Archive for the ‘Storyteller’ Category

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9º sessão de Exalted do Seiya

19/03/2010

9º sessão de Exalted do Seiya

Lá na cidade, SDS bolava um plano pra libertar os malacos dragonblooded do xilindró. Passou pra eles uns trecos tipo comida e utensílios. Durante a noite eles usaram as tralhas pra vazar matando os guardinhas. Dois deles, uma mina do elemento ar e outro cara do elemento terra, encontram SDS, conversam e fogem da cidade. Um outro dragonblooded bêbado com o vinho que SDS deixou pra eles na cela é preso pelos guardas de novo. SDS sai da cidade na surdina pra encontrar os dois.

Fingindo ser uma pessoa normal ela viaja com os dois. No caminho ela encontra o camarada dragonblooded dela, o carinha do elemento fogo, tomando banho numa cachoeira. Sem- vergonhices depois eles se juntam ao resto e esse cara vira o líder dos dragonblooded por ser o único líder que sobrou e por ele ser um ótimo porradeiro. Seguem correndo, SDS acompanha o cara de terra que é mais lento e tá machucado. Ela fica tendo desejos e vontades de sugar o sangue do cara mas resiste. O cara do fogo deixa ela sugar um pouco do sangue dele pra ela se manter controlada. Ela conta que tava andando com a gente e que pedalammos os camaradas dragonblooded dele. Mostra o brinco que eu dei pra ela, um dos que peguei daqueles dragonblooded de planta. O cara fica de boa.

E a gente lá na Wyld, continuo na luta com o fadinha. Lirien vai movendo DoL como uma bola de circo, rolando ele com os pés. DoL continua rezando pro deus macintosh pra fazer a magia dele. Lá na treta o fadinha sopra a flautinha e convoca uns lobinhos ou coisa assim pra me pegar. Eles fazem montinho em mim mas param no meu EVA/armadura. Agarro o fadinha e o soco até virar massinha. Fico berrando pra zoar os efeitos de som dele. DoL chega e dispara sua magia criando uma área de estabilidade no local.

Programação do windows

Enquanto estou segurando o resto de fadinha uma voz vinda de todo o lugar manda eu parar. Conversamos com a voz, aparentemente é uma fada bem mais foda que imaginávamos e aquele era só um homunculu dele, só um bonequinho. O fadão diz que pode negociar com a gente, oferece deixar a gente onde quisermos se conquistarem de volta um castelinho dele que tomaram. Eu mando ele catar coquinho e vou embora, Lirien vem comigo.  DoL aceita.

Saio com Lirien da Wyld. Saímos numa caverna. Montamos acampamento e chamo um espírito do local pra conversar e a gente ficar de boa. Aparece uma cobra, ela escreve no chão que somos bem vindos e vai embora. Então uma voz graúda fala conosco, aparentemente um espírito fodão protetor da cidade e região. Diz que é o cara que faz as histórias acontecerem. Pedimos pra ele contar algo mas ele num tá muito afim, então Lirien fica tocando sua flautinha. Mando uma mensagem via magia pra SDS dizendo que vamos encontrá-la.

Depois de descansarmos partimos pra encontrar SDS. Viro um cavalo pra Lirien montar e vamos. Encontramos SDS junto dos Dragonbloodeds, deixo Lirien e volto pra caçar os fadinhas. Elas ficam fofocando. Sei lá como mas o papo desemboca em contar pros DBs que elas são exaltadas e entram pro grupo deles como mercenárias. Ok…


DoL é levado pelo fadão até o tal castelinho. Ele arrebenta todo mundo e libera o local pro fadão. Como recompensa ele é deixado em algum canto do mundo quando percebe que aquela base militar que encontramos um tempo atrás me disse um monte de abobrinhas e que ele só conseguiu entender agora, a mensagem era que o tal do Olho de Autocton que DoL tanto procurava tava naquela base. Quando se toca ele volta pra outra base pra reportar que achou o tal Olho.

No caminho ele encontra um Sideral que ele já conhecia. Ambos entram na base, DoL se pluga nos sistemas mas percebe que a coisa tá com vírus. Arrebenta os cabos antes de comprometer alguma coisa e vai pro núcleo da base pra destruir tudo. Ele e o Sideram vão arrebentando as paredes até chegam ao núcleo. Muita energia depois e tudo explode. A intensidade do feito faz a aura de DoL brilhar tanto que metade do mundo vê. Ele sai voando com o Sideral capotado de volta pra sua própria base se consertar e contactar Autocton. Eu voando na minha carruagem de fogo vejo a aura do DoL e vou checar. Vejo ele entrando na base dele, vou seguindo. Entramos, todos vão pro conserto.

Notou como somos discretos?

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8º sessão de Scion do Angelo

12/03/2010

8º sessão de Scion do Angelo

Continuando as alucinações, Izel vai falar com mais alguém. Hadinho encontra Artemis, conversam bobagens e ela dá um espelho de prata pra ele. Eu encontro outro cara numa encruzilhada, Kalfu, que me dá um medalhão de proteção. Volto correndo e no caminho vozes tentam me distrair. Nos encontramos na alucinação até chegarmos onde começamos, com a fogueira acesa e ninguém por perto. Avistamos umas pessoas aladas lááá longe. Corro pra cabana do xamã albino e ele tá murcho. Dou um gole do goró de Dambala pra ele mas dá um refluxo e eu tomo uns revertério, mas o cara fica mais sussa. Acorda e diz que os alados levaram todos, inclusive Yue, e que são duma nova fé.

Kalfu - o mano das uncruzilhadas

Lá fora investigamos um pouco mais, temos visões de romanos virando cristãos e escravistas levando africanos e espanhóis arrebentando os astecas. Vemos um símbolo, uma cruz azul. Especulamos o que tá rolando e voltamos pro aeroporto. Tochas iluminam o lugar, ninguém a vista. Encontramos Müller no alto da torre todo arrebentado. Diz que os alados passaram lá e levaram todo mundo, até nossos camaradas. Voltamos pro avião e seguimos viajem com Müller pilotando. Checamos as notícias no resto do mundo e vários desastres rolando, além de nossas identidades serem responsabilizadas por diversos crimes.

Chegamos ao Japão, desviamos de olhares curiosos e acusadores, e seguimos pro Monte Fuji. Como está rolando uma obra bizarra temos que passar pelos guardas e trabalhadores pra entrar no monte. Müller some e se esgueira, eu controlo a mente duns caras pra nos darem os cartões de acesso e entramos de boa. Achamos uma parede estranha, ouvimos uma voz feminina pedindo pra provarmos nossas intenções, provavelmente Amaterasu, mãe de Yue. Hadinho mostra o espelho que ganhou de Artemis e coisas brilham, a parede se abre e entramos na escuridããããõ.

Monte Fuji - Nossa nova portinha

Seguimos sem enxergar nada até chegarmos numa sala. Ouvimos coisas nos rodeando, preparamos pra porrada. Müller atira mas não sabemos o resultado, mas sabemos que ele começa a apanhar. Sem muito o que fazer apelo pro Migué, boto banca e ameaço todos, e muitos sucessos depois os nossos atacantes fogem. Achamos duas shurikens negras, guardo pra pagar Müller depois.

Continuamos e a escuridão começa a pesar, atrapalhando a passagem. Invoco as forças da justiiiiça e dou uma machadada no ar. Faíscas de eletricidade espalham criando um corredor pra passarmos. Corremos até uma parede, então unimos nossos ataques e arrebentamos a mardita. Seguimos até outra sala, ouvimos alguém se gabar e nos ameaçar. O safado até me dá uma rasteira pra mostrar que não podemos com ele. Jogo um xaveco e ele abre a boca dizendo que o Erebus está na sala além da Sala do Temor. Então Hadinho saca o espelhilho de novo e ele briiiilha iluminando a sala. O cidadão que nos ameaçava não curtia muito luz, então aproveitamos pra descer o reio nele. Enquanto isso Müller e Izel esgueiram pra fora da sala. O saco de pancadas até tenta fugir, mas vôo por cima dele e reflito a luz do espelho nele, fazendo-o parar. Eu e Hadinho moemos o cabra. Hadinho pega uma espada que o cara carregava e seguimos pra próxima sala atrás de Izel e Müller.

Artemis - Quase uma Eletropaulo

Na saleta do medinho Müller começa a ter alucinações e fica bem patético e chorandoso. Izel vê umas paradas estranhas também, mas um gigante aparece sabe-lá-de-onde e leva eles dali. Aparentemente é o papai Ymir do Müller. Eu e Hadinho entramos e também vemos coisas. Eu vejo muitas cobras, eles começam a se juntar e ficar maiores. Eu desço machadada nelas. Uma maiorzona fica com a cara de meu papai humano, ainda passo o machado nela deixando a cabeça pendurada e ainda falante. Diz algo sobre eu matar ele, respondo que estou deixando eles seguirem suas vidas humanas e seguindo meu caminho. Dou um beijo nela/nele e sigo em frente. Já Hadinho vê uns espartanos queimando uns filósofos, ele impede alguns e começar a tretar com os espartanos. Bota banca neles e aparece o chefe espartano. Conversam e o espartanão resolve deixar os filósofos presos. Hadinho num consegue roubar a chave e fica lá na porta da prisão dos filósofos.

Raul! Raul! Raul!

Nos encontramos novamente, Izel dá uma cutucada em Müller pela desmunhecada. Chegamos até um buracão. Não vemos o fundo. Müller puxa uns bastões fluorescentes e corda e começa a preparar a descida. Eu desço voando na frente e com o espelho luminoso. A escuridão é densa e engloba a luz do espelho iluminando só um pouquinho. Algo me agarra, é Erebus. Ele tá todo acorrentado, pergunta da chave pra libertá-lo. Puxo o frasco de líquido prata que ganhei no meio do caminho e despejo nas trancas. As correntes se desfazem e o tiozinho fica livre. Subo voando de volta mas um teto de escuridão me impede. O povo vai descendo e chega no bloco escuro. Sentam porrada no troço até abrir um espacinho, conversamos e unimos novamentes nossos golpes pra arrebentar o bagulho. Erebus me protege dos estilhaços e vamos saindo.

Erebus - grande senhor da escuridão e blábláblá

Corremos loucamente, coisas se destruindo, Erebus passa apressado pela gente. Trombamos outro mané das sombras, tacamos luz nele e descemos porrada até virar mingau. Algo bem malévolo começa a nos perseguir. Chegamos até a porta e Müller manda corrermos enquanto ele segura o que tá vindo. Saio voando com Izel e Hadinho e tudo se destrói onde Müller estava. Até checamos se ele ainda tá por lá mas sumiu mesmo. Vamos embora esperando que ele nos encontre depois.

Vamos seguindo pro aeroporto quando percebemos que as pessoas sumiram, tudo deserto. Mais investigações e descobrimos estar numa ilha dos mortos japoneses. Especulamos de como voltar. Vou até uma encruzilhada pra chamar Exu e quem aparece é o Barão Samedi, num carro de luxo bem antigo. Conversamos, peço pra ele dar uma força e levar a gente pra fora, ele topa por um preço. Ofereço uma festa no terreiro de Xangô, ele aceita. Diz que pode levar o resto também se eles pagarem o preço deles. Volto pra falar com eles, Izel topa mas Hadinho prefere ir falar com seu próprio papai Hades. Voltamos pro Samedi, Izel conversa com ele e oferece sacrifício de sangue na festinha do terreiro. Ele topa, entramos no carro e ele nos tira dali. Já Hadinho acha papai e o leva por uma escadaria pra sabe-lá-onde.

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8º sessão de Exalted do Seiya

25/02/2010

8º sessão de Exalted do Seiya

Depois de sair da base autoctonian que foi apagada de nossas memórias eu fui resolver aquele probleminha com a feiticeira destatuada, enquanto isso o resto do povo vai atrás de jade.

Chego na cabaninha da tia e ela tá passando mal, precisa ser tatuada logo. Explico pra ela sobre as castas e ela não escolhe nenhuma. Fico analisando-a pra ver em qual casta alocá-la quando aparece Luna pra falar comigo. [num sei até que ponto isso é normal nesse jogo]. Ela fala que só não escolheria a casta dos porradeiros pra tia. Fala mais abobrinhas e vai embora. Eu enrolo e resolvo tatuar a casta dos Changing Moon pois ela disse que se daria ao máximo em qualquer que fosse a missão dela.

Luna - a Patroa

Assim que termino e tudo se assenta o macho dela é arremessado pra dentro da cabana com uma bela flechada no peito. Avisto dois Dragonblooded e mais uns escravos lá fora. Pego a tia e o flechado, fico na forma grandona e salto dali protegendo-os enquanto a cabana é esfacelada por vários chakrans [aquele donuts da Xena] arremessados pelos dragõezinhos. Assim que aterrisso e ponho os dois no chão já dou tapões nas árvores ali pra que elas girem pela área pegando tudo no caminho. Um delas explode os escravinhos, mas a mina Dragonblooded pula e corre pra me enfrentar. O outro cara segura a árvora no peito como se fosse nada. A mina taca os montes de chakrans mas eles ficam todos no meu pêlo. Digo que vou deixá-la em tantos pedaços quanto chakrans que ela jogou. Corro pra ela dando um rugidão que a manda longe mas o cara a segura. Continuo correndo e agarro os dois, enfio minha tromba pela boca da mina e arranco o coração dela.

Faço cara de psicopata pro cara que sobrou enquanto como o coração da mina. O cara me dá murros mas pára no meu couro. Porém os golpes dele tem uns efeitos bizarros que fazem meus pêlos caírem onde ele acerta. [Imagino que esse troço me machucaria bastante se eu tivesse falhado na resistência] Esmurro o cara mas ele aguenta, então arremesso ele pra cima. Noto que quando tiro ele do contato com o chão ele deixa de ter toda aquela força. Ele desce no chutão enquanto eu subo no gancho. Neutralizamos um ao outro, eu corro e vou a esmurrá-lo até que ele pedala. Descubro com ele um pergaminho que tem cara de ordem de caça. Vou procurar o casal feliz e os encontro numa moitinha fazendo coisas. O cara diz que tavam caçando ele mas agora já podem se cuidar.Pra agredecer a tia me dá um medalhão que aumenta minha proteção contra Wyld. Largo eles no pé da montanha e vou encontrar o povo.

SDS, Lirien e DoL vão voando até uma área que está estranhamente fria demais. Sentem o distúrbio da Wyld e depois uma presença Wyld bem forte por lá. Investigam um pouco e resolvem deixar pra lá. Os encontro no caminho. Conversamos, digo que tenho que ir socar o bicho da Wyld que tá aterrorizando aquela região que passamos meses atrás [se bem que já deve ter morrido todo mundo né…] e chamo eles pra me acompanharem. SDS num quer ir de jeito nenhum, Lirien num tá muito afim, DoL ensina pra elas umas técnicas de combate. Vamos até outra base autoctonian, DoL descola armas e video-aulas pras minas. Lirien decide nos acompanhar enquanto SDS fica numa cidade grande feliz.

Na cidade SDS fica passeando pra descobrir o que tá rolando por lá e encontra uma jaula com uns dragonblooded presos que ela conhece. Todos bem estrupiados, faz amizade com uma mina que oferece uma boa grana pra SDS ajudá-la a fugir dali e matar um dos dragonblooded banana que tá jaula. SDS topa e vai atrás de como soltá-la.

Já nós vamos praquele pedacinho de Wyld socar quem quer que estivesse lá. Vamos andando e minhas tatuagem me protegem dos efeitos, mas DoL e Lirien ainda tomam e tem suas percepções distorcidas. DoL pára pra fazer magia, mas ele vai ficar parado um tempão, então sigo sozinho enquanto Lirien protege DoL (!). Sigo até onde a presença é mais forte e escuto musiquinhas de elevador. Procuro o cabra e o acho escondido numa árvore. Vou pra cima mas o erro. Ele usa a flautinha dele como zarabatana e me acerta uns dardos que me machucam bastante mas regenero rapidão. É, devia ter me preparado melhor pra essa treta. Aciono meu warstrider, o robozão que descolei um tempão atrás (lembra?). Enquanto Lirien tem que se virar com bichos bizonhos da Wyld que vão aporrinhar DoL.

Próxima sessão: espancando fadinhas frígidas

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7º sessão de Scion do Angelo

25/02/2010

7º sessão de Scion do Angelo

Na casa de Izel nós discutimos sobre como prosseguir. Estamos desaparecidos há dois dias, checo minha situação na internet e vejo uma cópia minha fazendo discurso num país africano. Powell e Condoliza também tão por lá. Aparentemente os vilões substituíram a gente pra seus propósitos excusos. Sven vai ao banheiro e logo escutamos um tiro abafado. Corremos e Sven tá caído com um tiro no meio dos olhos. Procuro o atirador mas não acho. Yue dá uma olhadinha e deduz onde o cara pode estar. Corre pra lá junto com Hadinho. Eu pego um fio de cabelo dela pra usar meu poder de ver através dos olhos dela. Eles correm até um predinho ali perto e vão subindo. Chegam num apartamento e já arrebentam a porta. São recebidos a bala mas não são acertados. Vendo onde eles estão eu saio voando rapidão e entro pela janela de surpresa descendo o machado no atirador enquanto Yue e ele brincavam. O cara fica partido em dois. Fuçamos e só encontramos tralhas de atirador. Percebemos que aos pouquinhos ele está se regenerando, um Scion. Levamos ele e as tralhas pra casa de Izel pra ela checar as entranhas do cara.

Depois ninguém sabe por que eu fico paranóico

Amarramos o cabra na mesa todo arreganhado. Izel põe uma forma de bolo no tórax do cara pra evitar que o ele termine de regenerar. Vou arrumar nossa viajem pro oriente enquanto os sádicos ficam torturando o regenerante. Faço um sermão pra eles pararem de maltratar o coitado. Com nossa viajem agendada vamos interrogar o tal. Deixamos ele regenerar até poder falar. Vamos conversando, o cara diz que foi contratado pra matar a gente mas não sabe por quem ou por que. Sabe que somos Scion e que estaríamos ali naquele dia. Izel pega o escalpo que tinha no freezer pra assustar o cara mas ele nem liga. Estoura as amarras e senta tranquilo pra conversar civilizadamente. Se apresenta como Müller e como ele falhou na missão dele logo virão atrás dele, então resolvemos contratar ele pra nos ajudar a libertar o Erebus do mundo das sombras. Ele cobra três itens mágicos. Faço o contrato com ele. Ele diz ser filho de Ymir, um “titã” nórdico. Johan fica meio cabreiro mas convencemos ele a deixar de frescura. Sven se recupera do tiro sem problemas devido seu poder.

Ymir - Papai do Müller

Umas horinhas depois vamos pro aeroporto e pegamos nosso jatinho particular. Viajem tranquila até uma parada na Oceania. Na cabine noto que os pilotos estão paralisados. Vamos saindo bem paranóicos, tudo apagado. O carinha que colocava gasolina também está caído e a bomba ligada. Desligamos e seguimos eu e Hadinho até a torre de comando. Izel fica no avião fuçando atrás de coisas, acha um botijãozinho com canos conectados, além dum dispositivo com cara de bomba. Chama Müller que começa a desativar as coisas. Na torre de comando vemos todos caídos e nenhum equipamento funcionando. Notamos que a cidade toda tá apagada.

Voltamos pro avião o povo começa a ouvir sons de batuques ao longe. Eu e Yue vamos checar os batuques voando enquanto o povo tenta salvar a vida dos pilotos. Muitos choques e sopradas depois e os pilotos ficam melhor. Eu e Yue sobrevoamos uma área onde há pessoas dançando ao redor duma fogueira. Descemos na caruda e tudo pára. Todos nos observam, eu pergunto pelo líder deles. Demonstro que não sou hostil e a festinha aborígene começa a voltar ao normal. Duma cabaninha xumbrega sai um negão albino cheio de badulaques. Ele diz que nós trouxemos a escuridão, eu digo que não. Ele puxa um pó da pochete e sopra na minha cara, me apagando. Antes de cair só vejo os pés de Yue se movendo pra atacar. Izel e Hadinho chegam lá na festinha depois e vêem um monte de gente morta e Yue pendurada toda arrebentada. Os aborígenes impedem a passagem deles até que o albino aparece e taca pózinho neles também.

Hora da viaaaaje...

Acordo e a fogueira brilha azulado. Estou vestido roupas africanas, machadão e escudão. Sem pessoas por perto, vou até a cabana atrás do albino. Ele tá sentado chacoalhando búzios. Ele joga os búzios e me diz que tem algum safado comigo que vai me trair. Diz mais abobrinhas e que eu tenho que caçar alguma coisa lá fora. Saio correndo pelo mato gritando loucamente. Izel acorda e a fogueira brilha verde (eu acho). O albino chama ela pra cabana e joga os búzios dela. Fala abobrinha e manda ela pra cidade. Hadinho mesmo esquema só manda ele pra montanha.

Izel vai pra cidade, tudo intacto e vazio. A delegacia chama sua atenção, ela entra e tem um policial. Ele diz que tem que pegar a explicação dela sobre o lance de ir salvar um titã. Falam mais abobrinhas e o cenário muda pra algo mais macabro e o policial se revela um dos deuses do panteão Asteca, o da morte. Falam sobre sacrifício e outras bobagens que num prestei atenção.

Mictlantecuhtli - o deus da muerte

Hadinho vai até a montanha e começa a subir até uma forja onde encontra Hefesto. Conversam e Hefesto dá um marretão pra Hadinho levar montanha acima. Segundo ele pra quebrar as correntes que prendem o Erebus. Hadinho segue e Hermes aparece. Dá um cinto pra Hadinho carregar o marretão de boa. Segue até encontrar Hades onde começam a fofocar também.

Hefesto - o forjador

Eu sigo pelo mato até sair numa savana africana. Leões impedem meu caminho, tentam me afugentar, me atacam mas eu não recuo e assusto eles. Continuo até que um cara de cartola aparece, Barão Samedi. Conversamos sobre eu ficar mais forte e ter força de vontade. Deixo-o pra trás e sigo até uma encruzilhada. Mando Exu aparecer logo. Ele aparece todo caipirão e me oferece um cigarro de palha. Eu sopro a fumaça do cigarro nos caminhos da encruzilhada e um deles fica mais nítido. Sigo por ele até uma fazenda. Lá mulheres gostosonas me recebem e pedem preu parar pra descansar, eu ignoro e sigo pra casa da fazenda. Um tiozinho me recebe, é Damballa, o pai dos deuses Uloa. Enquanto conversamos aparece uma mulher incrivelmente gostosa e atrai toda atenção pra ela. É a esposa dele, Erzulie. Ela toca meu escudo e diz preu não esquecê-lo. Depois que ela sai eu me desculpo mas o cara entende. Me oferece pinga e ficamos bebendo. Ele me dá um frasquinho de bolso de pinga, diz que vai me ajudar quando eu me ferir. Largo ele lá e sigo meu caminho pra próxima sessão.

Barão Samedi

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3º sessão de Changeling do Felipe

25/02/2010

3º sessão de Changeling do Felipe

Schubert vai procurar seu papai no manicômio e acorda num quarto pequeno e simples. Uma enfermeira o chama pra sessão com o Dr. Ravenshaw. Ele vai seguindo pra entender o que tá pegando. Chega num escritório parrudo, todos nós sentados em círculo e o tal Ravenshaw, que seria o Rei do Outono, sentado na poltrona melhor. Detalhe que víamos uns aos outros em nossas formas humanas, sem nossos apetrechos feéricos.


Começamos como uma sessão de terapia em grupo, o Ravenshaw fica fazendo perguntas escrotas enquanto nós surtamos tentando entender o que tá pegando. Ele começa a explicar que somos vítimas de traumas e abusos e blablabla até que eu parto pra cima dele com um peso pra papel da mesa dele. Erro a cabeça dele e tem início a zona. Corro pra porta e arrasto o sofá pra bloqueá-la, Devi ajuda, Esquilinho vai pra cima do Ravenshaw mas Schubert a impede, Canarinho se esconde debaixo da mesa. Ravenshaw aperta o botão de emergência e os guarda/enfermeiros correm pra sala e começam a forçar a porta. Abrem até fácil e um tenta me acertar mas se embanana todo e consigo puxá-lo e fazer de refém. Discussões diversas, ameaço matar o cabra mas ele vem com uma seringa, empurro-o em cima dos outros guardas e passo por cima dele. Devi começa a levar borrachada até ser imobilizado. Corro até o portão do setor mas não consigo abrir. Os guardas batem como uma onda e me apagam.

Todos são despachados pra seus quartos. Canarinho e Julie ficam no mesmo e conversam pra entender o que rolou. Os insurgentes são apagados. No dia seguinte somos colocados na área de recreação, vários maluquinhos no lugar. Devi e Esquilinho bem dopados pra não causarem mais confusão. Já eu venho de cadeira de rodas e babando depois de uma pequena cirurgia na cabeça… Ficamos interagindo com os outros pacientes e tentando fazer algo mas num conseguimos muito. Somos voltados aos nossos quartos.

Esquilinho fica com uma maluquinha que fica lhe pentelhando sobre um maldito Arenque Vermelho. Schubert fica com um maluquinho paranóico que tenta arrancar a cara de Schubert com uma lâmina pra ver a verdadeira face dele. Os enfermeiros levam esse maluco e o devolvem babando. Ficamos tentando sair mas continuamos sem saída. No dia seguinte vamos pra mais uma sessão de terapia com Ravenshaw. Ele conta sobre nossos raptos e coisas que sofremos e nossas alucinações, explica tudinho pra nos convencer que somos malucos. A sessão termina sem mortes e voltamos pros quartos.

Durante a noite todos tem pesadelos fodas. Schubert vê algo sombrio e tentaculóide entrando em seu quarto, o troço tenta pegar o maluquinho que está com ele mas Schubert impede, então os tentáculos pentelham Schubert até conseguir levar o maluquinho, que nunca mais será visto. No dia seguinte somos levados pra área de recreação, conversamos pra juntar nos informações e especulamos sobre o que tá rolando. Aparentemente o tal Ravenshaw seria uma Fraude, uma cópia dos changelings que as fadas deixam no mundo quando raptam alguém. Ele estaria trabalhando prum tal Lord do Pavor e o sanatório serviria pra coletar medo e abrir um portal pra arcádia pro Pavorento se esbaldar.

O Lord do Pavor

Na próxima sessão de terapia vamos determinados a acabar com tudo. No meio do papo pulamos em cima do Ravenshaw e a treta começa. Eu consigo usar meu poderzinho de mudar de cara e assumo a aparência dele. O resto faz montinho nele, mas são uns ineptos na arte da violência. Ravenshaw tenta dialogar mas percebe que não vai adiantar, então diz que perdemos nossa oportunidade e vira um bichão tentaculóide maligno, e nesse momento voltamos a nossa forma feérica. Ele agarra Schubert e começa a estrangulá-lo, ajudo ele a escapar, Devi atira com seu arco, mó zona. Canarinho corre pra fora e encolhe no corredor, Julie corre também e finge que desmaia pra ser levada pelos enfermeiros. Mais pancadaria tentaculóide e o bichão começa a sentir as flechadas e ventinhos gelados de Devi. Resolve fugir virando um monte de folhas secas mas Devi o prende num vento que continua a machucá-lo. Ele volta a sua forma humana, eu aproveito e o estrangulo com a cadeira.

Não entendo essa fixação de criaturas malignas por tentáculos

Começa a fuçância pelo escritório, achamos nossas fichas e outras bobagens psiquiátricas. Schubert acha a ficha do pai dele, descobre que seu pai matou a réplica de Schubert e o resto da família e foi trancado por lá mas sumiu. Os guarda vem ver o que tá acontecendo na sala mas com a cara do Ravenshaw dispenso ele e mando levar Canarinho e Julie pros quartos delas. Embalamos o corpo ensanguentado de Ravenshaw, pegamos o celular dele. Acho o fone do cachorrão da corte do Verão, ligo e conto a zica toda, ele diz que vai mandar alguém. Diz pra acionar o agente dele que tá no sanatório, um negão enorme e catatônico vimos por lá. Diz pra passar a senha pra ele, “É hora da erupção”.

Começamos nossa fuga. Mando os guardas colocarem os pacientes numa van que vamos fazer um passeio terapêutico. Trancamos a sala e vou até o negão catatõnico. Passo pra ele a frase do Cachorrão, ele levanta e se mostra um ser de pedra com veios de lava e começa a pedalar os guardas. Então pega o bebedor e arrebenta a janela, pula e sai correndo, deixando todos guardas malucos e correndo loucamente atrás dos outros pacientes que também despirocaram. Nós saímos de van enquanto o local vai abaixo. Até levamos a maluquinho do arenque vermelho. Por fim contamos tudo que sabemos e nos preparamos pra deixar a cidade logo.

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7º sessão de Exalted do Seiya

25/02/2010

7º sessão de Exalted do Seiya

Ainda na caverna/mina/monstrão, eu continuo minando. Lirien e SDS chegam a uma sala enorme com uma lâmina enorme passando por metais. Sem muito o que fazer por lá voltam. DoL encontra essa sala vindo por outro caminho, fica xeretando. Eu ouço passos e vou checar, encontro as duas, voltamos pra parte do veio de prata. DoL resolve investigar explodindo coisas, muitas luzes e raios pra todo lado.

Notamos que há algum bicho bem grande passeando por trás das paredes. Achamos coisas escritas nas paredes. Uma língua bizarra, Lirien pega umas palavras, DoL lê e descobre que ali tem segredos dos Autoctonians. Ele começa a copiar mas tudo começa a tremer e o bichão que tava passeando resolve vir nos cumprimentar. Aparece um vermão gigante tentando nos engolir. Eu  pego Lirien e SDS e saio dali atravessando as paredes e andares [FUCK YEAH!] até um local mais seguro e próximo da saída. DoL parte pro arrebento, dispara um ultimate pipocão mas o bicho absorve a energia e a usa pra cresceeer. Depois abocanha DoL que fica esmurrando as coisas dentro do verme. Eu venho correndo e boto um pânico no bicho, já chego sentando o murro mas ele guenta bastante. DoL descobre que o poder do vermão absorver energia é um plugin que instalaram nele. DoL acha onde está instalado e começa a chutar. Poooorém atrás do plugin tem uma mega bateria, e se algo danificá-la pode rolar uma explosão consideráááável. Bem, umas bicudas bem dadas e DoL acerta o bagulho…

Vermes gigantes - bombando na tabela dos encontros aleatórios

Eeeenquanto isso, SDS e Lirien caminham pra saída quando são abordadas por um cara branquelo de manto. As duas reconhecem como um Abyssal. O cara começa a falar abobrinhas sobre sofrimento e tortura pra pobre Lirien, e conforme caminha esqueletinhos surgem do chão. [Ele não recebeu o memorando sobre ninguém poder ser mais poser do que eu]. Então correndo loucamente vem um Solar de armadura brilhante e vai atravessando os esqueletinhos. O branquelo promete voltar e some. O brilhante chega nas duas, conversam, só mais um maluco aleatório no caminho. Então começam a sentir um tremor no local todo.

Já devo ter visto mais abyssais que gente nesse mundo

Lá no vermão, eu e DoL conseguimos abrir a bocona do bicho. Vendo que o troço ia explodir fodamente pulei, gastei toda minha energia pra ativar meus poderes de defesa e envolvi a bateria numa carapaça prateada. Segurei o tranco, só o vermão que se lascou. DoL abre caminho pra fora, eu abro caminho pra dentro. Acho os quarenta corações do bicho, acho o que tem essência e começo a comer. Agora posso assumir a forma de um vermão de 40m. Há! No estômago do bicho achamos muitas tralhas de invasores que o verme devorou e que resistiram a corrosão do estômago [e o mestre ainda vai bolar o que a gente achou]. Ligo a visão espiritual e começo a falar com o espírito do verme. Ele diz ali era uma base dos Autoctonias e que ele tava guardando o local dos invasores Dragonblooded. Ele diz que tem um troço importante mais a frente que precisa ser protegido e me dá o caminho.

DoL vai pegar as minas. O Solar brilhante fica todo abobado com o robozão gigante. Seguimos pelo caminho indicado, que por coincidência é um veio de essência. O veio desvia e nós continuamos reto até chegarmos num local todo tecnológico, com robozinhos e máquinas passando pra todo lado. DoL se conecta com o local e descobre que aquilo tudo ali é um Autoctonian fodão. O tal diz que DoL terá que apagar nossas mentes. Lirien tira um bloquinho pra escrever mas um laser o desintegra. DoL avisa que terá que apagar nossas mentes, então uso meu poder de contar historinhas pra bolar uma memória joinha pra tapar o buraco da memória roubada. Ficamos enrolando na biblioteca enquanto DoL fica brincando com os softwares. Reconhecemos a biblioteca como sendo uma biblioteca ultra fodona de antigamente que se pensava ter sido destruída. Lemos coisinhas legais, a outra vida de Lirien baixa ali pra fuçar nos livros. Eu converso com a minha outra vida passando coisinhas legais pra ele me repassar depois de ter a memória apagada. Terminado os trampos de DoL ele limpa nossa memória, além de ver todas coisas que fizemos nos últimos anos, tipo a SDS sendo responsável pela exaltação da Lirien e coisas assim. Saímos abobados de lá.

Nem queria lembrar disso meeesmo...

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1º live de Vampire the Requiem do Eros

11/02/2010

1º live de Vampire the Requiem do Eros

Continuação de outra crônica, só que dessa vez jogamos com os NPCs que trombamos na outra. Rola em Sampa 1996 (por aí), mesma época da campanha de changeling. É uma mistura de live e mesa. Estou jogando como Branco, Mekhet Invictus. Daí temos a Família Feliz Daeva Invictus. Temos Dionísio como Vovô Patrício, Príncipe da cidade que tava em torpor até agora. Natália como Mamãe Bella, perua que tava no comanda, ou quase. Fay como Netinho Love, filho rebelde que virou Carthiano. E Thata como a Bisnetinha que eu não lembro o nome, maluca porradeira.

Depois de eventos bizarros no Ibirapuera muitos vampiros sumiram. Foram sumidos ou só estão escondidos mesmo. Um mês depois Bella marca uma reunião em sua casa pra ver quem ainda tá na cidade. [onde já vi isso?] Pra nossa surpresa aparece vovô Patrício, que tava em torpor desde 1910. Veio acompanhado de Ruivo, Gangrel Crone marombado. Passados surpresa, cumprimentos e combates começamos a explicar a situação pro velhinho. Já disse que odeio anacrônicos? Ruivo vai embora e Patrício pega um por um pra uma conversa particular.

Esses anciões...

Vou primeiro, conversamos, depois vem os outros, fico xeretando as conversas deles. Coisas secretas, sabe como é. Ficamos de investigar e resolver os pepinos, como achar as crias que sumiram nessa zona. Mais conversas particulares depois e fim.