Scion do Angelo

25/02/2010

7º sessão de Scion do Angelo

Na casa de Izel nós discutimos sobre como prosseguir. Estamos desaparecidos há dois dias, checo minha situação na internet e vejo uma cópia minha fazendo discurso num país africano. Powell e Condoliza também tão por lá. Aparentemente os vilões substituíram a gente pra seus propósitos excusos. Sven vai ao banheiro e logo escutamos um tiro abafado. Corremos e Sven tá caído com um tiro no meio dos olhos. Procuro o atirador mas não acho. Yue dá uma olhadinha e deduz onde o cara pode estar. Corre pra lá junto com Hadinho. Eu pego um fio de cabelo dela pra usar meu poder de ver através dos olhos dela. Eles correm até um predinho ali perto e vão subindo. Chegam num apartamento e já arrebentam a porta. São recebidos a bala mas não são acertados. Vendo onde eles estão eu saio voando rapidão e entro pela janela de surpresa descendo o machado no atirador enquanto Yue e ele brincavam. O cara fica partido em dois. Fuçamos e só encontramos tralhas de atirador. Percebemos que aos pouquinhos ele está se regenerando, um Scion. Levamos ele e as tralhas pra casa de Izel pra ela checar as entranhas do cara.

Depois ninguém sabe por que eu fico paranóico

Amarramos o cabra na mesa todo arreganhado. Izel põe uma forma de bolo no tórax do cara pra evitar que o ele termine de regenerar. Vou arrumar nossa viajem pro oriente enquanto os sádicos ficam torturando o regenerante. Faço um sermão pra eles pararem de maltratar o coitado. Com nossa viajem agendada vamos interrogar o tal. Deixamos ele regenerar até poder falar. Vamos conversando, o cara diz que foi contratado pra matar a gente mas não sabe por quem ou por que. Sabe que somos Scion e que estaríamos ali naquele dia. Izel pega o escalpo que tinha no freezer pra assustar o cara mas ele nem liga. Estoura as amarras e senta tranquilo pra conversar civilizadamente. Se apresenta como Müller e como ele falhou na missão dele logo virão atrás dele, então resolvemos contratar ele pra nos ajudar a libertar o Erebus do mundo das sombras. Ele cobra três itens mágicos. Faço o contrato com ele. Ele diz ser filho de Ymir, um “titã” nórdico. Johan fica meio cabreiro mas convencemos ele a deixar de frescura. Sven se recupera do tiro sem problemas devido seu poder.

Ymir - Papai do Müller

Umas horinhas depois vamos pro aeroporto e pegamos nosso jatinho particular. Viajem tranquila até uma parada na Oceania. Na cabine noto que os pilotos estão paralisados. Vamos saindo bem paranóicos, tudo apagado. O carinha que colocava gasolina também está caído e a bomba ligada. Desligamos e seguimos eu e Hadinho até a torre de comando. Izel fica no avião fuçando atrás de coisas, acha um botijãozinho com canos conectados, além dum dispositivo com cara de bomba. Chama Müller que começa a desativar as coisas. Na torre de comando vemos todos caídos e nenhum equipamento funcionando. Notamos que a cidade toda tá apagada.

Voltamos pro avião o povo começa a ouvir sons de batuques ao longe. Eu e Yue vamos checar os batuques voando enquanto o povo tenta salvar a vida dos pilotos. Muitos choques e sopradas depois e os pilotos ficam melhor. Eu e Yue sobrevoamos uma área onde há pessoas dançando ao redor duma fogueira. Descemos na caruda e tudo pára. Todos nos observam, eu pergunto pelo líder deles. Demonstro que não sou hostil e a festinha aborígene começa a voltar ao normal. Duma cabaninha xumbrega sai um negão albino cheio de badulaques. Ele diz que nós trouxemos a escuridão, eu digo que não. Ele puxa um pó da pochete e sopra na minha cara, me apagando. Antes de cair só vejo os pés de Yue se movendo pra atacar. Izel e Hadinho chegam lá na festinha depois e vêem um monte de gente morta e Yue pendurada toda arrebentada. Os aborígenes impedem a passagem deles até que o albino aparece e taca pózinho neles também.

Hora da viaaaaje...

Acordo e a fogueira brilha azulado. Estou vestido roupas africanas, machadão e escudão. Sem pessoas por perto, vou até a cabana atrás do albino. Ele tá sentado chacoalhando búzios. Ele joga os búzios e me diz que tem algum safado comigo que vai me trair. Diz mais abobrinhas e que eu tenho que caçar alguma coisa lá fora. Saio correndo pelo mato gritando loucamente. Izel acorda e a fogueira brilha verde (eu acho). O albino chama ela pra cabana e joga os búzios dela. Fala abobrinha e manda ela pra cidade. Hadinho mesmo esquema só manda ele pra montanha.

Izel vai pra cidade, tudo intacto e vazio. A delegacia chama sua atenção, ela entra e tem um policial. Ele diz que tem que pegar a explicação dela sobre o lance de ir salvar um titã. Falam mais abobrinhas e o cenário muda pra algo mais macabro e o policial se revela um dos deuses do panteão Asteca, o da morte. Falam sobre sacrifício e outras bobagens que num prestei atenção.

Mictlantecuhtli - o deus da muerte

Hadinho vai até a montanha e começa a subir até uma forja onde encontra Hefesto. Conversam e Hefesto dá um marretão pra Hadinho levar montanha acima. Segundo ele pra quebrar as correntes que prendem o Erebus. Hadinho segue e Hermes aparece. Dá um cinto pra Hadinho carregar o marretão de boa. Segue até encontrar Hades onde começam a fofocar também.

Hefesto - o forjador

Eu sigo pelo mato até sair numa savana africana. Leões impedem meu caminho, tentam me afugentar, me atacam mas eu não recuo e assusto eles. Continuo até que um cara de cartola aparece, Barão Samedi. Conversamos sobre eu ficar mais forte e ter força de vontade. Deixo-o pra trás e sigo até uma encruzilhada. Mando Exu aparecer logo. Ele aparece todo caipirão e me oferece um cigarro de palha. Eu sopro a fumaça do cigarro nos caminhos da encruzilhada e um deles fica mais nítido. Sigo por ele até uma fazenda. Lá mulheres gostosonas me recebem e pedem preu parar pra descansar, eu ignoro e sigo pra casa da fazenda. Um tiozinho me recebe, é Damballa, o pai dos deuses Uloa. Enquanto conversamos aparece uma mulher incrivelmente gostosa e atrai toda atenção pra ela. É a esposa dele, Erzulie. Ela toca meu escudo e diz preu não esquecê-lo. Depois que ela sai eu me desculpo mas o cara entende. Me oferece pinga e ficamos bebendo. Ele me dá um frasquinho de bolso de pinga, diz que vai me ajudar quando eu me ferir. Largo ele lá e sigo meu caminho pra próxima sessão.

Barão Samedi

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6º sessão de Scion do Angelo

21/01/2010

6º sessão de Scion do Angelo

Nessa só eu, Izel e Hadinho.

Como o mestre já não lembrava mais o que tinha planejado seguimos pelo templo e conseguimos o que tínhamos ido buscar, só não lembrávamos de como tínhamos feito. Sabe como é, coisas do Destino e talz. Acordamos numa encosta, clima gostoso, e sem nosso camarada puliça. Ficamos confusos, Hadinho deduz que estamos próximos da Inglaterra (ou era Escócia?). JFK sai voando pra fazer reconhecimento. Nas árvores vemos uns lagartos grandes passeando. Especulamos e deduzimos termos sido capturados, falo pro ambiente pedindo pra falar com alguém, mas nada acontece.Passa um tempo e ouço um grito de JFK, vou checar voando mas não acho nada, continuo procurando.

Izel saca algo sobre um povo lagarto ancestral que queria derrubar o deus sol ou algo assim. Então os lagartões começam a rastejar em direção ao povo e começam a se transformarem em bípedes. O povo espera e os lagartos falam que vieram conversar já que a gente pediu pra falar com alguém. Depois de muita conversa descobrem que estamos passeando no corpo de Gaia, a mãe do Typhon, o titã geladinho. Os lagartos dizem que estamos com algo que não pertence a nós, então Sven mexe na mochila e tira uma vareta dourada com roldanas, aparentemente aquilo que pegamos no templo passado. E eu voando noto que as coisas se mexem estranhas, uso um poder de línguas e começo a ouvir Gaia falando. Volto e me junto ao grupo. Conversamos mais com Gaia e pedimos ajuda e pra nos levar de volta pra continuarmos a campanha, ela manda seguir os lagartos.

Gaia - E o nível da encrenca só cresce

Chegamos até uma clareira com um poço, a água do poço parece estranha, diz pra olharmos na água, Sven fica com frescura por ter visto algo ruim. Dou um sermão nele e todos olhamos pro poço. Todos temos uma visão, porém adaptada aos nossos respectivos panteões. Vemos que tá rolando manipulação suja em alto escalão, já ficamos com a pulga atrás da orelha. Sven diz que viu pessoas molhadas pingando água suja. Especulamos até cansar.

Pedimos pra Gaia nos mandar de volta e devolver JFK, ela diz que o JFK fez besteira e vai ter que ficar por lá, converso com ele através do poço, ele diz que ele ficar lá é o preço que tem que pagar pra gente poder voltar.Oh bem… Voltamos pra encosta e a dona Gaia nos manda de volta. Acordamos numa ilha com ruínas gregas. Identificamos como a ilha do minotauro. Meio perdidos já que voltamos pro mundo normal quando deveríamos estar no mundo das sombras. Discutimos bastante, então pego o troço dourado do templo e tento ativar. Coisas brilham, ele estica e vira um arco. Deduzimos que é a ajuda que Typhon vai nos fornecer. Hadinho pega o arco, manda a flecha dizer o caminho pro nosso objetivo, o Erebus, e atira a flecha, que deixa um fio dourado pra seguirmos, até o oriente.

Esses titãs ultrapassados...

Discutimos muito sobre o que fazer a seguir, então checamos na civilização e descobrimos que estamos seis meses no passado. A Gaia sem vergonha aprontou. Muuuito mais discussão, Yue vai saindo mas a convencemos de ficar juntos. Concordamos que precisamos falar com nossos pais, então Sven vem com frescura por que ainda não descobriu quem é seu papai. Uma sessão de terapia da Izel depois e tudo resolvido. Então fazemos algo bunitinho, juntamos as mão e invocamos nossos pais pra conversar. Cada um tem seu papinho, contamos da zica e nos mandam de volta pro tempo certo.Detalhe pra Izel aparecendo no meio da cidade com um escalpo dum cara que papai deu pra ela, quase gera uma encrenca.

Nos encontramos na casa da Izel, nosso point já. Aparentemente Sven teve seu contato divino. Checamos a situação e descobrimos que as coisas tão mais suaves de que quando saímos, passaram dois dias. Porém a casa da Izel tá cheia da pó como se abandonada por meses, e a tal ilha que aparecemos no passado ganhou independência da Grécia. Percebemos o quanto nossas ações tão bagunçando misticamente o mundo. Paramos pra discutir o que fazer na próxima sessão.

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5º sessão de Scion do Angelo

30/07/2009

Começamos com Izel e Hadinho subindo uma montanha na terra geladinha do titã Typhon, pois com esse grande sacrifício eles conseguiriam voltar pra onde tava o resto da galera. Vão subindo, Hadinho güentando mas Izel já virando picolé. Até que começam a ouvir rosnados grandões ecoando, avançam na nevasca e uma parede de pêlos brancos começa a estressar com eles, o Abominável Homem das Neves. Mais a frente mais uns vindo, Izel pica a mula, Hadinho dá uns olés e consegue passar por debaixo das pernas do primeiro, dando de cara com os primos abomináveis dele.

Nenhum Yeti foi ferido durante a gravação deste filme

Nenhum Yeti foi ferido durante a gravação deste filme

Já lá no castelinho da escuridão escura JFK continua tentando me convencer a entrar e resgatar os dois perdidos, a voz dele some pra mim e começo a ouvir papai, ele reclama de estarmos parados, manda eu tomar jeito e agir logo, trovões depois um machadão cheio dos raios aparece na minha frente. Pego, faço pose e chamo a galera pra entrar na salinha dos perdidos.

Agora siiiim!!!

Agora siiiim!!!

Chegamos a terra geladinha do gelo gelado, nevasca pedrera, vamos seguindo até que vemos uma avalanche se aproximando, corremos prum abrigo, Johan (NPC Mode:On) fecha a boca do abrigo com uma paredinha de gelo. Depois de passada a avalanche seguimos até a caverna do Typhon. Chegamos e vemos o gigantão de gelo Typhon sentado no tronão, vou subindo até que Izel aparece, diz que Hadinho tá lá fora enfrentando Yetis, peço pro Johan ir ajudar ele já que asgardianos curtem o friozinho, Yue (NPC Mode:On) vai com ele.

Hadinho tá lá se safando dos peludões quando um raio energético passa por ele e acerta um dos peludões, ele vê Johan e Yue se aproximando, aproveita a brecha e sai correndo. Todos voltam pra caverna.

Na caverna vou ter um lero com Typhon. Vou voando até a cara do infeliz, conversamos, apelo pro coraçãozinho gelado dele, muito papinho emo depois (e uns dados muuuito malvados) ele topa ajudar a gente se cumprimos uma missão pra ele, mas só vai passar quando todos estiverem reunidos. Topamos, vamos buscar Hadinho mas a galera chega, voltamos a falar com Typhon, todos subimos dessa vez pela escadinha, ele nos segura em sua mãozona e nos põe no alto duma janelona. Diz que lá nuns montinhos há um troço que a gente tem que recuperar, e a gente vai saber o que é quando achar, daí ele vai ajudar a gente. Side quest aí vamos nós.

Ok, eu me recuso a fazer uma piada de frieira

Ok, eu me recuso a fazer uma piada de frieira

Vamos descendo a montanha até lá embaixo somos abordados por um véio estranho perto duma fogueira. Ele diz que pra passar ali nós temos que pagar algo pelo caminho seguro, podemos passar sem pagar nada mas aí por nossa conta e risco, então vemos uns urubuzões sobrevoando nossas cabeças. Conversamos entre nós, vou lá falar com o véio, ofereço pagar a passagem de todo mundo com uma estória por cada passagem, o véio recusa no começo mas topa. Conto várias estórias, uma de cada canto do mundo, só que todas passando a mesma mensagem de formas diferentes mostrando a harmonia da humanidade e blábláblá. Um tempão depois das estórias o véio libera a passagem, então seguimos. Quem era ele ou se realmente tinha algum poder sobre o caminho a gente não sabe, mas velhinhos bizarros de estradas me dão medo. hehehe

Eu que não quero enfezar esse tio.

Eu que não quero enfezar esse tio.

Caminhamos um tempo, o caminho aparentemente mais agradável, talvez obra do véio esquisito, vai saber, até que Hadinho avista uma mulher boazuda fora da trilha e resolve ir até ela. Tentamos convencê-lo a voltar pra trilha suspeitando ser safadezas do inimigo tentando nos atrapalhar mas num adianta, ele sai, e logo o resto também começa a sair cada um pra um canto. Sigo um deles e ao longe vejo um negão parado, de longe mesmo falo com ele, descubro ser Exu, o deixo e volto pra trilha. Falo com Izel, ela resolve passear também, vou até o Exu né. Falo com ele, uns papos sobre desconfiança e talz, ele diz que pra onde teremos que derrotar Mikaboshi pra que os panteões dividam o reino da escuridão entre eles, Exu manda deixa a guia que ele me deu lá, e me entrega um frasquinho com um pó/gás prateado, diz preu deixar lá na escuridão também pra me ajudar a voltar pro mundo legal. Fala também duns lances de caminhos e vida.

Exu - Você também não ficaria com o pé atrás se trombasse um negão segurando um troço desses?

Exu - Você também não ficaria com o pé atrás se trombasse um negão segurando um troço desses?

Voltamos pra trilha, cada um teve um papinho com algum enviado de seu deus. Izel fala com um cara que arranca o coração dum animalzinho e dá pra ela comer e ter visões. Hadinho fala com uma mina gostosa, e JFK fala com Ares, o deus da guerra, que quebra o arquinho que JFK ganho de Afrodite e dá duas faquinhas retornáveis no lugar. O resto (NPCentes) volta e seguimos.

Chegamos aos montinhos, avistamos vários Ciclopes passeando por lá, e notamos coisas místicas depois, um mané fazendo ritual vudu com as almas dum monte de gente que um sacerdote asteca sacrifica num altar. Vamos pro ranca-rabo, JFK sai voando e brilhando pra atrair a atenção dos Ciclopes, uns o perseguem tacando suas clavonas, JFK devolve facadinhas, Yue e o Federal (Pj do Junior) saem no tapa com uns outros ciclopes, continuamos avançando. Tentamos ser furtivos mas Izel se assusta com um esqueletinho e atrai bastante atenção (falei, dados malvados). Izel sai correndo dum montão de ciclopes, JFK chama atenção deles com raios de luz e eles tacam mooontes de lanças pra cima tentando pegar JFK, acabam acertando muitas em Hadinho, mas ele seu poderzinho ajuda a ficar menos ferido. Hadinho dá a volta e continua seguindo enquanto Izel corre loucamente e eu, Johan e Svein seguimos muquiados.

O são meras dúzias de ciclopes raivosos... Fichinha....

O que são meras dúzias de ciclopes raivosos... Fichinha....

Chegamos até o asteca maluco que tava sacrificando o povão, ele usa umas magias mas entra no cacete com Johan e Svein, eu sigo pro vuduzêro. Eu e Hadinho chegamos no maluco vudu, que ignora a gente na maior, mó mancada. Hadinho quebra seu ossinho mágico e invoca três esqueletos pra brigar, eu falo umas bobagens heróicas pra ajudar as almas presas ali a se revoltarem e nos ajudar na pancadaria. Elas entram na quiaca, vão pra cima do maluco junto com os esqueletos, eu falo mas bobagens posers e meu machadão se eletrifica, desço o danado na cuca do maluco que num güenta o montinho e se esvai, aquela forma tava destruída.

Aposta quanto que veremos esse puto de novo?

Aposta quanto que veremos esse puto de novo?

Izel toma umas bordoadas na fuga, joga sua pantera pokémon que consegue resolver uns ciclopes e ela se safa. JFK aparece, ele e Hadinho vão ajudar Izel, eu vou ajudar Yue e o Federal, chego lá e o Federal acaba de capotar, desço no Shazam e pedalo um Ciclope. Faço uma pressão, com raios e voando, dizendo que o mestre deles recebeu a justiça de Xangô e que eles também virariam patê, num deu outra, Ciclopes fugindo pra todo lado. Hehehe. Todos chegamos Johan e Svein que pedalaram o asteca mas tão tretando com Ciclopes. Tomo controle de um ciclopes e o uso pra pegar os inimigos por trás, entramos na pancadaria e acabamos a treta. Vamos entrando no templo de onde saiam os sacrificáveis.

Precisamos duma musiquinha de encerramento, não? _triumph__by_crakaemotes

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4º sessão de Scion do Angelo

06/06/2009

4º sessão de Scion do Angelo

Sem Lara e Kauê dessa vez.

Começa comigo sendo levado até o tal monolito que ia checar minha situação. Sou amarrado com correntes numa pedrona que diz que eu que tinha que entregar os tridentinhos pois era da minha fé. Digo que me deixarem eu reúno o povo de volta e faço o troço direito, a pedrona topa.

Apareço ainda acorrentado numa lápide de volta ao cemitério. Um líquido verde gosmento começa a escorrer pela lápide, uma gota toca em mim e queima minha pele. Escuto uma voz falando abobrinhas, deduzo ser o Mikaboshi. Faço umas macaquices e consigo quebrar a corrente. Saio correndo procurando o povo.

Mikaboshi safadão

Mikaboshi safadão

Izel caminha pelo mato com papai, ele diz que o povo tá indo pra lugares errados e que esse é o certo. Pega sua faquinha rasga o próprio peito, e com o sangue jorrante faz uma trilha pelo céu. Izel começa a seguir a trilha.

JFK está na luz fofinha e começa a ser envolvido pela escuridão tinhosa, ouve a tal voz Mikabóshica também.

Hadinho também começa a ser envolto pela escuridão.

Na minha caça eu me concentro nos tridentes que tão com o povo e noto um pontinho dourado ao longe. Izel me vê correndo pra lá e me chama, escuto mas não a vejo. Deduzo estarmos em diferentes fases ou níveis então pego os outros tridentes que estão comigo e tento conectar todos numa freqüência só, trazendo todos pro nível que eu tô. JFK se sente puxado pra cima sendo tirado da sombra. Izel sente o puxão pra baixo mas resiste por que sabe que tá no lugar certo. Já o puto do Hadinho tenta resistir e acaba sobrecarregando minha mente ma fazendo perder a noção de onde tá o resto do povo, só tenho a noção exata de onde tá o puto. Corro pra onde ele tá e encontro o coveiro maluquinho que abriu a passagem dele. O cara abre a passagem pra mim e mergulho. No caminho sou seguro por mão frias, dou uma carteirada e me soltam. Voando pego o Hadinho e arranco ele das sombras. Pego o tridente dele e tento conectar novamente só que dessa vez pro plano que a Izel tá. Nos juntamos na trilha de sangue, sem sinal de Johan ou Yue, seguimos.

A trilha nos leva até um templo que cada um vê como algo de sua fé. O templo tá caindo aos pedaços, nós pousamos no teto e vamos descendo. Numa sala toda arrebentada encontramos Yue caída. A acordamos e fazemos ela pegar no tranco.  Vamos descendo e noutra sala com um monte de cadáveres duma luta foda está nosso caro Johan tooodo arrebentado. Izel e Hadinho ficam tentando consertar o coitado. Hadinho chama papai que aparece todo poser. Hades faz uma cura em Johan, e entrega um dedo de osso pra Hadinho, fala umas bobagens e some. Vamos levando Johan até que noutra sala também toda zuada encontramos o PM filho de Anúbis caído (ex-PJ do Junior), acordamos o puto e arrastamos ele com a gente. Noutra sala trombamos o Sven (PJ do Fay), o acordamos e levamos junto.

Chegamos num poço de escuridããão, JFK tenta iluminar mas nada. Pulamos, a queda é suave como se a escuridão fosse bem densa. Aterrisamos num lugar totalmente escurão, não vemos nada. Nos reunimos e vamos seguindo em fila indiana. Ouvimos alguém mais aterrisando. Nos preparamos pra porrada mas uma voz diz que agora pode nos acompanhar. Erebus, nosso titã camarada. Ele nos guia até a porta onde devemos colocar os tridentes. Chegando lá vemos que os buracos são bem maiores que a chaves, temos que fazer o trocinho crescer antes. Hadinho quebra seu dedo de osso e aparecem cinco espartanos caveirísticos que começam a tretar com todos. Yue, Sven, Joham e o PM partem pra porrada com os espartanos. Pego um tridente e me espeto deixando sangue cobrir o troço, provando minha linhagem de Xangô, o bagulho cresce. PLIM! Entrego os outros tridentes e digo pra provarem suas heranças. JFK por reflexo pega o garfo e o usa pra ajeitar o cabelo, a vaidade de Afrodite faz crescer qualquer coisa né. Izel se espeta também, sacrifício de sangue de Tezcatlipoca. Hadinho espeta o troço num dos espartanos, coisas mortas de Hades. Yue faz uma prece japa pra Amaterasu. Johan, Sven e o PM não sabem o que fazer. Faço um discursinho inspirador eles fazem os tridentes crescerem, o PM com um papinho de justiça e Johan não lembro como. Alguém adiciona nos comentários aí.

Colocamos os tridentes, o portão abre, Erebus nos deixa, vamos seguindo nos reino da escuridããão. Ouvimos a voz de Mikaboshi nos pentelhando de novo falando que tá em todo canto e as sombras são vivas ali. JFK resolve brilhar e toma uns trancos dumas sombras. Vamos andando e logo aparecem umas minas zumbis pra nos encher. Partimos pra porrada e acabamos com as zumbis. O pobrema é que não sabemos pra onde ir, só que fica a Sudeste, segundo Hades (ou era Erebus?). Uso meu poder de detectar crimes e culpa e talz pra nos direcionar até a prisão de Erebus. Vamos seguindo.

Chegamos num castelão enooorme. Tentamos contorná-lo mas num adianta. Voando vou lá checar mais perto. O castelo tá flutuando e embaixo dele tem uma queda d água brutona, na única janela eu vejo que tem uma pessoa. Passo pra galera e decidimos falar com o cidadão. Chego lá e chamo-o, um tiozinho aparece, falo nosso lance e que precisamos passar pelo castelo pra seguir, ele diz que é irmão de Erebus e deixa a gente descansar ali antes de prosseguir. Ele dá um brilhão e ilumina nosso caminho. Todos entramos no castelo e vamos descansar. Uns ficam na biblioteca outros vão cochilar. Ficamos pesquisando sobre Mikaboshi, Erebus, titãs, deuses, e essas coisas.

Nosso pit stop

Nosso pit stop

Izel sugere que nos separemos mas o povo num curte. Ela se revolta e sai passeando pelo castelo. Encontra uma porta estranha e pergunta pro titã o que rola ali, ele diz que tem muito conhecimento ali mas é foda de conseguir e voltar, ela pede pra ele abrir a porta e entra. (Aiai…) Ela vai parar numa nevasca fudida e chega até uma caverna, encontra um mega gigante de gelo num trono. Escala o cidadão e tenta falar com ele. O sorvetão, o titã Typhon, nem liga e manda ela embora. Ela sai de volta pra nevasca e tenta achar a saída mas num acha.

Na biblioteca sentimos as coisas sacudirem quando a tal porta é aberta. Hadinho e JFK vão checar, trombam o titã que explica de novo a parada e Hadinho resolve entrar. Vai parar na nevasca, tromba o sorvetão, discute com o tal mas não dá em nada. Volta pra nevasca, tromba Izel, conversam e num chegam a lugar algum. Hadinho volta pro sorvetão e tenta enfezá-lo mas num consegue nada também.

o titã Typhon

o titã Typhon

O resto do povo se reúne e JFK resolve levar todo mundo pra lá também. Muita discussão, uns querem entrar, outros como eu não querem. De qualquer forma tive que ir embora. Se rolou mais algo fazfavô de adicionar aí.

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3º sessão de Scion do Angelo

08/05/2009

3º sessão de Scion do Angelo

Nessa o Eros voltou pra mesa, tá como JFK III, filho de Afrodite (quem mais…). E a Lara faltou. Tzk tzk.

Começamos um pouco retroativo com JFK na cadeia. Um adevogado grandão e negão (meu papai) aparece dizendo que veio soltar ele. Diz que foi mandado pela ONG do meu Pj. Diz que oficialmente o senhor JFK foi deportado, então ele trouxe uma nova identidade e dinheiro. Libera ele da cadeia e ele se depara com sua mamão Afrodite num carrão. Entra e segue com ela até um apê. Ela explica a zorra toda pra ele, depois leva ele pra fora e faz ele voar até o céu pra ver a pretidão, sente várias coisinhas lá. Ensina ele a brilhar também. Depois chama Hades que aparece e complementa a explicação e dá um arco pra ele. Diz que ele vai abrir o caminho pro mundo da escuridão pra gente. Libera ele, ele liga pra gente e passamos o endereço da casa da Izel. Ele aparece lá.

Como visto na última sessão, saímos correndo de casa. No meio da rua vemos pessoas capotadas e destruição geral. O céu tá beeeem pretão. Como sabemos que Hades vai abrir o caminho pra gente resolvemos ir prum cemitério ver o que rola. No caminho eu, JFK e YUe caímos no sono como todo mundo.

Chegamos no cemitério, Hadinho vê um véio escroto cavando um cova. Diz que é o caminho pra ele mas que ele tem que pagar o tributo, manda ele procurar por aí. Hadinho vai sauqear os túmulos.

Izel vê seu papai Tezcatlipoca, ele diz que cada um tem que ir pelo seu prórpio caminho. Solta um viadinho e ele é furado por várias flechas, depois some. Depois que volta a si ela tenta me acordar fazendo um corte na minha mão, num funciona.

JFK, no sonhinho, vai parar num pântano macabro. Não lembro o que rolou, se alguma alma caridosa que estava presente quiser relatar, fazfavô.

Johan no hospital vê a zona na tv. Sai e liga pra Izel que manda ele vir pro cemitério. No meio do caminho ele capota de sono no volante. Vai parar numa paisagem nórdica. Ele encontra um guerreirão morto, pega o elmo, escudo e machadão do cara e prossegue. Alguém diz algo sobre ele ter que lutar pra sair. Então aparece um esqueletão armado e a treta começa. Johan arrebenta o cidadão e volta pro mundo dos acordados, segue pro cemitério.

No meu sonho vou parar numa floresta. Caminho e vejo só dois macacos me observando. Escuto uma cachoeira próximo. Chego até a cachoeira, faço uma pausa e escuto barulho no mato. Vou checar e encontro um dos macacos morto arrebentado. Escuto outro barulho, corro pra checar e vejo o outro macaco. Como num entendo nada de floresta levanto vôo e vou por cima. Reconheço o lugar como a floresta próximo duma montanha sagrada do Quênia. Vou seguindo até onde creio ter civilização.

No caminho vejo gorilões alados afogando pessoas num rio. Reconheço como criaturas míticas relacionadas aos mortos. Aterrizo e me escondo pra observar. Chamo por Exu e ele aparece. Todo malandrão fumando cachimbo. Pergunto sobre as criaturas e ele confirma minhas suspeitas, diz que eu tenho que passar pela ponte do rio pra poder voltar pro mundo normal. Ele me dá uma guia com 7 tridentinhos de ouro, diz que tenho que usá-los na hora certa. Depois ele vai embora.

Vou todo imponente em direção as criaturas. Chego numa e exijo passagem dando carteirada como filho de Xangô. O bicho pede prova então ativo o modo PoserPlus e começo a levitar, encaro o bicho e boto a banca. Ele libera a passagem. Do outro lado outro bicho me pára e diz que eu tenho que pagar o tributo pra continuar. Na malandrage dou um dos tridentinhos de outro pra ele. Ele me deixa passar e diz onde encontrar o cara que pode me mandar de volta, manda até uns guardinhas pra me escoltar. Dou uma última esnobada e sigo.

Chego numa cabana cheia das vuduzices. Entro e o Barão Samedi tá lá me esperando. Conversamos e ele me diz que temos (PJs) que nos encontrar num ponto ainda seguro do mundo da escuridão. Me mostra o local através dum espelhão. Diz pra deixar o pagamento já preparado. Depois me manda de volta.

Acordo, Johan chega, chamo todo mundo, mas Yue seguiu direto antes de conseguirmos falar com ela. Passo pra galera o local de encontro e dou um tridente pra cada um pra pagar pela viagem. Depois cada um segue seu próprio caminho. Chamo pelo Barão Samedi.

Izel caminha pelo mato, encontra seu papai que lhe dá uma roupa típica. Partem.

Johan tromba Odin que dá uma roupa também.

Hadinho e JFK seguem juntos, Hadinho entra na cova feita pelo véio escroto e some. JFK dá com a cara na terra. hehe. Mas sua mamâe aparece e leva ele através da luuuz.

Já eu vou sou levado por uma floresta onde trombo papai, que me dá umas peles, lança e escudão. Pergunta pelo pagamento e mostros o meu tridente e o que eu guardei pra YUe. Ele diz que eu devia pagar a pasegem de todo mundo, não entregar pra eles pagarem. Duh! Rolo umas semânticas e ele topa ver o que o Monolito (seja lá o que for isso) acha. Moral da história: bonzinhos só se fodem.

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2º sessão de Scion do Angelo

04/04/2009

2º sessão de Scion do Angelo

Nessa o Cauê Caolho não estava presente. E o Seiya não dormiu! Ele tá como um neuromédico filho de Hades, e com um nome muito bizarro preu lembrar então o chamaremos de Hadinho até eu descobrir o nome dele.

Começou com Hadinho conhecendo seu papai Hades e sendo enviado pro terreiro de Pai Éder pra encontrar a gente.

Eu e Izel acordamos de manhã, enquanto tomávamos café alguém bate na porta. Já fico na neura com uma faca na mão, ela atende e tá um cara magrelo com cara de morto. Ele diz que foi enviado do pai dela, Tezcatlipoca, pra ajudar. Entra e diz que vai ser o guia dela, os dois começam a fazer macumbinhas astecas. Izel pega uma travessa de bolo, põe água, pinga gotinhas de sangue e começa a fazer premonições. Vê que tem um perdido procurando a gente num lugar relacionado a mim. Deduzimos ser o terreiro. O cara dá um pingente em forma de um jaguar pra ela e diz que é presente de papai, que ela vai saber quando usar.

O cara leva a travessa até a cozinha pega uma faca e corta metades de dois dedos dele mesmo que caem na travessa. Pede o amuletão de Izel que entrega o troço pra ele. Joga na água e fala coisas numa língua bizonha. O amuletão (outro presente de papai) tem uns efeitos especiais e volta ao normal. Ele diz que agora ele tá pronto pra usar.

Ligo pra Pai Éder e aviso que alguém vai me procurar lá, peço pra direcionar o coitado pra casa da Izel. Ligo também pra minha assistente pra checar as coisas com a puliça. Acendo umas velas e rezo.

Enquanto isso, no dojo da japa Yue ela tem ceninhas emo com seu papai e mamãe. Depois o véio da uma surra nela no treino. Ele faz uns troços lá que cura Yue do danos da última sessão.

Hadinho chega na casa de Izel, o recebemos, explicamos a zona toda que tá rolando. Então algo é atirado pela janela, gás começa a encher a sala. Tento olhar pela janela mas tiros são disparados. Jogo uma toalha na lata de gás pra tentar amenizar. Hadinho pula pela janelae  aterrisa lá embaixo. Pego Izel e vamos saindo da casa, eu já com o .38 na mão.

Lá fora começa a acumular transeuntes. Noto movimentações estranhas de vultos, mando aparecerem, uma poça de T1000 começa a se formar ali perto, da poça aparece uma cara tipo o Surfista Prateado, todo metalizado sem face. Tento dialogar, Hadinho ataca por trás mas só machuca a mão na couraça do bicho. Falo pro Hadinho ficar de boa e tento dialogar de novo. O bicho levanta a mão pra mim como se fosse disparar algo. Me preparo pro tiro. Hadinho pula pra me tirar do caminho na hora que o cara dispara. O tiro erra a gente. Saio voando com Hadinho mas solto ele logo, fico no alto da casa enquanto a galera na rua delira. Izel puxa seu pingente e ativa ele. Um Jaguar aparece e começa a cacetar o oscar pirata. O oscar toma umas garradas e vira pocinha de novo, depois some. Izel puxa o Jaguar de volta pra pokebola e explica pros transeuntes que era ensaio prum filme que as gravações começam amanhã.

Voltamos pra dentro da casa, sem fumacinha já. Ficamos discutindo sobre donde veio aquele cara e percebemos que tudo na casa que fazia algum reflexo ficou opaco, espelhos, panelas, vidros, tudo. Izel usa suas macumbices e descobre que a casa tá zuada, mais macumbices e expurga as zicas da casa, deixa ela segura pra gente.

No dojo, Yue está tomando banho na jacuzi quando a água começa a mexer de forma estranha. Ela sai, e se prepara pra porrada. Da jacuzi sai um cara feito de água e vento. Desafia ela pra pancadaria. Ela tenta abrir a porta mas uma força impede. Ela começa a tretar. Só que cada ataque ela que se machucava pois o vento que formava o cara cortava ela, num deixando que ela o atingisse. Ela tenta jogar o secador ligado nele mas num adianta. Depois de apanhar bastante a sombra dela começa a formar uma criatura que abre uma espécie de portal que suga o bicho de água, depois some.

Yue liga pra gente e vai pra casa de Izel.

Yue chega, almoçamos, depois ela dorme no sofá.

Fico olhando pela janela, o tempo fechando, a rua ficando deserta. Alerto o povo. Izel faz mais macumbas protetoras.

Yue começa a sonhar com a escuridão, alguém começa a aterrorizá-la no sonho, deduzimos ser Mikaboshi, o outro “titã” da escuridão que vamos enfrentar em breve. Ele impede que ela acorde. O tempo lá fora fica bem ruim, a rua totalmente deserta. Tentamos acordar Yue, damos uns berrões e chacoalhões até que ela acorda. Conta pra gente o que rolou.

Na Tv mostra pessoinhas caindo no sono, vários acidentes rolando, outros Scions aparecendo e tretas comendo soltas. Discutimos o que fazer, precisamos descansar pra amanhã ir pro reinos das sombras mas se dormirmos corremos o risco de não acordarmos. Então Izel pira na batatinha e sai correndo pra fora, a seguimos.

Que dó eu tenho da humanidade…