Archive for the ‘do Angelo’ Category

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6º sessão de Star Wars do Angelo

25/02/2010

6º sessão de Star Wars do Angelo

Sem Deiji dessa vez. Mas o Seiya conseguiu jogar a mesa toda!

Saímos daquele planetinha escroto e fomos pra Dantooine se livrar da pilhagem. Enquanto os Jedis continuavam com suas besteiras filosóficas eu fui atrás de lucro. Elel e Leon [parece dupla sertaneja] arrumarem briga com lagartos no meio do nada enquanto meditavam, os mestres foram lá salvá-los. Já eu descolei compradores e tudo estava indo muito bem…

Maaaaas em Korriban, o Miraluka (PJ do Seiya) consegue roubar uma nave e foge do planeta. Vai seguindo a Força e vai parar onde? Em Dantooine, claro. E naquele planeta enorme a porcaria da nave dele tem problemas na reentrada e cai em cima da nossa nave! Bem no motor! Que mira.. Horas de trampo pra consertar a nave e partimos pra outro planeta já que a nave do Miraluka podia estar sendo rastreada. Vamos dessa vez pra Taris, ótimo lugar prum meliante prosperar.

Vamos tentar não ter que fugir desse planeta também

Em Taris eu vou atrás de desovar a pilhagem, mas antes aviso os mandalorianos que ainda vamos cumprir o contrato e que não precisam mandar alguém nos matar. Elel recebe a missão de ir num templo buscar sei-lá-o-quê junto com o padawan estressado. E Leon e Miraluka vão atrás de um holocrom com um mercador.

Elel sente presenças de Força em alguns lugares. O padawan vai atrás de uma e Elel corre pra encontrá-lo. No meio do caminho percebe que o padawan já arrumou treta e dá passando o sabre geral. Ela continua até ver que o padawan tá brigando com um cara meio robótico. Se esconde e deixa a treta rolar, e depois que o cara pedalou o padawan ela diz que só quer conversar e o robótico sossega.

Um grandioso adversário

Leon e Miraluka vão atrás de mercadores, saem perguntando pro planeta todo mas não acham nada. Sentem o holocrom via Força num prédio qualquer. Vão até lá e cada passo que dão o local vai ficando mais hostil, gangues e malacos fechando neles até o prédio. Na recepção, uma porta num beco, um maloqueiro pede a senha. Sem senha tentam negociar e dialogar mas o cara nem liga. Logo atacam os dois, tranquilizantes que os deixam grogues. Eles apelam pra forcices. Leon fatia a arma que o cara põe pela fresta da porta enquanto o Miraluka entorta a porta. Vão entrando e já botam o pânico no maloqueiro, vão seguindo pelo cassino luxuoso que invadiram.

Depois da desova e eu Deiji seguimos pra Flashpoint cumprir o contrato. No caminho somos atacados por naves de patrulha. Passamos uns códigos inofensivos pra eles e nos escoltam pra fora do sistema. Então ficamos um tempo hackeando atrás de um código pra passar de boa pelo sistema até Flashpoint, achamos um código antigo que vai servir.

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5º sessão de Star Wars do Angelo

29/01/2010

5º sessão de Star Wars do Angelo

Nessa o Alex entrou com Leon Star, humano jedi. E sem Bothan e Duros dessa vez.

Em Manaan, Deiji vende as plantas Sith que roubou pruns mandalorianos. Elel e seu mestre resolvem que querem voltar pra Korriban, digo que podemos deixá-los próximos de lá mas não voltamos pra lá nem a pau. Nos preparamos pra sair quando recebemos uma comunicação, se identificam como os mandalorianos que fizeram negócio com Deiji, querem fazer mais transações. Vamos lá na nave deles conversar.

Os caras dizem que querem que a gente seja leal a eles por um mês e faça uns trampos esquisitos. Dizemos que nossos trampos são diferentes, coisas mecânicas e talz, e que a impressão que Deiji deu tava meio errada. Oferecem uma grana aceitável pra gente, e pra Elel uns cristais e lightsabers. Ficamos de pensar, discutimos entre nós e resolvemos aceitar mediante umas condições. Só eu e Deiji no trampo, e coisas que estavam relacionadas às nossas áreas, e sem essa de lealdade, no máximo exclusividade. Os caras topam e já passam um trampo, investigar as instalações científicas abandonadas em Flashpoint. Partimos.

Enquanto isso, Leon num planeta aleatório com seu mestre turrão lhe pentelhando. Manda ele fuçar num templo no meio do deserto atrás dum cristal. No caminho ele brinca com vermes gigantes até chegar no templo. Entra, treta com robôs e é capturado, deixam-no só de tanguinha no meio do deserto. Ele volta e começa a fuçar nuns equipamentos por lá. Preciso eu, não?

Nós, voando felizes e contentes, percebemos que a comida tá indo rápido demais. Elel sente um distúrbio na Força e vai investigar, Deiji vai checar a dispensa e encontra quatro ratões, sai correndo dando tiros e tomando mordidas, e consegue fechar a dispensa. Chamo todos pra ponte e corto o sistema vital do resto da nave pros bichos morrerem. Vemos um clarão na câmera da dispensa e a câmera pára de funcionar. Mando um robozinho consertar, quando a imagem volta vemos os ratos todos dilacerados. Deduzimos que foi o mestre, que nem percebemos que não estava conosco. Vamos pra dispensa.

Checamos a zona, começo a limpar, Deiji vai pra enfermaria depois da mordida do rato. O mestre diz que não foi ele que fatiou os ratos. Elel sente as frescuras da força novamente e segue, chega na enfermaria onde o mestre da cuidando de Deiji e aparece um cara de manto que o mestre parece reconhecer. Muntuamos na enfermaria, o mestre parece surpreso e no fim é mais um discípulo dele. O cara é todo desfigurado e mal encarado. Seguimos viajem, os jedi vão confabular no cantinho deles.

Malditos jedis misteriosos

Deiji vai pilotando quando os sensores captam que a nave foi travada na mira de algo. Ele faz as manobras evasivas mas não escapa da trava, uma grande bola azul de energia vem pra cima da gente e acerta em cheio. Abre um rombo na nave, travo as portas pra manter o suporte vital onde a galera está. A nave é presa num raio trator e começa a ser puxada. Pego os trajes de proteção e me escondo pra não ser capturado, então a nave começa a ser esmagada aos poucos. Vou prum módulo de escape, por fora da nave mesmo. Um laser vem lá dos quintos e acerta a nave, e começa a serrar a nave. Todos os sistemas desligam, queima tudo, chego no módulo que num funciona mais. Somos arrastados prum planeta qualquer.

Chegamos na superfície e vemos Leon vindo até nós só de tanguinha [os equipamentos que ele tava mexendo aleatoriamente foi o troço que nos acertou e derrubou lá]. Passado o estresse inicial ele explica que tem o templo com montes de robôs descontrolados seguindo ordens de um cara morto há tempos. O mestre turrão de Leon aparece e vai levando-o pra casa. Elel cola neles e o mestre dele deixa os pivetes se resolverem enquanto ele vai falar com o outro mestre. Eu e Deiji já vamos pro templo destruir tudo só de raiva.

Leon explica mais sobre o templo e a missão dele lá e se juntam a nós. Ele nos guia até uma sala de comando livre de guardas. Os computadores tão num língua estranha pra todo mundo, depois dumas hackeadas converto pruma língua camarada. Analisamos tudo, descobrimos que o local é uma base enorme e antiga que faz parte de um conjunto de centenas de bases ao longo do planeta, e que o planeta tava em guerra e os robôs tem a missão de proteger o rei que está lá. Segundo Leon um dos robôs tem dupla personalidade e fala como se fosse o rei, dando ordens pros outros. Passada a vontade de destruição, agora queremos uma nave pra sair daquele planeta, e tem uma esperando pela gente na garagem da base, só temos que passar por um porrilhão de robôs.

Depois de muita análise e planejamento ativamos um protocolo de evacuação. Desligamos um turbina que ventilava tudo e zoamos mais uns sistemas, tornando o local inabitável pro tal rei [morto] forçando os robôs a saírem pra outra base. Uns dois dias nessa brincadeira até que a base fica vazia, então nos esbaldamos na pilhagem. Armas, droids, suprimentos, arte, peças, veículos, nave, tuuudo. No quarto do rei achamos uma caixa com vários lightsabers que os jedi bonzinhos resolvem devolver pra Ordem, Deiji pega um mas eles enchem o saco dele até ele devolver.

Num dos cantos da base encontramos um galpão com montes de sarcófagos [refugiados de StarGate?] enfileirados. Uns cheios, outros vazios, nomes estranhos, e uma passagem cheia de ossos. Leon e Elel seguem pela passagem sentindo forcices, vêem fantasminhas jedi discutindo o que fazer com eles. Conversam com os fantasmas, querem saber sobre a guerra, contam que o povo dali perdeu, então os fantasmas entregam o cristalzão pros dois. Eles tocam e vêem uma guerra entre forçudos e um cara enterrando esse cristal no campo de batalha. Os fantasmas mandam eles cuidarem daquele troço e somem.

Jedis egípcios? Ou egípcios jedi?

Terminamos de pilhar, os jedi voltam pra casinha do mestre turrão e entregam as coisas. Eles checam tudo, vêem os lightsaber e mandam Leon e Elel escolherem um. Leon pega um que brilha dourado, Elel percebe que tem mais dois escondidos na caixa, um de “lâmina” preta duplo [uuuu] e outro lá, mas ela pega um lilás. Mais baboseiras Jedi… Adaptamos as tralhas pilhadas pra gente, entupimos a nave de tralha, distribuo anonimamente um montão de água e comida pros povoados dali e nos preparamos pra zarpar. E curioso como estamos do lado de Korriban agora… hunf…

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4º sessão da mesa de Star Wars do Angelo

23/12/2009

4º sessão da mesa de Star Wars do Angelo

Nessa entraram novas vítimas. Alvaro com um Bothan piloto e o Danizinho um Duros também píloto. É. num lembro os nomes, eram bizarros. E o Seiya faltou.

Nossos futuros novos camaradas tão voando pela região do planeta fugindo da puliça quando tomam uns tiros e sua nave cai no planeta que estamos. Avaliam os danos e percebem que o motor já era. Logo aparecem uns guardas pra checar o que aconteceu. Os caras tentam explicar mas já são algemados e levados prisioneiros. Explicam tudo que ocorreu, e claro, mentem descaradamente, e os puliça dali dizem que eles tem umas horas pra provarem que  que dizem é verdade. Colocam uns colares explosivos nos pescoços deles e chutam pra fora na cidade. Ele ficam passeando tentando falar com guardas pra saberem onde levaram a nave deles pra eles poderem pegar os dados pra provarem suas histórias, direcionam eles pro hangar.

Já nós continuamos a fuga. Tiroteio e destruição rolando, Deiji hackeia os controles e abre as portas, só que elas não abrem totalmente, só um espacinho, que começa a entupir de gente. O mestre pega Elel no colo e vai pulando pra fora. Eu escalo a galera e saio, Deiji fica pra trás mas o mestre volta pra pegá-lo. Tiro voando, vamos subindo uma rampa de hangar junto com uma galeeera, e mais tiros. O mestre fica pra trás refletindo tiros enquanto seguimos, mando ele defletir pras luzes assim os guardas não enxergam os alvos. As correntes laterais começam a correr, imagino que tão puxando algo de cima pra nos esmagar, organizo a galera pra colocarem seus trecos improvisados nas engrenagens. O troço pára e fica forçando, Deiji atira num cabo de força que fica chicoteando pra todo lado, até que o mestre fateia o troço com seu lightsaber e segura a ponta toda energizada que ia pegar Deiji em cheio. Elel pega Deiji pelo braço e o puxa dali.

O Duros e o Bothan chegam na porta do hangar e conversam com um guarda que dá um cartão pra eles entrarem no hangar. Passam o cartão na fechadura e a porta tá emperrada e soltando fumaça. Nós nos deparamos com a porta só com um tantinho aberta. As correntes tavam abrindo a porta… Despacho uns malacos pra acionarem o botão de abertura de emergência que passamos no caminho mas agora tá cheio de puliças e droids. Nisso vemos as luzes de lighjtsaber se batendo lá embaixo. A porta abre um pouquinho mais e começamos a sair. Os guardas de fora meio perdidos tentam nos parar mas digo que vai tudo explodir e todo mundo corre. Eu corro com outros meliantes, roubamos um transporte e vazamos.

Deiji e Elel saem e vão vazando. Duros e Bothan percebem Deiji e seu braço biônico e vão até ele pra ver ele manja de tirar a coleira explosiva deles. Eu percebo eles indo na direção dele e penso que um deles quer zoar Deiji (falha crítica…), falo prum wookie mané que acho que aquele Bothan trabalha pros puliça e tava no meio dos caras que prenderam a gente, o wookie num acredita de primeira, então digo que vou matar o cara quando puder, ele se convence e vai pra cima do Bothan pra tirar satisfação.

Sempre dá pra situação ficar mais cabeluda.

Ele vem na loka e pega o Bothan na porrada, que perdido só tenta evitar a morte. Duros vai conversar com Deiji que não entende a zona rolando. Duros mostra o colar pra Deiji que na hora identifica como falso, diz que aquilo num faz nada e o Duros pode tirar [mais umas falha crítica]. Duros fica na dúvida e num tira. Deiji vai seguindo. Bothan se resolve com o wookie e se libera. Vai até deiji e mostra o colar, dessa vez ele reconhece que é real.

Então o mestre e o sith pulam por nós tretando, então o aprendiz do mestre pega o sith pelas costas. O mestre fica cabreiro com a interferência do aprendiz, o Sith foge, o mestre vai atrás e o aprendiz fica por lá. Duros cola nele perguntando se pode ajudar com o colar. Ele diz que pode e arranca o troço com a Força. Aíííí…. o Duros pega o colar e fica chacoalhando todo feliz, e obviamente o troço explode na mão dele. O aprendiz vaza e o resto foge pras docas atrás de uma nave.

Eu volto até o acampamento dos mineiros pra ver o que sobrou mas tá tudo destruído. Acho umas pistolas quebradas, volto a pé pra cidade a procura dos camaradas do submundo enquanto conserto as pistolas. Chego na cidade, trombo um dos caras num buteco, passo o que rolou e peço um auxílio pra deixar o planeta em troca trampos pra eles. Ele diz que pode ver e pergunta se tem mais pessoas comigo pra ir, digo que tem uns manés que podem quere ir também, mas num garanto nada. O cara diz que os Sith tão me procurando

O povo chega nas docas, checa as naves por ali e invadem uma qualquer. Duros vai pra enfermaria cuidar da mão explodida. Deiji fuça no colar do Bothan e consegue removê-lo. Elel o pega com a Força e o levita pra fora da nave. Então algo cai em cima da nave fazendo-a balançar, o colar cai e explode, machucando todo mundo. Os melhorzinhos colocam Deiji no tanque bacta pra curar. O Bothan consertando uns troços nos painéis sente alguém o pegar pelo tornozelo. Vê uma humana toda arrebentada com uma armadura. Ela pede ajuda e ele diz que vai ajudar se ela ficar quietinha num canto, mas logo ela desmaia e ele a leva pra enfermaria.

Vou procurar os manos nas docas, onde estaria a nave do Deiji sabe… Procuro a frequência do comunicador de Elel e digo que tô por lá, ela me passa a nave que ela tá. Investigo nos registros e vejo que aquela nave pertence a um Sith que transporta metais raros. Chego na nave, conto a opção de fugirmos com os contrabandistas, Elel fica de checar com o mestre dela. Enquanto ela fica meditando com a Força pra achar o cabra eu fico consertando os feridos. A humana num responde nada, só diz que luta contra os Sith e é toda paranóica. O mestre aparece, conversa com Elel e decidem ir junto com os meliantes. Depois o mestre cola na enfermaria e conversa com a humana, mas nada de mais.

Como aquela nave não tava em condições de hiperdrive fuço pelos sistemas até achar a nave do Deiji, a acho em outra doca, faço uma ordem falsa pra mover a nave pra doca que estamos. Pego os códigos de acesso da nave que estamos pra podemos usar pra sair. Reprogramo o droid médico, jogo outra ordem falsa no sistema mandando esse droid pra manutenção e perdendo ele na burocracia. Passo um R2D2 pra essa nave. Quando a nave de Deiji chega passamos as coisas pra lá, desfaço a reprogramação dos Sith e reprogramo pra eu controlar. Partimos, Deiji pega um dispositivo localizador no astrodroid que pegamos, manda pra longe e vazamos pra outro planeta. A humana vem junto.

Nossa banheira

Vamos para o planeta Manaan, dos Selkath. Planeta sossegado, neutro, longe dos Sith. No caminho Elel e o mestre ficam brincando de Forcices. Eu e Deiji projetamos uma prótese de mão pro Duros mas ele é durango e num pode pagar, fazemos depois que ele arrumar a grana. Já o Bothan e a Humana ficam conversando e ela se mostra uma Mandaloriana, um grupo religioso extremista, e acaba convertendo o Bothan. Durante a viajem o Duros invade a área de treino dos Jedis pra perguntar sobre as forcices e toma uma hipnose na cabeça mandando ele procurar um mestre da raça dele pra perguntar e sair dali.

Chegamos ao planeta. Vai cada um pra um canto. Duros e Deiji arrumam trampos de peão e descolam uns trocados. Elel vai caçar metais raros nas cavernas submersas do planeta por ordem do mestre. A Humana e o Bothan vão tramar seus ataques terroristas, inclusive tentar converter o Duros. Já eu vou atrás de implantes cibernéticos, bacta, fornecedores e clientes, além de conseguir peças pra construir outro tanque bacta na nave. Faço uns acordos bacanas. Ficamos uma semana nesse esquema…

Manaan

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3º sessão da mesa de Star Wars do Angelo

11/09/2009

3º sessão da mesa de Star Wars do Angelo
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Começamos com Deiji pedindo demissão da mineradora, volta pra sua nave e estuda a planta da tralha Sith que ele roubou. Percebe ser tratar duma arma enoooorme, tipo um lightsaber do tamanho dum planeta. Ele resolve construir uma versão miniatura e sai pra arrumar peças. Cola lá no meu mocó perguntando por peças.

Eu estou fuçando nos arquivos do Serps quando encontro um código estranho, descubro que é referente a um setor inexplorado da galáxia e um projeto secreto, e mais infos estariam armazenadas no meu droid, vou checar quando chega o Deiji. Ele me passa o que quer e eu fico de arrumar pra ele.

Lá na casinha do mestre Elel medita e treina forcices. O Miraluka (pj do Seiya) chega na casinha guiado pela Força. Elel o recebe, conversam abobrinhas.

Lá no meu mocó Deiji nota umas miras laser pela casa, me alerta e eu mando o droid checar. Ele é explodido (de novo) e uns milicos entram chutando tudo. Deiji pula pra debaixo da mesa, eu me rendo, os milicos nos arrastam pra fora de casa, vemos que todos as casas da vila tão passando por isso. Os milicos debulham tudo, saqueiam o que tem de valor e jogam num conteiner. Ponho um localizador no conteiner pra poder recuperar minhas coisas depois.

Tentáculo na cabeça, vagabundo!

Tentáculo na cabeça, vagabundo!

Elel e o Miraluka saem da casa pra procurar o mestre que anda sumido e vêem a zona rolando na vila, umas navonas milicas passando pra todo lado. Eles tentam se esconder mas a nave avista-os e manda parar. Uns milicos aprochegam e enquadram. Revistam e acham o lightsaber de Elel. Tomam-no e passsam uns códigos no rádio dedando o evento.

Lá na muvuca vejo que aquele Sith do saber duplo tá comandando a porra toda. Me aproximo tentando levar um lero com o cabra mas ele ouve o recado no rádio e sai correndo. Tromba Elel e Miraluka e tira um sarrinho. Joga ela numa viatura, todo resto é posto pendurado nuns camburões. Conforme somos levados vemos pelas frestas do camburão que tão destruindo toda a vila.

Somos levados pruma base subterrânea cheia de pessoas trabalhando, somos separados em grupos. Deiji é jogado numa câmara junto com um monte de nego, oito corredores a frente. Ele escolhe um e segue, conforme anda vai ficando mais quente, então decide voltar. Entra em outro, mais úmido, até que começa escutar barulhos de estômagos monstruosos, então volta pra câmara novamente. Entra em outro onde tem um líquido grosso no chão, vai andando um tempão até que começa a se sentir meio brisado chapadão. Encontra um buraco no chão, analisa mas num acha nada lá, então começa a voltar, então sente uns fios de aço pelo chão que prendem a perna dele e puxam para o fim do túnel. Um cara pega ele e o carimba dizendo que está apto para o trabalho e jogam ele pra apertar parafusos.

Tento labiar um dos guardas mas num adianta, me jogam numa câmara. Imagino que as paredes vão se fecharm então analiso tudo tentando evitar a morte. Tento enfiar coisinhas nas paredes mas num adianta, o chão começa a subir. Pára poucos metros do teto, uns caninhos aparecem nos cantos. Organizo os perdidos que estão comigo pra tapar os canos com tudo que pudermos, mas são canos de laser e num vai ajudar muito. Calculo os ângulos dos tiros e fico no ponto cego. Os canos disparam, um deles explode pelo entupimento, mas mó galera morre. Uma porta se abre e o povo entra correndo, eu desconfio ser mais uma armadilha e fico pra trás com os mortos, esperando uma oportunidade pra fugir. O chão desce e mais pessoas entram. Logo o chão sobe novamente e outros canos aparecem, só que dessa vez são lança-chamas. Ponho de novo o povo pra tapar os buracos enquanto acho um ponto cego de novo. Fogo pra todo lado e mais mum monte de gente é morta. A porta se abre de novo e todos correm pra dentro, incerto da constância da minha sorte sigo a galera. Me carimbam apto pro trabalho e me mandam carregar coisas.

Elel é jogada numa sala escura e vozes começam a falar com ela, logo aparece uma espécie de júri Sith que fica chamando ela de traidora e zoando ela. Elel manda os caras se lascar e dá uma banana pra eles. Os Siths chamam ela pra se juntar a eles mas ela recusa, então eles jogam um cristal vermelho pra ela dizendo pra ela tocar no troço e ativar o conhecimento. Ela teima e num toca. Eles deixam ela lá meditando e vão embora. Elel começa a ter umas visões malvadas dela dominando o planeta dela e depois matando o seu mestre, e mais alucinações assim. Ela resiste e mais um cristal é jogado pra ela. Ela manda todos catarem coquinho, então os caras decidem deixá-la ir, então ela aparece fora da base.

Os cristais do pudÊÊÊÊÊ

Os cristais do pudÊÊÊÊÊ

Eu começo meus esquemas. Espero alguém se machucar e corro pra ajudar, quando os caras vem me repreender convenço eles que posso ajudar mais entro lugar, consertando os feridos e melhorando a produtividades e talz, os caras me transferem pra enfermaria. Lá eu tenho mais acesso a equipamentos e químicos. Me falam que dependendo do meu desempenho eu deixaria de ser escravo pra virar contratado, beleza. Vou onversando com os feridos, fazendo amizade e descobrindo sobre os setores, locais e seguranças, dopo os caras pra me liberarem infos pra eu construir meu plano de fuga. Pode ser demorado mas a longo prazo eu saio de lá, ou me dou bem, vai saber.

Elel tromba la fora o mestre, que diz que vai entrar e chutar a bunda das pessoas. Elel prefere ficar de fora, o mestre entra. Depois de tempos aparece o padawan que ela libertou na última sessão, só que ele parece mais maduro agora. Ele diz que vai entrar e resgatar o mestre que já devia ter voltado, ela decide ir com ele. Vão fatiando o povo no caminho, então trombam Deiji apertando uns parafusos, ele entra na brincadeira e seguem, até que Elel toma uns ataques mentais e começa a ter um combate mental sei lá com quem e pedala.

O miraluka aparece, sei lá de onde, e ele e Deiji vão pruma sala de controle, rendem os técnicos e obrigam eles a abrir todas as portas, liberar todo mundo e dar informações (e tocar Jailbreak nos altofalantes da base). Logo começa uma baita zorra pela base, droids e milicos pipocando os presos e trabalhadores. O Miraluka vê Elel pedalar e vai ajudá-la, entra na mente dela e vê o padawan e o mestre morto e sei lá mais o quê (é, num prestei atenção mesmo…). Ele volta da mente dela, o mestre aparece, o Miraluka entrega Elel pra ele e decidem ir pra enfermaria descolar uns band-aids pra ela.

Chegam na enfermaria e me jogam Elel pra eu consertar enquanto cuidam da porta. Aiai… Conserto Elel e todos se preparam pra sair de lá pra liberdaaaade. [esses Jedis só me arrumar encrenca…]

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2º sessão da mesa de Star Wars do Angelo

28/08/2009

2º sessão da mesa de Star Wars do Angelo
(22)

Nessa o Seiya entrou com seu Miraluka adepto da força que eu não lembro o nome e o Zao entrou como Deiji, Mon Calamari consertador de coisas. E a Lara faltou.

Começamos com o Miraluka pegando carona com uns contrabandistas num planeta aleatório. No caminho a nave é abordada por caras malvados que querem explodir tudo. O capitão contrabandista consegue livrar o caminho passando um código antigo e chegam ao planeta que estamos. Um dos milicos das docas começam a pesar em cima da nave então o capitão suborna ele com uma planta duns esquemas dum equipamento Sith roubado. Sem ter o que fazer no planeta, só passeando mesmo, o Miraluka resolve continuar com os contrabandistas, e começa a sentir a Força passeando pelo planeta.

Os caras chegam na casa do meu falecido truta rodian Guo Serps. Entram e não acham ninguém, então escutam o carregar dum pistolão e vêem um droid pronto pra explodi-los. É um droid porradeiro nervoso. Conversam, o droid diz que Serps ainda não voltou e que o tal arkanian Lastan vai pagar a carga e dá o endereço da minha casa. Todos vão pra lá. Atendo os caras, são eles que trouxeram as tralhas que o Serps arrumou pra mim. Explico que o Serps pedalou e que eu não tava a par do acordo todo, os caras topam esperar um pouco pra ver o que eu faço pra resolver isso, o capitão diz que vai ficar na cidade por duas semanas e pra procurar ele se achar uma solução. Deixa lá os equipamentos como sinal de boa fé (sei…). Vai embora mas o Miraluka resolve ficar por lá.

Miraluka pergunta pra mim sobre os Jedi e Siths, como dedo-duro morre cedo digo que num sei de nada [ainda mais pq os caras podem explodir cabeças com a mente] e que ele pode procurar por aí. Ele saca que eu sei de algo, oferece grana, digo pra pagar mas ele quer a informação primeiro, não fazemos negócio e ponho ele pra fora. Depois saio e vou até a casa do Serps fuçar atrás de algo pra resolver o pepino dos contrabandistas. Noto que o Miraluka tá me seguindo, desencano e entro na casa do Serps. [nessa o Seiya foi dormir e perdemos ele por hoje]

Na casa chamo por alguém, aparece o droid, conversamos, conto que o Serps morreu, ele diz que tem que continuar cuidando da casa por ser a programação dele, e que ele também cuidava de outras “limpeza” pro Serps. Chamo ele pra trabalhar comigo fazendo a mesma coisa que fazia pro Serps, ofereço manutenção e peças, ele topa experimentar. Peço pro droid deixar eu fuçar na casa, ele libera, começo a fuçar. [modo Nosferatu:On] Acho armas, grana, roupas e comida, além duns contatos com um grupo criminoso barra pesada. Termino e levo o droid comigo pra casa.

Que mané C3P-O...

Que mané C3P-O...

Deiji chega com sua nave no nosso planeta, vem atrás de manutenção e grana. Nas docas descobre que tem que pagar uma grana forte pra deixar a nave lá. Diz que vai arrumar a grana. Nas docas, num sei como, mas ele consegue achar os caras com a planta do equipamento Sith e resolve roubar o bagulho, mó galera começa a vir atrás dele atirando pra todo lado. Ele consegue fugir, esconde o bagulho na nave e sai correndo.Chega na cidade, vai num butecão e pergunta se tão precisando de alguém que conserta coisas. O barman Trandoshan diz que eles tentaram instalar um sistema de pedido automático de bebida mas o bagulho quebrou rápido pelos clientes serem trogloditas, Deiji diz que pode instalar direito, o barman topa, Deiji tá sem seus equipamentos que ficaram na nave e num pode voltar pra pegar sem tomar tiros dos droids, resolve ir num cassino tentar ganhar grana pra comprar as ferramentas.
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Milagrosamente consegue ganhar um pouco e compra o que precisa, volta lá no buteco e conserta o troço. Ganha umas merrecas e pergunta onde pode arrumar mais trampo. O barman indica a vila dos mineradores lá longe e tão sempre precisando pois mexem com muitos equipamentos. Deiji aluga um speedster e vai. Chega no buteco do zé na vila dos mineradores, pergunta por trampo, o barman indica a mina e o novo médico arkaniano que chegou (é, eu). Deiji vai checar o tal médico, atento o tal, ele pergunta por trampo e mando ele mina. (hehehe) Também aviso pra arrumar um teto logo por que ali rola umas chuvas malvadas.

Na casa do Mestre Forçudo, Elel treina forcices, até ganha um lightsaber provisório. Ela diz que o povo em sua casa deve estar preocupada com ela por ter sumido assim, o mestre lhe arruma um comunicador xumbrega, ela usa mas o troço tá bem zuado. Ali perto Deiji ouve em seu comunicador uma garota falando dando tchau pra sua família e tudo mais. Sem saber até onde foi sua mensagem Elel volta pro treino. Deiji resolve checar a fonte da mensagem e chega na casinha do meeestre. O mestre atende, ele pergunta pede abrigo, o mestre bonzinho da cabaninha feliz deixa o cabra capotar por lá. Deiji pergunta se tem perigo deixar o speedster alugado lá fora, o mestre diz que é sussa por lá. [claaaaaaro…]

Naaaa manhã seguinte Deiji se arruma pra ir embora e surpresa surpresa, o speedster tá todo depenado. Checa a condição do troço e vê que tá faltando os troços que faz levitar o speedster. Quase arrancando os cabelos Deiji volta andando pra vila pensar no que fazer. Elel e o mestre resolvem, sabe lá deus porque vir me visitar. O mestre apelão pega o speedster quebrado e levita ele com a Força, e vai passear pra vila. Tromba Deiji no caminho e dá uma carona. Chegam na minha casa e os troços levitadores tão empilhados na frente da minha casa. Atendo os caras e Deiji pergunta sobre os levitadores, e eu num entender lhufas do que tá acontecendo, penso que ele que deixou os levitadores lá e quer de volta e talz.

Até que noto um brilho numa montanha ali perto, alguém nos vigiando. Entro e mando o droid ir lá limpar. No caminho o droid toma uns tiros e fica todo despedaçado. Tiros começam a vir, nos protegemos. Pego as armas que arrumei e vou até a montanha zigzagueando, Elel vem junto. Deiji pega os pedaços do droid e tenta arrumar pra o proteger. O mestre fica lá morgando. Subimos e chegamos na boca duma caverninha. Como minha mira num é grande coisa, ponho meu rifle pra sobrecarregar e explodir, e taco dentro da caverna, pra desabar o teto em cima do cara. Só que o safado usa forcices e levita o rifle pra fora da caverna pra explodir. Sem muita opção entramos na caverna, entro com os braços levantados me rendendo e sugiro conversar-mos. Vemos que é o tal do lightsaber duplo que matou o Serps.

Pergunto o que tá pegando, por que ele tá zuando a gente, ele diz que por estarmos do lado do mestre e sua turma e que ali quem manda é os Siths, dou um migué, digo que num sabia quem era quem, num quero treta, e blablabla desse naipe. O cara fica mais de boa, mas encuca com Elel, diz pra ela ir com ele que vai ganhar mais. Elel recusa, então ele resolve matá-la, tira o espadão brilhante e chama ela pra porrada. Elel liga o dela e a vuónvuónzice começa. Deixo meu comunicador transmitindo pro mestre ouvir o que tá rolando (trabalhando pros dois lados? eu? nunca…). Elel consegue fazer um estrago no cara mas acaba caindo. O cara desencana dela e vai pra cima do mestre. Pego a moribunda, faço uns remendo imediatos e levo pro conserto. Carrego ela com minha poderosa força 8, trombo Deiji no caminho fugindo, e com sua magnífica força 7 me ajuda a levá-la pra casa. Jogo ela no tanque bacta e começa a recuperação.
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Lá fora o pau come solto entre os forçudos, bem equilibrado até que o mestre toma a espada do cara e cruza as duas no pescoço dele. Daí desliga as espadas e diz que num vai matar o cara, então o mano foge pra nos matar outro dia (maldiiiito).
Jedi_vs_Sith
Todos na minha casa pergunto pro mestre o que tá pegando afinal, acordo Elel pra ouvir também. Ele diz que os caras não gostam dele e mais umas coisas inúteis. Até que ouvimos uns puliça na porta, checo e vejo a casa cercada por guardas. Saio pra ver o que tá rolando e os manos me prendem por ter roubado a planta dos Siths, Deiji sai e é preso também. Os caras entram na casa e trocam tiro com o droid meio consertado, o droid volta a ficar zuado. Então os guardas saem da casa dizendo que só tem o médico lá dentro e que não precisam dele. O mestre sai se dizendo o médico (maldiiiito), fala que nós somos inocentes e os caras nos soltam. Dá-lhe truquinho Jedi.
Madagascar_Penguin_by_PunkyB

Tempos depois, Elel já consertada, todos vão embora cuidar de suas vidas. Eu fico em casa reprogramando o droid pra me servir e conserto ele. Elel e o mestre voltam pra cabaninha. Deiji vai pra cidade.

Deiji volta pra cidade paga a estadia da sua nave e tira ela das docas, e pousa ela lá na vila. Deiji depois fala com os chefes na mina e levam ele até um tratorzão de alguns andares que tá bichado, Deiji checa e vê os problemas do troço, mas diz que num dá pra consertar por ser grande demais e num tem os equipamentos certos. Levam ele pro galpão de peças e ele vê um monte de tralha não usada. Dizem que as britadeiras também tão zuadas, ele começa a consertá-las e vira empregado da mina.

Eu organizo minha clínica na casa do Serps já que a minha tá muito visada, aparece um cara com o braço decepado, conserto ele e falo pro cara que trouxe ele pra arrumar uma prótese que eu implanto, os caras vão embora. Colo lá na mina e ofereço pro chefe o trampo de implantar próteses pros mineiros zuados, se a companhia quiser, tamosaí. Me chamam pra checar o trator, vejo os problemas e passo o que precisa pra arrumar. Os caras arrumam as peças e coordeno os peão pra desmontar o troço enorme. Vamos consertando. Descolo umas peças e uma graninha. Deiji pega umas peças das britadeiras e monta uma prótese fortona dum braço. Leva lá pra mim e eu implanto nele.

Agora temos um Baiacu Biônico

Agora temos um Baiacu Biônico

Já Elel e o mestre sentem na Força que o camarada padawan deles tá preso num prédio dos Siths na cidade. O mestre manda Elel ir lá sozinha, chorando ela vai. Chega e vê o lugar apinhado de Sith. Ouve em sua cabeça o mestre falando, vê o cabra pendurado numa parede dando tchauzinho. Ambos entram discretamente e vão se metendo pelos caminhos. Até que uns caras notam e a pancadaria começa. Elel se finge de Sith e pega os caras de surpresa (na verdade ela acerta o mestre sem querer e os caras acham que ela tá com eles). Elel deixa um dos caras sobreviver só machucado. Quando tá entrando na salinha do padawan só vê o tal sobrevivente sendo morto pelo mestre bonzinho. Elel questiona mas o mestre desconversa.

Elel entra na prisão do padawan e vê o cara sendo torturado, finge novamente ser Sith e chega próximo do padawan. Conversa com ele e dá um lightsaber na mão dele escondido, depois manda os guardas irem até ele. O cara se solta e mais porrada começa. Mais guardinhas Sith mortos e eles começam a sair do prédio. Abrem caminho na porrada e voltam pra casa felizes. Roubam um speedster pra voltar pra casa, depois o dão pro Deiji que devolve esse no lugar daquele alugado, e o padawan mexe na mente do cara pra ele desencanar.
Jedi_Stitch

h1

1º sessão da mesa de Star Wars do Angelo

12/08/2009

1º sessão da mesa de Star Wars do Angelo

Jedi_Fight_by_Keynant

A mesa se passa milhares de anos antes do Episódio I, na velha república. Eu tô como Lastan Karuv, um Arkanian ex-militar e cirurgião de gueto. A Graci tá como Elel Grinor, uma Khil estudiosa usuária da Força. E a Lara tá como Lidris, uma humana desmemoriada usuária da Força. Todos primeiro nível.

Lastan Karuv - Clínica e Açougue

Lastan Karuv - Clínica e Açougue

Lidris já teve um preludinho antes, mas num sei o que rolou, só que ela acordou desmemoriada num planeta e foi ajudada por um mané qualquer.

Eu começo chegando num planeta isolado, onde há uma vila de mineiros onde eu fiquei sabendo que mora um antigo camarada meu, Guo Serps, ex-mercenário que virou mineiro. Colo no buteco e pergunto sobre o Serps, o bartender diz que o cara só aparece dali umas duas horas, depois do trampo na mina. Fico trocando idéia com o bartender, durante a conversa arrumo o droid dele que tava meio zuado e fico amiguinho do cara.

Droid perfeito pro buteco

Droid perfeito pro buteco

Um tempo depois Guo Serps aparece, um Rodian, ele senta num cantinho. Colo nele e conversamos, digo que mudei pra cá e que tô afins de fazer uns trampos de cirurgias e medicinas underground, ele diz que vai checar uns contatos e armar os esquemas. Vou embora.

Elel estudava na biblioteca quando percebe uns dados sobre um sistema planetário faltando, vai checar com o Jedi bibliotecário e o cara num sabe por que os dados sumiram, mas arranja uma excursão exploradora pra Elel arrumar os registros. Ela parte na nave e chega no sistema, resolve descer num planeta pra investigar. Fica fazendo anotações enquanto um guardinha vigia as coisas. Eu vejo a nave pousando e vou checar, fico observando de longe até que o guardinha me percebe, então saio correndo. Elel e o guarda seguem na minha direção e chegam na vila dos mineiros. Colam no buteco, o guardinha me acha e me chama pra beber. Entramos no buteco.

Lidris acorda, pergunta pro droid o que aconteceu mas o droid desconversa e vai arrumar algo pra ela comer. O amiguinho de Lidris, Guo Serps, entra, conversam abobrinhas, ela diz pra ele chamá-la de Lunas e vão pro buteco. No buteco eu, Elel e o guardinha estamos conversando, então Serps me nota e vem falar conosco, chamo Lidris pra mesa. Todos conversando quando entram três caras de capuz preto botando mó banca no buteco. Todo mundo fica pianinho, Serps já fica tenso, eu já levanto e vou pro balcão. Ouço-os perguntarem sobre alguém com Força mas o bartender num sabe de nada. Dou um toque pro Serps e ele diz que tão falando da Lidris. Então um dos de capuz diz que ela tá na mesa, então vão até ela. O guardinha sai correndo em pânico. Saio do buteco e vejo o speeder dos caras estacionado, vou até a nave da república que Elel veio, procurar o guardinha fujão. Os caras colam na mesa e chamam as garotas para acompanhá-los. Lidris bêbada e Elel curiosa vão. Montam no Speeder e vão.

Eu que não aceitaria carona desses caras

Eu que não aceitaria carona desses caras

Chego na nave e o guardinha não tá lá, vejo o outro guardinha, passo o que rolou e vou embora. Na volta pro buteco trombo Serps, ele me diz que aqueles caras de preto mandam na parada toda ali e pra gente não se meter. Vemos um cara caído gemendo, checamos e é o guardinha fujão com um rombo no estrombo, mortinho, e a nave dele indo embora. Voltamos pros nossos assuntos.

No speeder Lidris dá uma vomitadinha básica e chegam numa caverna. Vão entrando, tudo escuro, os caras dizem que vão mostrar algo pra elas, elas ficam desconfiadas e saem da caverna. Começam a andar no deserto de volta pra vila mas não sabe o caminho. Lidris começa a ficar putona e taca uma pedra no speeder, depois sai correndo. Tempos depois acham umas pedrinhas arredondadas, uns barulhos de trovão, logo uma puta chuva começa, e onde bate sai uma fumacinha, chuva ácida. Correm loucamente tomando ácido na cachola até que ouvem alguém as chamando, vêem um porta e um cara, elas entram e o cara, um humano, oferece umas roupas para elas se trocarem. O cara fala abobrinhas, elas contam dos caras de preto, ele diz que provavelmente eles queriam mostrar a Força deles pra elas e começa a levitar pedrinhas. Explica umas bobagens sobre a Força e arruma um quarto pra elas.

Moço bonzinho da cabaninha. Ceeeerto...

Moço bonzinho da cabaninha. Ceeeerto...

No meu cafofo eu estudo o ácido da chuva e faço uma pomadinha firmeza pra curar os machucados feitos por ele. Ponho uns recipientes pra coletar ácido, reforço o telhado, armo umas trancas na casa. No dia seguinte vou passear explorar território e vejo os três encapuzados treinando forcices, levitando, mexendo e explodindo pedras e talz. Fico lá observando.
Lightsaber_Training_For_Dummie_by_nemikAs minas acordam, o cara tá meditando, Lidris começa a tentar meditar também, alguém toca a campainha, Elel atende e são os três encapuzados perguntando pelo mestre. Ela corre e chama o cara, o cara vai e recebe eles, dizendo que são os discípulos dele. [momento TÃ DÃÃÃ!] Vão saindo da casa, os três voltam pro treino, o cara me percebe ali xeretando e me chama, conversamos e as minas resolvem voltar pra vila, guio elas. Me contam o que aconteceu, digo que a nave de Elel foi embora. Trombamos Serps, Eles resolve voltar pro tal mestre da força, Lidris vai pro buteco e eu vou falar com o Serps.

Lidris vai no bar e pede pra lhe arrumarem um trampo de garçonete voluntária, o barman diz pra ela voltar de noite. Elel chega na toca do mestre forçudo e ele começa a lhe explicar sobre as coisas. Eu falo pro Serps o que rolou e ele me diz uns esquemas dele com esse povo, depois falamos sobre meus produtos traficáveis e talz.

Lidris resolve passear, pega o droid TKT do Serps e vai dar um rolê. O droid vai pilotando e ela pentelhando ele pra ensiná-la a pilotar, mas o droid num sabe fazer isso. Chegam na borda da cidade, tipo Las Vegas, o droid num quer entrar mas Lidris entra, vê um cara sendo assaltado e vai ajudar, os ladrões somem com as coisas do cara, então ela o leva até a barraquinha da puliça fazer o B.O. Volta pra vila e pára antes, pra tentar pilotar o speeder do Serps. Aí que tudo fica bem divertido. HAHAHAHAHA Lidris gira a chave e KABOOOOOM, tudo vai pelos ares. [eu confesso, eu sequei os dados mesmo]
coyote_acmeElel tá lá se concentrando em pedrinhas quando sente alguém sentindo muita dor. O cara forçudo nota que ela notou e a chama pra ir ver o que rolou. Eu lá cuidando das minhas coisas vejo a explosão e coisa aterrisando perto de mim. pego meus equipamentos médicos e corro pra ver se descolo uns clientes.  Todos chegamos lá e Lidris está toda arrebentada, o speeder tá todo destruído, e a cabeça do droid tá ali do ladinho, diz uma boberinha e desliga. Corro pra ver o que dá pra fazer, estabilizo a coitada. O forçudo pergunta se pode ajudar, eu digo pra ele me arrumar equipamentos melhores, ele pede uma lista e eu aproveito até pra pedir cueca nova. Ele a levanta com a Força e levamos a estrupícia pra minha casinha. Começo a fazer os remendos mas tá difícil, ele entra todo poser querendo usar a força pra consertá-la mas eu consigo resolver. Botamos ela no tanque Bacta, aquele tubão de líquido regenerativo, e ela começa a melhorar. O forçudo me diz que vai me arrumar uns bicos na cidade por que ali não vai dar grande coisa.

A primeira de muitas...

A primeira de muitas...

Logo Serps chega desesperado, dou um calmante e ele fica lá com Elel. Vou atrás das peças do droid procurar a memória do bicho, acho e quando tô voltando me aparece um sujeito mal encarado e manda eu entregar o pedaço de droid, e começa a chacoalhar um lightsaber duplo. Na muquia quebro o dispositivo de memória pro cara não conseguir tirar nada dele e entrego pra ele. Então o safado usa o truquinho de apagar a memória. Maldito. Depois entra na casa e passa a lightsaber no Serps. Usa o truque da memória em Elel também, só Lidris que viu tudo de dentro do tanque. Lidris fica sinalizando com os olhos pra Elel checar Serps, ela vê que o cara foi morto mas não entende como. Entro e ela me mostra o morto. Achando que foi ela que matou digo que tá tudo bem e que eu vou dar conta do presunto, embrulho e desovo num canto qualquer. Volto como se naaaada tivesse acontecido.

Você não viu naaada...

Você não viu naaada...

Horas depois tiramos Lidris do tanque e ela conta o que viu, o maluco da espada vermelha brilhante. Elel vai checar com o mestre dela o que tá pegando. Eu fico cuidando de Lidris, ela diz que suspeita de sabotagem pra pegar o Serps, pede preu checar por que o troço explodiu. Recolho umas peças e deduzo que foi acidente mesmo por falta de manutenção.

Elel checa na casinha do mestre e o bicho sumiu, vai na caverna e vê os três encapuzados tretando com o maluco da espada dupla. Os encapuzados começam a perder, Elel vai procurar o mestre, sente ele passeando pela força. Depois um dos encapuzados aparece todo arrebentado e entrega as duas espadinhas dos encapuzados mortos pra ela guardar. Elel enterra os bagulhos e volta pra minha casa. Conta o que tá rolando, as minas conversam sobre o que fazer. Elel volta pra casa do mestre fuçar nas coisas dele. Lidris fica se recuperando.

Também quero um...

Também quero um...

Elel fuça um tempão até achar um alçapão e uma escadinha. Desce a escada e chega numa sala com vários lightsabers na parede com nomes e holograminhas, lance bem religioso, e descobre que o mestre do tal mestre dela traiu o movimento. Acha um holoprojetor e o ativa, vê uma batalha fodona entre forçudos. Depois Elel pega os lightsabers que enterrou e guarda ali. Volta pra fora e sente a presença do mestre no deserto, uns metros pra baixo. Corre com uma pá e tira o maluco de lá. Voltam conversando pra casinha. Lidris resolve ir pra casinha também e se encontram lá. Eu fico fazendo inventário das coisas que o mestre forçudo me arrumou.

A Força não está em tudo mesmo? Então...

A Força não está em tudo mesmo? Então...