Archive for the ‘StarGate’ Category

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3º sessão de StarGate do Hugo

25/02/2010

3º sessão de StarGate do Hugo

Saímos da tumba e vemos a zona rolando na torre lá nos quintos. Ficamos discutindo o que fazer. Achamos o rádio do Sargento. Eugene, nosso médico, volta pra tumba e fica apertando tudo que encontra. Nos juntamos a ele e voltamos a bater cabeça por lá. Achamos uns dispositivos no chão que acionavam o teleporte do esqueleto de volta pro altar. Decifrâncias depois descobrimos que umas palavras ali dizem sobre arma, anéis, energia e talz. Por fim, depois de muitas trapalhadas, abrimos o sarcófago, vou tirar o jarro mas ele se desintegra [falha crítica] deixando cair um daqueles vermes que viram deuses.

Goa'uld - Lombriga extraterrestre

Jogamos Naquada [carinhosamente chamada de Tapioca] no sarcófago e acabamos acionando alguma coisa. Um cristalzão vermelho se forma dentro do sarcófago. Mais fuçança e acionamos algo de novo. Anéis de transporte aparacem e levam eu e Eugene prum local amplo e escuro. Caminhamos até encontrar uma estátua dourada de uma cobra imeeeensa junto dum pequeno altar com um sulco de mão. A cobrona emana um calorzinho fritante. Colocamos o cristal vermelho no altar e a cobra começa a se mexer, mas só isso. Striker se junta a nós após explodir meio mundo lá fora pra impedir os soldados malucos de entrarem. Eugene tem a brilhante idéia de colocar a mão na cobrona pro calor comer sua mão deixando-a do tamanho certo pra caber no encaixe do altar. É, metade do plano funciona… hehehe

Voltamos pra tumba via teleporte, jogamos os ossos no sarcófago junto com o verme, acionamos e aparece uma mulher gostosona em transe. Ela fica no meio do lugar esperando os anéis de transporte. Acionamos e vamos com ela pro escurinho. Ela vai até a cobrona e põe a mão no encaixe do altar, colocamos o cristal vermelho e a cobrona solta a franga. Levanta vôo e sobe, arrebenta o teto e deixa a água entrar. Corremos até o ponto do teleporte e voltamos pra tumba, com a mina gostosa. Ela reaparece no altar na tumba como esqueletinho. Eugene entra no sarcófago pra ver se a mão regenera. Funciona, mas ele fica com pensamentos de grandeza na cabeça.

Ficamos pensando em como sairemos da tumba já que Striker desabou tudo lá fora com uma explosão. Então ouvimos pessoas se aproximando pelos entulhos, pra nossa surpresa vemos o Sargento, todo arrebentado, junto com uma tropa de soldados da terra. Diz que veio caçar a gente já que ficamos desaparecidos por três meses (!!!). Saímos e vemos a cobrona dourada flutuando e encarando a torre, precisamente o local em que Marduk estaria aprisionado. Segundo o Sargento a cobrona apareceu e sentou o prego no povo que tava atacando a torre e está vigiando desde então.

Encontramos o velhinho empolgado de antes. Pra nos agradecer por salvar o planeta e tudo mais nos oferece presentinhos ultratecnológicos. Num lembro o que o outros ganharam, mas eu tive meu cérebro fritado por um aparelhinho e agora falo todas as línguas do univeeeerso! MWAHAHAHA!!!! Voltamos felizes pra Terra.

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2º sessão de StarGate do Hugo

11/02/2010

2º sessão de StarGate do Hugo

Dessa vez temos até ficha! D20, 1ºnível…

Somos designados como uma equipe mesmo, nós três e um sargento qualquer. Fazemos missões de reconhecimento em planetas novos. Nos mandam ir num planeta tal, segundo os informes dos robôs mandados antes tá tudo sussa, lugarzinho agradável. Nossas análises das amostras não demonstram perigo [é, falha crítica…] Abrem o portal e passamos.

Chegamos inteiros, começamos a examinar o local. Para nossa surpresa o terreno é sintético, grama e terra, talvez um campo de golfe. Nas comunicações não pegamos nada, só um sinal que logo some. Ampliamos a putênça e detectamos o sinal novamente, Striker vai checar. Até que perdemos comunicação com Striker. Decidimos voltar pra terra e trazer apoio, ligamos o portal mas nosso controle num funciona, alguma interferência no ambiente. O sargento vai checar o que rolou com Striker, até que perdemos contato com ele também.

Fuçando atrás da tal fonte de interferência detectamos uma formação com cara de cidade abaixo de nós, com uma torre enooooooooorme. De repente aparecem caras armados e nos capotam. Notamos um símbolo nas testas deles. Nos algemam com travas magnéticas e nos levam pro calabouço deles. Lá encontramos nossos camaradas Striker e Sargento na cela da frente. Conversamos, aparentemente o símbolo das testas dos caras é de Marduk, um deus babilônico.

Marduk

Chega um velhinho capenga com o tal símbolo e começa a gritar com a gente, sobre nós sermos servos dos deuses e querer resgatar o que tá preso lá, até que contamos de onde viemos e todo rolo de deuses que pegou lá na terra. O cara resolve nos libertar e nos leva pra trocar idéia na sala do trono. Conversamos, aparentemente os caras são tipo babilônicos e a tal torre é tipo a torre de Babel, por isso todos falamos a mesma língua. Eles prenderam Marduk um tempão atrás mas não consegue matá-lo pois ele armou uma defesa fodona. Soldados cabeçudos dos deuses vivem aparecendo do portal pra tretar com eles atrás do Marduk. Dizemos que pedalamos Rá e eles ficam todos eriçados, dizem que vamos ajudar a derrotar os bichos e tudo mais.

Dizemos que podemos ajudar e nos aliar mas precisamos voltar pra terra pra isso, eles dizem que num rola pois se desligarem a interferência deles o povo arreganha o portal e tá tudo lascado. Discutimos opções, eles comentam sobre Tiamat [ó o arroz de festa aí de novo], a deusa criadora do caos e das cobrinhas, e sobre a treta dela com algum deus fodão e que a morte dela arrebentou uma torre fodona também só deixando ruínas, e que se ela voltasse ou a turma dela, poderíamos socar mais deuses. É, algo assim… .

Melhor que o Dragão Power Ranger

Pedimos pra nos levar até as tais ruínas, eles levam mas dizem que não podem entrar por ser venenoso pra eles. Lá é todo coberto por um material bizarro que são feitos os deuses. Tapioca ou algum nome parecido. Ficamos lá investigando até que notamos um bando duns trocentos soldados malucos dos deuses vindo pelo mar até as ruínas que estamos. Como tudo ali é coberto pela tapioca radioativa e, segundo nosso bom doutor, é explosiva, resolvemos mandar tudo pelos ares.

Esses capacetes não parecem muito confortáveis

O sargento quer ficar e se explodir pra levar tudo com ele mas convencemos a tentar algo menos idiota. Striker e o médico caçam abrigo nas ruína, eu armo pros nossos explosivos detonarem com um timer. Quando tá tudo pronto a dispositivo falha [oooutra falha crítica]. O sargento manda eu correr pro abrigo e começa a meter tiro nos explosivos. Eu corro, nos abrigamos e a coisa explode, e não pára, então vamos nos aprofundando nas ruínas bem rápido fugindo da explosão. Corremos por uma escadaria cheia de meleca verde, Striker e o Médico se arrebentam lá no chão depois de rolarem na escada.

Continuamos até uma sala bem grande coberta de meleca verde, com um altar no fundo, um esqueleto de mulher sobre o altar e atrás uma portinha de ouro. Fuçamos loucamente, achamos uns símbolos relacionados com Tiamat, possivelmente a tumba da safada. Fuçando na porta de ouro ela se mexe e abre sozinha, revelando outra saleta com um sarcófago. Então ouvimos som de pedra se movendo, corremos pra salona e o esqueleto tá na posição que o encontramos, não todo torto como o deixamos depois de fuçar. Depois de muita paranóia notamos acima dele uma forma de ouro com o negativo do esqueleto. Ficamos um bom tempo rodando como baratas tontas pela sala pensando no que fazer. Depois de xingar os deuses até temos pensamentos felizes com Maat. Striker resolve voltar pela escada com o crânio do esqueleto mas toma um chocão dum campo de força, fica putão e estraçalha o crânio. Vamos pro sarcófago, apertamos os botões e ele abre, dentro tem uma urna bem simples, enfio a mão lá mas ele fecha rapidão quase levando meu braço. Ah, e claro, o crânio tava inteiro de novo no altar. Resolvemos voltar pra torre e tentar comunicação com a terra. Na saída o esqueleto até vira o crânio na nossa direção, e posso jurar que ele deu uma piscadinha. Quando saímos vemos a torre sendo arrebentada e coisas voando ao redor dela. Montes de corpos de soldados malucos por perto. Aiai…

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1º sessão de Star Gate do Hugo

21/01/2010

1º sessão de Star Gate do Hugo

Sem sistema ou ficha, só um d10 mesmo. Somos cadetes da força aérea americana. Eu estou como Amadeus “Mad Dog” Fink, especialista em comunicações. Temos Foice como Artur Strike, sniper e pipoqueiro. E o Leo como Eugene, médico que já conhece sobre essas tretas dos portais.

Começamos com Eugene nos laboratórios, falam sobre uns bichinhos parasitas que tão pegando a galera, tão estudando esses parasitas, falam um monte de abobrinhas que eu ignorei mesmo. Já Strike está numa operação de vigilância, tá junto com outros milicos observando um senador. No meio da vigilância o senador vai até o meio da sala e fica parado, então aparece uma nave bisonha no alto da casa, luzes fortes pra todo lado, Strike despirocando gritando pra todo lado e atirando na nave, uns anéis se formam ao redor do senador e o some. Chegam os outros milicos, Strike e eles vão pra casa do senador mas os seguranças barram. Então coisas começam a se destruir, tiros, barulhos, aparece um outro militar tipo coronel [que creio fazer parte da série] e a situação ameniza. Strike conta tudo que aconteceu, o milicão resolve levar Strike junto já que ele viu demais e a outra opção era matá-lo.

As rodelas do transporte

Na base meu superior fica me passando coisas bizarras pra decodificar, e depois de muitos códigos ele me manda pro Egito checar uns símbolos que foram encontrados. Chegamos no Egito, vamos até uma pirâmide que foi encontrada há pouco, então tem só a pontinha escavada, e uma entrada. Entramos e vemos os tais símbolos pelas paredes, e um cientista abobado [que também deve ser parte da série] os estudando. Chamamos a atenção do cientista até que ele vem falar com a gente. Noto que os símbolos formam um tipo de instruções, pergunto pro cientista se ele já sabe o que o troço manda fazer e ele volta a estudar os símbolos surpreso. Eu me junto a ele e fico mostrando o porque de eu achar isso e no que toco nos símbolos eles brilham e uma porta se abre na parede.

Luzes misteriosas irradiam, ficamos boquiabertos, comunicamos os milicos e enquanto eles não vêm vamos investigando, e ficamos tão absortos que nem notamos que já passamos pela porta e estamos num corredor iluminado por luzes fosforescentes. Pelos símbolos deduzimos que o local tem algo a ver com a deusa Ma’at, a deusa da justiça, do céu (e do chá?^). Continuamos andando e achamos outra parede com símbolos, cutucamos e mais uma porta se abre, vemos uma sala grandona com um sarcófago estranho. O cientista fica assustado como se soubesse algo, diz pra corrermos e sai correndo. A porta começa a fechar, ele passa e eu quase não consigo passar. Ele já disparou na frente, eu corro e a primeira porta também fecha me prendendo lá dentro. Fico esperneando mas sem retorno. Volto pra outra parede e abro a porta de novo, entro na sala e os sarcófago começa a abrir.

Tipo assim

Na base Eugene é mandado pro Egito por causa da pirâmide pra caçar os parasitas. Strike é levado pruma base secreta, altos papos sobre coisas secretas e do que rolou com o senador, alistam ele no time e contam os esquema dos portais pros outros planetas. Armam uma missão, vai Strike, o milicão e mais um, junto com um robozinho R2d2. Vão pra plataforma do portal, passa toda frescura do portal e eles passam, chegam até um planeta desértico. Strike dá uma vomitadinha pela viajem mas dizem ser normal.

Eugene chega no Egito e tá tudo lacrado, a pirâmide se trancou toda. Pelos estudos a pirâmite é de pedra mas tem um miolo de metal bizarro. Ficam discutindo meios de entrar na pirâmide. Lá dentro, o sarcófago abre e tem uma múmia quietinha dentro. Fico fuçando a sala atrás de uma saída, acho uns desenho estranho, cutuco e coisas brilham. O sarcófago fecha, luzes, e quando abre uma gostosona levanta. Diz que é Ma’at e que vai tocar o terror, mas eu vou virar o servo dela pra ela se atualizar depois de milênios dormindo. [Por que todo vilão quer me recrutar? Tzk tzk… E por que eu sempre aceito?] A gostosona Ma’at faz uns gestos e coisas se movem, brilham e fazem barulho. Ela suga meu cérebro atrás de informação e me põe pra pilotar a nave dela, que é o troço de metal dentro da pirâmide. Levantamos vôo, ela põe na minha cachola a localização dum planeta lonjão e disparamos.

Tipo isso misturado com a Halle Berry

A galera militar fica loka, tiros e aviões mas nada resolve. Envio uma mensagem muquiada pro meu superior dando a localização do planeta e sobre a Ma’at, e vamos pro planeta. Na viajem chega uma hora que ela manda eu descansar e fico ouvindo ela conversar com os escravos dela que apareceram sabe lá deus de onde. Contam pra ela que Rá (o deus do sol) foi derrotado e sumiu, ela fica putona e tudo treme.

Lááá no planeta distante, Strike e tchurminha passeiam. Logo se juntam com o grupo de Eugene (que realmente num lembro como foi parar no planeta). Continuam o passeio até que são atacados, tiroteio e destruição, mas Strike e Eugene são acertados e apagam [duas falhas críticas – mereceram]. Acordam numa jaula tosca, não consegue sair. Chegam dois escravos de Ma’at e os levam até a própria. Ma’at fala com os dois, pergunta sobre a morte de Rá e toda a bagunça que os humanos tão fazendo. Diz que vai ficar neutra na treta e tentar falar com os outros deuses pra resolver a quiaca. Eugene bate boca e toma umas invasões mentais que o deixam pianinho. Strike fica de boa pra não tomar também. Ma’at os libera e manda voltarem pra Terra, saem correndo. Ma’at me libera da servidão também e saio correndo.

Chegamos na plataforma do portal, Strike ativa o transporte enquanto Eugene tenta usar o R2d2 pra encontrar o resto do povo que foi pra lá. Como ele não entende nada de rádio eu faço, contacto a base pedindo permissão pra passar pelo portal, eles negam por eu ser um traidor. [Lembram daquele lance de “Inteligência Militar” ser uma contradição em termos? Pois é…] Ignoro e corro pro portal, mas Strike atira em mim fazendo eu rodar e bater na aba do portal passando só meu braço, que quando eu tiro num tá mais lá, só sangue jorrando. Eugene faz uns curativos até que o povo libera a passagem. Voltamos pra Terra.

Portalzinho singelo

Strike e Eugene são interrogados a exaustão e depois colocados em celas. Então alarmes soam, todos se mobilizam, tem algum deus maluco invadindo a base. O portal é trancado mas começa a ser destrancado pelo deus maluco. Lá na enfermaria Ma’at aparece e refaz meu braço. Avisam da presença dela lá e ela some. A galera chega e avisam que ela tá no portal de novo. Correm pra lá, ela olha pra todos e some no portal. Somos interrogados de novo e meses depois viramos parte do time.

Mandam a gente resolver o lance da nave que sequestrou o senador. Ficamos vigiando a casa, tudo voltou ao normal, o senador voltou, a nave aparecia de vez em quando, concluímos que o safado tava trabalhando pros deuses. Armamos o plano e executamos. hackeio a rede dos guardas e abro uma brecha na segurança. Entramos e neutralizamos o senador e a esposa com drogas. Eugene fica la interrogando o senador enquanto eu e Strike vamos pra nave. Ficamos no ponto do transporte e somos levados pra nave. Muito tiro e destruição depois chegamos à ponte de comando e encontramos um cara que conhecemos da base que tá trabalhando pros deuses. Tomamos a nave e guardamos na área 51, os espiões são jogados pros interrogadores. Pela glória de Ma’at… digo…