Archive for the ‘Senhor dos anéis’ Category

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Última sessão de Senhor do Anéis do Leo

04/12/2009

Última sessão de Senhor do Anéis do Leo

Última da primeira Era né. Nessa tivemos além de mim, o Foice com Haldir, elfo guerreiro, e o clérigo do Álvaro e o Ranger do Hugo que eu não lembro os nomes.

Andando pelo túnel gigante pra Gondolin, a tal cidade fodona dos elfos, somos atacados por flechas, vozes muquiadas mandam a gente se render  largar as armas. Não conseguimos achar os safados, uso minha magia de sono e uns dormem, fico invisível e comço a procurar os escondidos. O Ranger (ex-pj do Danizinho) puxa as armas e toma umas flechadas, morrendo. Os escondidos enchem o saco até que nós nos entreguemos. Pegam tudo que a gente tem, bando de ladrões. Depois de sermos subjugados aparece um elfo poser lá que dizem ser o rei da turma toda lá, rei Turgon. Falam umas abobrinhas, mostro o anel que o Fingolfin (outro cara fodão, um rei, acho) me deu e os caras levam também. Vão nos levando até a cidade de Gondolin. Nos arrastam por portões gigantes cheios de frescuras até a sala do rei.

Gondolin - Uma cidadezinha aí...

Enquanto isso no inferno, nosso clérigo (que foi morto na penúltima sessão) é arrastado por um demonião. Sei lá como ele se livra disso (é, eu tava entretido com outra coisa no momento tchururuuu) e vai parar no salão de Mandus, o deus do destino. Eles conversam e mandam o clérigo de volta pros vivos, algo sobre ele num poder mais morrer ou algo assim. Já o ranger passeia por locais élficos e acaba indo parar na Terra-média também (já falei que eu tava distraído?).

Lá na sala do rei Turgon fala mais abobrinhas, sou mau educado como sempre e ameaçam me matar como sempre. hehe. Aparecem o Clérigo e o Ranger por lá, mais conversa sobre a situação da Terra-média e tretas diversas. Falo pra eles pararem de frescura se quiserem resolver o problema, o Turgon fica mais sussa. Então trazem uma espada que o Ranger tava carregando que era do Clérigo e tinha o espírito do Feanor (algum outro cara fodão dos elfos). Discutem sobre a espada e o que fazer com ela, pois o Feanor era um coisa ruim e muitas zicas podem rolar. O rei manda o Haldir decidir pois ele é um servo de Mandus, e Haldir manda destruir a espada. Eu vou no cantinho, puxo uma gema e falo com os deuses na minha cabeça, oferecendo a  eles uma alternativa, mandar o Feanor pra gema sem os elfos saberem pois se a coisas forem feitas do jeito deles vai dar bosta, mas não tenho retorno. Levam a espada pra ser destruída.

Feanor - O único elfo espada (tendeu? hehehe)

Daí entra um guarda fodão trazendo a Elanodel, a Droopy, inconsciente e arrebentada. Dizem que pegaram ela espionando. O povo discute bobagens, eu noto que ela está fingindo estar inconsciente, chego próximo e tenho pegar o bracelete dela pra ela não matar ninguém mas ela levanta e parte pra cima do rei, mas pára em Haldir. A treta começa, rola uns brilhos que me deixam cego, mais porradas rolam, Haldir trava a maldita, ela vira um rato e entra pela armadura dele, Haldir continua travando-a até que os guardas o pegam e jogar pela janela pra matá-la. Haldir e o rato caem dentro duma fonte, o Ranger vai atrás, até que a Droopy morre e volta a forma normal.

Com a cidade trancada nos seguram por lá. Começamos a viver por lá, monto uma banquinha de bijuteria até. Quinze anos depois uma princesa lá chama o resto do grupo e combina com eles de sair dali pois uma zica tá pra rola. O clérigo me chama e pede preu descolar umas armas já que não dão nada pra gente. Aproveito um festival do sol pra roubar umas espadinhas mixurucas. Então a cidade começa a ser atacada, tretas rolam e damos nos pé, saindo da cidade. Aparentemente a cidade é tomada, leia o livro se quer detalhes. A Era vai acabando e os créditos passam…

We don't need no water, let the motherfucker burn!!!

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“1º sessão” de Senhor dos Anéis – Leo

16/02/2009

Mesa de Senhor dos Anéis do Leo.
Mais peripécias do anão mais sem noção da terra-média.

Infelismente faltou metade do grupo. Sei lá qual edição da mesa estamos, já tamo rolando isso faz tempo. O lance rola nas primerias eras da terra média, muito antes de frodo e as frodetes.

Tô de anão ladrão, O’pal filho de M’eral. Num sei porque o povo se recusa a chamá-lo pelo nome. hehehe Sistema D&D 3.0 d20.

Começamos saindo dum acampamento militar em direção aos subterrâneos dum rio nos cafundós.

Íamos de barco, mas decidimos seguir uma estradona que o exército tinha acabado de passar, deduzimos que o que quer que houvesse nesse caminho ou o exército já tinha elimidado ou tava tudo escondido.

No caminho notamos que o ar na floresta ao redor estava mais carregado, nosso único cavalo, que carregava o corpo inconsciente do druida estava arredio, e estava afetando o Ranger Orophyn (Pj do danizinho) também, que tava todo estressado.

Conforme fomos andando encontramos fios de pratas partidos espalhados pelo caminhos, e reconhecemos como fios do próprio deus tecelão. Várias suposições depois, prosseguimos e encontramos uma vila abandonada de casas élficas em árvores. Fuçamos e conseguimos mais suprimentos para a viajem. Encontramos também uma vasilha prateada cheia de sangue. Haldir
(pj do foice), o elfo guerreiro seguidor do deus do destino, jogou um fio de prata no sangue, e viu cenas de guerreiros elfos morrendo em batalha.

Trombamos umas ents, aquelas árvores ambulantes, passeando também, mas deixamos elas em paz.

Prosseguimos, e no caminho notamos movimentações na mata próxima, preparamos pra pancadaria. Até tentei espantar os inimigos com uns blefes mas o dado num ajudou. Eram uns gremlins sem vergonhas que ficavam invisíveis e roubavam nossas coisas. Deram trabalho, e zoaram as coisas da galera. Mas sem vergonha por sem vergonha, eu tava lá.
Primeiro usei meu poder de ficar invisível e fiquei procurando as porrinhas irritantes.

Encrontrei um montão deles nas árvores preparando uma grande rede pra aprisionar o grupo.

Usei outro poder de sono pra despencálos, e pde avisar o grupo antes que a rede tivesse efeito. Depois só passamos a faca nos bichos adormecidos. Tentei seguir um até o covil mas o putinho entrou numa árvore e sumiu.

Então chegamos numa cidade de humanos.
Fomos direto pra forja duma elfa pra consertar umas paradas que estragaram na luta com os gremlins.
Tomei charm na cabeça e fiquei lá babando enquanto o resto foi no mercadinho repor suprimentos. Depois tomei mais poderes que abaixaram minha inteligência e sabedoria pra 1 e me deixava em êxtase. Quando o resto do grupo voltou a ferreira tava sugando meu sangue!

Espadadas depois, voltamos pra viajem.

Achamos uma cidade abandonada e toda em chamas. Fuçamos e encontramos um mapa duma mina que não conhecíamos. Achamos o caminho para o subterrâneo do rio, nosso objetivo primário.

Nos corredores, trombamos umas caverinhas que pedalaram rápido. Então fomos atacados pela vilã megafoda (a Droopy) que arremessou a gente longe, e prendeu eu e o Orophyn em cipós e depois num bloco de gelo. Enquanto Haldir se espancava com a cidadã, orophyn usou seu anel de contramágica pra liberar a gente. Mas a mina fugiu antes de chegássemos na pancadaria.

Mas deixou um ent pra tretar no lugar dela. Rato mode ON: O’pal acha um poço próximo, amarra uma corda numa pedrona na beira do poço, e com a outra ponta da corda já com um gancho, enrola na ent, e solta a pedra no poço, puxando a danada junto pro poço. Depois ainda sacaneamos jogando coisas que já estavam pegando fogo no poço. Há!

Com o mestre chorando por sua pobre Ent, seguimos viajem. Passamos os túneis e achamos a saída, onde encontramos rastros frescos de cascos. Seguimos os rastros até outra cidade abandonada. Seguindo os rastros na cidade vimos a destruição que foi feita pelos supostos cavaleiros. Até que chegamos a uma torre onde encontramos vária aranhas normais e uma
gigantona morta. Por curiosidade, abri o estrombo da aranha e achei uma pedrona azul bunita, que Haldir reconheceu como sendo umas das Silmarilions, umas gemas bizonhas megafodas. Deduzimos depois de tudo que eram criaturas bípedes com cascos e chifres, como minotauros e demônios e tavam tretando com essa aranhona que acabou morrendo ali. Achamos o covil das aranhas, mas não entramos por estar apinhada de aranhonas. Então apareceram um bando de corvos de 15m cada. Tacamo fogo no covil das aranhas e saímos no pinote.

Sem rumo, voltamos até o castelinho do mega rei elfo, pra falar com a rainha que é truta da galera. Fomos atrás de informação, pra traduzir um livro bizarro que encontramos na cidade e pra ver esse lance da pedrona. Chegando lá tomaram a pedra e o livro da gente, e a rainha disse que se a pedra ficasse lá ela ia embora com o vento. Não entendemos nada, de repente só ouve-se o grito da mina se matando. Mó zica, eu tinha deixado muita grana e uns itens legais pra ela guardar pra mim… foda…

Depois expulsaram a gente da cidade e fomos pra última cidade intera, só que nem sabíamos como chegar lá. Graças ao 20 do Haldir achamos um caminho, que já estamos andando faz teeeempo.

Chegamos a conclusão que num tamo mais nem aí pra esse mundo e que ele pode se explodir.

Blá! E que nosso inimigo não é o mestre, mas sim o dado. Zicas diversas.