Archive for the ‘Wraith’ Category

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4º sessão de Wraith do Angelo

09/03/2009

4º mesa de Wraith do Angelo

Começa com eu voltando pra casa de Stu. Chegando lá tudo revirado e depredado, procuro por Stu mas nada dele. Decido checar do outro lado, no mundo dos vivos. Assim que apareço lá trombo 4 legionários, volto na hora mas eles vem também. Cadeia na hora.

Milicos zumbis. É osso...

Milicos zumbis. É osso...

Na delegas, fazem o B.O., toda burocracia e convenço eles que foi só um errinho básico e decidem me dar só uma multa, mas como eu num tenho grana me dão trabalho comunitário. Eu tento ganhar a simpatia deles mas graças a uma falha crítica QUÁDRUPLA eles passam a me consideram o maior criminoso da existência, me jogam as algemonas, juntam mais legionário e começam a me levar pra fabriquinha de tijolos (tijolos feitos de almas, sabe…).

No caminho, passamos em frente a loja de Pierre onde tá o resto do grupo. Me vêem sendo arrastado e esperneando e vão ver o q tá pegando.
Phil chega nos puliça e diz que me conhece. Finjo que não conheço pro cara não ser preso também, continuam me levando. Anna decide interferir, e prendem ela também. Laura resolve interfeir também. Diz pros milicos que eu e Anna somos dois assaltantes que roubaram a loja do Apu e quer registrar a ocorrência lá na delegacia. Percebo que ela tem um plano, sabe lá qual. Diz que o resto do grupo é testemunha e vai todo mundo pra DP.

Na delegas, Laura fala com o delegado, depois phil e depois Paula. O delegado fica falando um monte de bobagens, como se tivesse sido subornado e estivesse só enrolando mesmo. Depois Anna é levada e nterrogada, mas só coisas sem sentido novamente. E o delegado dá a entender que vai rolar umas pegações ali entre os dois, mas Anna finge que num entende e eu sou chamado. Me interroga, fala besteiras e me liberta. Todos menos Anna saem da cadeia. Paula avisa Laura que Anna é mãe das criaças ‘demoníacas’ netos dela (entendeu?). Então Laura volta pra ajudar Anna.

Na delegacia, Anna é levada de volta a sala do delegado e ele deixa claro que vai rolar uns chamego entre os dois. Anna desencana e segue o barco. É levada pro mundo dos vivos, uma delegacia e verdade. O delegado diz pra ela se concentrar numa mina ali e Anna acaba possuindo uma gostosona que tinha lá. O delegado possui outro cara e ambos vão pro almoxarifado. Rola a sem vergonhice toda e os dois saem do corpo. Os dois vivos não lembram do que aconteceu e saem todos confusos. Anna gruda no delegado e voltam pra Shadowlands.

De reporter-superherói a delegado fantasma.

De reporter-superherói a delegado fantasma.

Nisso Laura chega mas Anna já tá saindo toda saltitante.

Voltamos pra Pierre caverna.

Lá, Pierre está só com duas crianças, Tim e Rose. Ele está tocando um violão mas de forma horrível. Phil e Anna notam que Pierre está muito estranho como se não fosse ele. Ficam falando com ele, questionando. Pedem pra ele tocar algo no violino, então ele traz o violino.

Chegamos, Paula conta de Pierre pra gente, Anna vai até lá e só vendo as duas crianças pergunta pelo outra que falta, mas elas dizem que num existe e nunca existiu. A mulé fica loka.

Paula tenta recuperar a memória de Laura mostrando as coisas da caixa de Laura mas num dá muito certo.

Eu, na minha maluquice, puxo meu pergaminho sagrado e tento expurgar o mal que assola a pobre alma de Laura. Então uma luz vermelha explode e a memória de Laura e Anna voltam ao normal.

Nisso Pierre trás o violino só que o arrastando, de forma sinistra pára e fica encarando o violino.

Eu fico rezando agradecendo a benção. O mais perdido mesmo…

Phil usa seu poder e percebe que Pierre está na verdade embaixo dali. Fala pro povo.

Pierre caminha até a porta, povo todo tenso, então aparece um cara perto de mim. Todo zuado e me chamando de meeestre, reconheço que é Stu que foi afetado pela malignidade das sooombras. Fico rezando. O povo fica encurralado, pra ir até Pierre tem que passar pelo Stu, mas todos sentem algo muito ruim perto dele.

As crianças de Anna ficam com medo de Stu mas eu as acalmo. Pego um espelho e tento fazer aquela coisa que o Stu fez uns dias atrás pra ver o futuro e tudo mais. Acabo aparecendo no mundo dos vivos. Ooook.

Nisso Pierre pára no meio da rua. Anna deixa de frescura e resolve tirar o violino da mão dele como se tirasse algo de uma criança. Só que Pierre toca umas notas e dá um berrão, mas Anna consegue se proteger.

No mundo dos vivos encontro um cara pregando em cima de um caixote. Ele fala comigo. Muito surpreso por estaer sendo visto entro na onda dele e passo os sermões da minha seita pra ele, que começa a pregar ali pra galera na rua. (Não, não tenho foco mesmo. hehehe) Umas pessoas ouvem e concordam, o que me deixa quentinho por dentro. Depois o cara pára e sai fora. Sigo e vejo ele entrando num beco e mordendo o pescoço dum cara, e sugando seu sangue. Questiono e ele de maldições e maluquices. Me diz que num pode receber o sol, saco que é um vampiro.
Então uns punks aparecem pra espancá-lo, ele se joga no chão pedindo piedade. Eu interfiro todo autoritário mandando eles irem embora. Nada acontece no começo mas depois eles começam a me ouvir, ficam assustados e saem fora. A luuuuz salvou maaaais uma alma do sofrimeeento!!!!

Louco atrai louco.

Louco atrai louco.

Phil corre lá na rua e começa a espancar (de forma não muito eficiente) Pierre. A pele de Pierre começa a rachar e mostra ser outro cara, diz que Pierre tá preso. Phil continua espancando. Laura pega as crianças, asas aparecem em suas costas e ela leva as crianças dali. Anna corre e chama uns legionários. Quando eles chegam vêem o corpo do falso Pierre sumindo. Voltam pra registrar a ocorrência.

No mundo dos vivos acontece um acidente de carro logo ali na frente. Vejo dois carros batidos e os dois motoristas mortos. Volto pra Shadowlands pensando em encontrar os dois novos mortos pra guiá-los a luz. Só encontro Phil na rua com a mão suja de sangue negro. Pergunto o que aconteceu e depois de me falarem deduzo que o que fazemos ali afeta o mundo os vivos. Phil fica todo emo quando fica sabendo que causou a morte de duas pessoas.

Anna vai até o jornal botar a cara de Pierre na seção de desaparecidos. Descola o contato dum cara pra ajudar a caçar Pierre. Depois vai até a delegacia pra avisar o delegado o lance do desaparecido. (E pra descolar mais uns afagos…)

Eu e Paula pentelhamos Phil pra ele largar de emice e rastrear Pierre pra o salvarmos. Ele sente que o cara tá lá pra baixo mesmo, só num sabe como chegar lá. Resolvemos procurar Laura pra ajudar.

Na delegacia Anna vê o delegado, só que ele está diferente, parece mais com o cara vivo que ele teria possuído no mundo dos vivos. Então ele revela que aquela a verdadeira forma dele, que ele nem tá morto e tá lá pra vigiar o que acontece com os mortos. E que também usa a face de Pedro (cara que apareceu na última sessão). PAM!!!!! Ela fica toda apaixonadinha por ele. Lascou…

Vamos até o apê chique de Laura procurando ela. Lá, Phil nota que Laura esteve lá há pouco tempo. Então vemos um corpo aparecendo no banheiro, com uma arma na mão. Suicídio. Só que o cara parece vivo (tirando o buraco de bala na cabeça). Pulo pro mundo dos vivos pra ver o que tá pegando. Encontro o apê cheio de tranqueiras místicas e satânicas. Deduzo que o lugar ou um ritual tenha zuado as regras dos mortos e o cara morreu e foi com o corpo pra Shadowlands. Começo a purificar o local com o pergaminho sagrado.

Na shadowlands, o morto (vivo) acorda e começa a ver as coisas. Phil tenta pegar a arma mas o cara não deixa. Diz que conseguiu fazer o que queria e discute com Phil. Então Phil joga o cara pela janela, pra ele morrer de vez e or pra shadowlands direito (psicóóóótico). Antes do cara aterrisar ele volta pro apê dele no mundo dos vivos.

Nos trombamos lá e conversamos. Aparentemente um mago safado. Fala do meu pergaminho que é pra eu tomar cuidado e blablabla. Volto pra shadowlands.

Anna vai até a casa de Pierre e tá tudo trancado, então vai até a casa de Laura e descobre o endereço do apê chique. Vai pra lá.

No apê, o chão começa a absorver Paula, eu e Phil tentamos puxá-la de volta. Conseguimos mas eu vou no lugar dela.

Aterriso num lugar escuro e cheio de gemidos. Ilumino com meu pergaminho sagrado. Ouço os berros dos servos da escuridão até sumirem. Começo a andar procurando a saída.

No apê Phil e Paula tentam entender o que aconteceu. Então o chão começa a ficar estranho nevamente, só que dessa vez sai um monte de gente feia e malvada do chão. uns 40 caras.

Anna chega na portaria do prédio e o guardinha tá encolhido num canto. Ouve-se gritos bizonhos no prédio. Dá a chave pra ela sem cerimônias. Ela sobre e quando entra vê os 40 negos.

Muitos pegam Paula, que graças a sua fobia a ser presa fica loka. Phil tenta lutar mas são vários. Anna pula pro mundo dos vivos e dois caras a seguem. Lá tromba o mago que be surpreso começa a reclamar. Os caras vão pra cima do mago e Anna aproveita pra fugir. Assim que sai do quarto volta pra shadowlands e corre pra redação do jornal.

Phil também pula pro mundo dos vivos só que vários caras o seguem. O mago vê e pede pra Phil segurar aqueles caras por um tempo então pula pro quarto e fecha a porta. Phil é arrastado de volta pra shadowlands.
Phil e Paula são levados para um templo cheio de coisas malvadas.
Depois de muitas ilusões culposas e malvadas eu chego nesse templo. Preparo minha fé e corro pra lá pra expurgar o maaaaal.

Anna procura uns legionários e conta o que tá acontecendo, os caras se mobilizam pra ir pra lá. Depois ela chega na redação e num vê ninguém. Então vai pra delegacia. Lá encontra todo mundo se preparando pra pancadaria, e o delegado num tá lá. Ela deixa um bilhetinho romântico e segue os porradeiros. Chega na zona de guerra e recebe um colete escrito Imprensa. Então pula pra onde vieram os caras malvados.

No templo, Phil e Paula são presos e comçar a ser torturados. Os caras malvados enfiam umas linguas estranhas nas gangantas deles e vai descendo pelo corpo até sair.

Eu pulo pra cima dos malvados pregando a luz e tudo mais. Num tenho muito sucesso, pois o lugar começa a minar minha força de vontade. Luto, luto mas sou vencido. Até tento chamar por Athena mas num ajuda muito. Anna vê isso acontecendo, e vê quando eu me levando numa luz vermelha e começo a espancar todo mundo até ser preso também. Tretas rolam e Anna também é presa.

Acordamos cada uma num roda de pedra de uma cor. Todos tomamos linguinhas escrotas. E depois de um tempão somos libertos. Anna discute ra diacho mas num adianta. Um dos caras segura meu bauzinho com pergaminho. desencano e vamos embora.

Caminhamos por nove dias até achar uma saída do labirinto. Quando saímos não lembramos de nada…. Nadica de nada, nos lembramos da primeira parte da primeira sessão, quando aidan estávamos vivos.

Ficamos perdidos, perguntamos, vamos andando procurando informação do que tava acontecendo. Descobrimos que estamos mortos, locais onde nos registrar e tudo mais, e queremos chegar a Nova York. Peço esmolas, ganho uns trocos, todos pagamos o barqueiro que nos deixa em Nova York.

Não aceita Bilhete Único.

Não aceita Bilhete Único.

Wraith – jogo com maior número de zicas por metro quadrado.
Ok, talvez perca pra Cthulhu…

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3º mesa de Wraith do Angelo

17/02/2009

3º mesa de Wraith do Angelo

Começou com o apê de Anna sendo atacado. As criancinhas ficaram nervosas por que algo tava vindo e mandou Anna pra fora, ela agarrou Rose, uma das crianças e saiu correndo enquanto ouvia o som de algo grande e malvado se aproximando. Ao sair na rua encontra uns legionários. Pede por ajuda, e nota que são todos deformados, sai correndo deles enquanto eles entram no apartamento. Rose, no colo de Anna, esperneia pra voltar, diz que aqueles legionários vão lá para ajudar os monstros. Anna tenta acalmar Rose mas na sua mente vem aquela vozinha maldita duvidando das capacidades dela como mãe. Ela lembra das coisas que as crianças ensinaram pra ela, algo pra pedir ajuda quando desse bosta, essa era a hora. Concertra-se e pede ajuda, um cara mal encarado brota da parede perguntando onde tava a treta, ela o indica. O bicho vai pra lá a toda e entra na pancadaria. Anna, se sentindo muito culpada, volta pra buscar as crianças. Lá, chama por mais ajuda, e aparece mais dois caras malvados pra ajudar. Ela chega na treta e vê os legionários e um monstrão lutando com os caras malvados e suas crianças, Tim, o filho de verdade dela, está coberto com uma armadura de ossos mas caído, Mike está grotescamente maior e passando o sarrafo na galera.
Mas não vê Matt, a outra criança. Puxa Tim e depois Mike, e sai correndo com eles.

No mercadão, eu e vovó Laura. Ela me ensina como permanecer por mais tempo naquele mundo gastando energia (Pathos). Passeamos, ela me mostra como controlar meus sentidos que ficam mais aguçados lá, depois voltamos. Fico todo emo com lances de vida e morte. Buá.

Paula continua aprendendo com Pierre no estúdio. Ela aprende a se ocultar usando som.

Nos trombamos e conversamos bobagens, passo minhas emices pra ela sobre o mundo dos vivos.

Um vento forte começa lá fora, uma bruta tempestade se aproxima. Pierre fecha tudo loucamente, eu acompanho. Até que Anna e seus capetinhas batem na porta. Abro pra elas e fecho tudo novamente. Ela diz sobre a zona que está acontecendo na casa dela.

A mega tempestade começa. Pelas frestas é possível ver sangue chovendo. Gritos e urros se espalham. Laura e Pierre ficam com medo por que sabiam o que tava acontecendo, a gente por que não sabia. Vidros começam a explodir, arrasto um armário pra proteger dos estilhaços e as crianças somem. PÃFF. Aparentemente tão tretando lá fora. Sabe lá deus por que mas Laura e Pierre resolvem sair pra tretar também. Laura sai e antes que Pierre saia Anna grita com ele pra ele explicar tudo. Ele enrola e sai também. Eu me empolgo e resolvo sair também. Hora de purificar uns infiéis, levar a luz até aqueles bastardos.

La fora a treta come solta. Um monte de bichos bizarros voando e espancando outros bichos. Laura está voando e com um campo de força ao seu redor, Pierre tá tocando seu maldito bandolin. Eu puxo o pergaminho sagrado e começo a pregar. Os dados não ajudaram tanto dessa vez, consigo limpar uns 10m ao redor da gente. Dá tempo e voltarmos pra dentro da loja. As crianças voltam. A tempestade mia e acaba. Como bom maluco acho que foi por minha causa. hehe

Na loja, fazemos montinho nos npcs pra nos explicar tudo. Laura, de saco cheio, resolve falar. Pega uma caixa debaixo do balcão com um monte de fotos. Mostra pra gente. Começa a falar da família dela, blablabla, então reconhecemos Martinelli, o chefão da máfia que Anna caçou, igualzinho há uns 60 anos no mínimo. [Várias maluquices passam por nossas cabeças em OFF. Vampiro? Carniçal? Demônio? Vai saber…] Muita pentelhação nossa depois eles falam sobre ele se alimentar de sangue e talz. Em outra foto reconheço o sacerdote da minha seita perto desse Martinelli, também igualzinho quando eu conheci. [minha cabeça explodiu! hehe]

Muita discussão depois, Anna reconhece nas fotos crianças que parecem com o pai das crianças dela. [hein?] Ela mostra pra Laura, que também reconhece e entendemos que aquelas crianças malditas são parentes de Laura. [Tela azul da Paula, ou seria Tia Paula..]. Anna fala de Frank, pai das crianças, Laura lembra dele, e some. As crianças começam a pentelhar por doces e somem de novo. Depois aparecem levadas por um cara que aparentava estar vivo. Bem vivo. Pierre recebe ele todo nervosinho e o cara, Pedro, vai embora. Montinho no Pierre e ele conta que o tal Pedro era uma artista que ele inspirava há muito tempo mas antes de morrer Pedro fez uns pactos com o cramunhão e agora tá mó poderoso. [só o que faltava] Falo com Paula e Anna sobre as premonições de Stu, que correm perigo e blablabla.

Depois de um tempo Laura volta. Diz que Frank tá morto e preso por alguém. Diz coisas sobre o tal mas ficamos perdidos de qualquer forma [em OFF suspeitamos de Samedi]. Ela conta que quase foi capturada por pessoas que usavam óculos verdes que podiam ver wraiths perto das torres gêmeas. Antes de eu voltar pra casa Anna me ensina mais uma coisa, sussurrar nos ouvidos das pessoas. No mundo dos vivos, no mercaco, sussurro no ouvido duma atendente coisas malucas sobre a luz e a esperança, ela acaba pensando que foi o espírito santo. hehe

Voltando pra casa de Stu, trombo Phil [Seiya tava dormindo esse tempo todo…] Ele diz me engambela, me chama pra salvar a alma de alguém, o que faço todo empolgado. [sou facinho] Chegamos até as torres gêmeas, onde o tal da alma estava preso. Em volta da torre tem um ciclone gigante protegendo. Phil passa de boa mas eu falho miseravelmente.

Anna conta que Mike, um dos pivetes sumiu, e Laura resolve pegar as crianças pra ela. Anna cola junto.

Sei lá como mas Paula é enviada pra um lugar bizarro pelas crianças. Mais brincadeiras malvadas. Paula vê um templo grego com guardas bizonhos. Entra e lá está o cara que matou ela, que jogou ela duma janela, pregando a escuridão e destruição junto dum monte de cultistas. Eles percebem Paula. O cara fala com ela pra se juntar e blablabla. Ela recusa e tenta sair mas fica presa. Sua mente fica distorcida e ela apaga. Dados malvados.

Phil, volta até a loja e encontra Anna e Laura. As duas estão procurando Paula. Phil se oferece pra ajudar em troca de ajudá-lo a me encontrar. Laura topa, Anna vem de tabela. Pierre fica cuidando das crianças. [coitado] Phil usa seu poder de rastreio e sente Paula bem longe. Laura vai levando o povo. Chegam num rio negro com almas, encontra um barqueiro esquelético padrão e segue pelo rio. Aportam no Labirinto, lugar muito muito ruim mesmo. Os três partem pelo labirinto, encontram criaturas bizarras que tentam comê-los, até trombarem numa meleca gigante que engole Paula. Gulp. Depois tenta engolir Anna, as Phil consegue puxá-la pra fora. Porém Anna perdeu suas memórias e não lembra o que aconteceu depois que foi dormir na noite seguinte. [sim, esqueceu todo plot da sessão-huhuhu] Não fazia idéia de onde estava ou o que tava fazendo ali. Chama ajuda de novo e aparecem 3 caras malvados pra ajudar. Vão até a meleca e são engolidos. Phil e Anna saem correndo.

No caminho encontram Paula jogada, não sabe como foi parar lá. Os 3 correm e encontram uma tampa. Batem tentando abrir mas é muito pra forcinha deles. Do outro lado ouvem pessoas falando e mandando eles sumirem dali senão os explodem, pensando se tratar de espectros [wraiths bichados]. Os caras abrem a tampa e puxar os 3 pjs pra fora. Uns caras gigantes armados até os cabelos, pegam eles e jogam em gaiolas pra averiguação.

Eeequanto isso, no mundo dos vivos, eu estou preso num tubão de vidro, cercado de outros tubões com wraiths dentro, inclusive meu truta Stu. Há cientistas estranhos por todo lado. Não consigo sair do tubão, materiais especiais. Nos jogam num furgão e passeamos.

Chegamos num galpão, somos descarregados. Tento sussurrar maldições pra assutá-los mas os dados não colaboram. Os cientistas pegam um dos tubões, colocam numa máquina e o wraith que tava lá é transformado em energia. Puxo meu pergaminho sagrado e começo a usar. Tento incurtir neles sentimentos de arrependimento, culpa, e essas baitolagens pra que nos soltem. Eles ficam hesitantes até que um deles começa a marretar os tubões, nos libertando. Saio de lá, olho o lugar de fora e volto pra Shadowlands. Encontro Stu, ele me diz foi pego quando andava tranquilo pela rua e foi sugado por uma máquina dos vivos. Decido ir até os puliça pra contar isso pra que resolvam. No caminho encontro Laura caída e desmemoriada. Não lembrava de nada, nem de onde estava. Levo ela até a loja e passo o abacaxi pro Pierre. Vou até os puliça, faço o B.O., ganho uns trocos pela informação e volto.

No caminho encontro Paula, Anna e Phil, perdidos. Voltamos pra loja de pierre. Encontramos Laura. Todos contam tudo que aconteceu. Plim.

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2º mesa de Wraith do Angelo

17/02/2009

2º mesa de Wraith do Angelo

Começou com Phil encontrando um cara na ex-sala dele no hospital. Era um cara graúdo, gorilesco, e se dizia o dono da sala. Sei lá por que mas Phil ficou de encontrar um fugitivo pra esse cara. [É, não tava prestando atenção. hehe] Ganhou uma armadura e os papéis sobre esse tal fugitivo, Richard sobrenome-latino.

Eu, conversando com Stu sobre a Shadowlands fico sabendo sobre as legiões, e que eu fui escolhido pela Legião do Destino, e que isso era raro. A tal marca que o anjo me pôs na primeira sessão me entregou. Também vi Stu usando um espelho pra espionar uma mulher no mundo dos vivos. Também consegui. Descobri que era proibído interferir com os vivos e também que as coisas eram feitas de almas. Creepy. Fomos passear e acabei trombando Phil. Stu sumiu. Cumprimentei Phil e contei sobre as legiões, e ele sobre o fugitivo. Depois continuei passeando sozinho.

Paula, na casa da vovó Laura, ficou sabendo sobre as chuvas de coisas estranhas que rolam na Shadowlands. Depois foi aprar num loja dum músico fodão e lá ela encontrou um violino ultramegafoda. Negociou com o cara da loja, Pierre, e conseguiu que a vovó arrumasse umas prestações no violino. Se ela num pagasse Paula virava escrava dele. Mas ela num tava nem aí, queria era tocar mesmo. Daí vovó sumiu e Paula foi passear.

Anna tava com a pirralhada toda.

Então trombei Paula. Conversamos amenidades até aparecer Anna. A molecada viu a caisa do violino e pediu pra ela tocar. Ela começou a tocar e juntou um povo na rua pra ouvir, dando esmolas e tudo mais. Até que sentimos cheiro de chuva. Corremos desesperados a procura de abrigo, entramos numa loja aberta e a chuva de ácido começou, derretendo onde batia. Quando passou corri até um transeunte que tinha sido metade derretido pela chuva. Pedi ajuda e as crianças de Anna se propuseram a ajudar. Falaram no ouvido do cara e ele foi engolido pelo asfalto. As crianças disseram que ele tava bem, que tinha sido levado pro hospital. Maldita falta de bolinhas em Empatia…

Anna seguiu com as crianças que estava com vontade de comer doce. Na loja de doces, o mercadinho do Apu, as crianças sumiram e depois apareceram com montes de doces. Na loja Anna comeu um bolinho mas não tinha como pagar, então se propôs a trabalhar pro Apu.

Na rua, vimos crianças roubando os doces das crianças da Anna num beco. Tentei impor uma ordem e dar bronca mas as crianças vieram revoltadas pra cima de mim. Corri que nem louco! hehe Me prensaram no estacionamento da loja do Apu. Tentei sair de boa mas queriam me espancar, me obrigaram a dar uma peça de roupa pra sair ileso. Dei a camiseta com o mega sol da seita que sigo. Os pivetes ficaram olhando embasbacados para o símbolo e PÂFF ficaram cada vez mais translúcidos e sumiram.

Confusos, prosseguimos.

Anna, depois de terminar o trampo do Apu, procura um jornal e econtra o endereço do mesmo. Vai lá e encontra seu antigo professor de faculdade. O problema é que o velho tinha um sério problema de memória, Alzheimer com excesso de maconha, e a tentiva de arrumar um trampo lá ficou complicada pra Anna. Foi até um dos repórteres, um mano Black Power dos anos 70. Descobriu quem era o chefe e foi lá falar com ele. Era o ex-presidente Roosevelt. Conversa com ele e ele diz pra ela trazer alguma matéria pra ele que ele pensa num trampo.

Paula resolveu tocar o violino em frente do Madison Square Garden. Tentei estimular umas canções antigas da seita, mas num rendeu muito. Ela ganhou uma esmola boa. Voltei pra casa, e Paula e Phil foram pra casa da vovó.

Na casa da Vovó, os dois começaram a ouvir batidas no assoalho, alguém pedindo pra ser solto. Depois de um tempo o bicho saiu. Um cara enfezado que quase arrebenta Phil se uns legionários não estivessem passando pela rua naquele instante. Entraram e depois de muita destruição levaram o caboclo preso.

Anna chega, atraída pela zorra da legião, e começa a fuçar no buraco que o cara tava preso.

Eu chego na casa e encontro Stu com um rombo no estrombo. Tento acordar ele sem sucesso. Então apelo pro bauzinho sagrado e Stu se recupera. Diz que tava cuidando de assuntos no mundo dos vivos quando pegaram ele. Decide ficar na moita por acharem que ele está morto. Marcamos de visitar o mundo dos vivos no dia seguinte pra conseguir aliados pra estabelecer a seita na shadowlands. Digo do encontro com os Pjs e ele diz que preciso protegê-los pois estão correndo perigo. Fica intrigado com o lance da quatro crianaçs de Anna. Pega um espelho e faz umas urucubaca, começa a falar numa voz de oráculo. Algo sobre eles estarem sendo enganados por algo na frente deles, mas nada específico. Vou até a casa de Paula alertá-los.

Lá, encontro a bagunça. Desco no buraco e todos vemos o lugar onde o cara tava aprisionada. Pilastras, correntes, símbolos estranhos. Anna procura algo pra anotar os símbolos, enquanto eu resolvo purificar o lugar da presença do mal. Maluco, eu?

Puxo o pergaminho sagrado do baú e começo a orar. Muuuitos sucessos nos dados do item depois, estou no céu, com o anjo do meu lado dizendo que eu fiz a coisa certa. Di para eu pedir algo e peço que leve a luz até todos. Da minha mão sai um raio brilhante até o chão.
No chão, tudo, eu e realmente quero dizer TUDO, fica branco. Parecia comercial da Suvinil com Omo progress. Parede, rua, roupas, tudo, branco, num único tom.  E o pior, num quarteirão inteiro! Anna ao ver que os símbolos sumiram no meio da branquidão corre loucamente até a redação do jornal.

No jornal, passa parte da zona pro sub-chefe e ele passa pra chefe, que diz que vai publicar.

Na casa da vovó, uns legionários chegam e resolvem nos levar pra delegacia, junto com metade da vizinhança, pra prestar depoimento. Vovó Laura chega e vê a casa caindo aos pedaços, dá uns pitis com os puliça que direcionam ela pro trampo burocrático pra pagar os estragos.

Na delegacia, todos desviamos das perguntas, omitindo e mentindo até sermos liberados.

Phil fica por lá checando arquivos de desaparecidos e encontra dados sobre o tal fugitivos, descobre que tem ums receompensa boa pelo sujeito.

Eu e Paula, impedidos de entrar na casa da Vovó pela puliça de guarda lá somos direcionados para onde a vovó teria ido. Lá, um predião chique, trombamos vovó. Dizemos a treta toda que rolou e ela diz que pode saber o o realmente aconteceu. Sem mais nem menos ela pula da janela e cria asas e sai voando.

Eu e Paula corremos na direção mas não alcançamos ela. Depois de um tempo ela nos encontra e num fala nada de útil. Se propôe a nos ensinar coisas, topamos. Somos levados até a loja de Pierre. Ele leva Paula prum estúdio e começa a ensinar ela a usar o som pra perceber as coisas. Vovó e eu nos transportamos pro mundo dos vivos, no meio dum mercado, incógnitos.

Anna aprende algo com os pivetes dela e Phil também aprende algo com alguém. Não prestei atenção de novo pois estava me preparando pra ir embora. Hunf…

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1º mesa de Wraith do Angelo

17/02/2009

1º mesa de Wraith do Angelo.

Rolamos de madruga então não espere muitos detalhes. hehe

Tô como Emmet, um ricaço enganado por um culto suicida. Graci tá como Paula, uma violinista promissora que ficou tetraplégica. o Seiya tá de Phil, um médico tipo House relações públicas dum hospital. E a Lara tá de Anna, uma jornalista Lois Lane que teve o filho picado pela máfia.

Ainda vivo, comecei numa sessão normal do culto. Mais tarde na sessão tive uma visão do grande deus-sol que me escolheu para espalhar a palavra entre os impuros e todas essas coisas religiosas. Me foi dado um baúzinho com um pergaminho sagrado, maior prova da minha fé (que era bem fraca até o momento). Voltei pro meu alojamento todo empolgado e alucinado, foi o começo da despirocagem mental.

Paula, na cama do hospital, recebe a visita de uma nova enfermeira. Ela lhe dá comida e Paula nota ser a melhor comida que já teve em toda sua vida. A enfermeira, Laura, diz ser contratada da família de Paula e que vai ajuda-la a se recuperar. Então ela toca a mão de Paula, e Paula sente! Depois de não sentir nada por 4 anos imagine a surpresa. Laura enche o saco de Paula pra levar ela pra passear. Ela a põe num carro e a leva até um mega restaurante italiano caríssimo. E Paula sentindo sua mão ainda. Indefesa, Paula é levada até a mesa e Laura pede um macarrão pra ela. Muito confusa e assustada, Paula implora pra ser levadad e volta. Laura consente. No caminho, Laura faz peripécias com o carro, esperando que Paula reaja com o corpo, mas nada. Voltam pro quarto do hospital.

Anna, voltando da licensa pela morte do filho, chega na redação do Times. É recebida com cochichos e olhares. Na sala do chefe recebe o prêmio pela reportagem que levou o chefe da máfia pra cadeia e seu filho pro túmulo. Depois volta a trabalhar, pesquisando e checando contatos, inclusive Frank, seu contato na puliça. Descobre sobre um tal culto que estaria ligado com o chefe da máfia, Martinelli. Marca encontro com um contato, e lá chegando um cara todo paranóico aparece e lhe dá informações sobre o caso. Ela volta pra casa e na sua secretária eletrônica uma ameaça da máfia. Vai até outro contato em china town, descobre mais sobre a máfia lá e quando vai embora ouve tiroteio. Vai até o túmulo do filho e esconde uma cópia das informações que obteve, e esconde outra cópia no banco.

Phil, no hospital, começa discutindo com um funcionário e começa a papelada para a demissão dele. Depois vai falar com as enfermeiras, procura por casos aleatórios e resolve averiguar o caso de Paula. No quarto dela, chega todo folgado cutucando ela com agulhas, deixando ela bem nervosa. Até que cutuca a mão dela que ela havia começado a sentir. Intrigado pela reação joga Paula numa máquina ne ressonância por quase uma hora. Descobre que o braço de Paula está curado mas não entende por que. Leva-a de volta ao quarto e lhe dá uma bolinha de fisioterapia pra treinar o novo braço, e lhe diz que vai manter segredo da melhoria até que Paula deseje o contrário.

No meu dia seguinte, acordei todo feliz e dei um passeio, quando volto um camarada de culto chega todo afoito na minha casa. Diz que o sumo sacerdote do culto está envolvido com a máfia, mortes de criança e jogatina e sabe lá mais o quê. Diz que viu tudo isso e mostra vários documentos provando. Eu, em negação total, tento achar outra explicação pra tudo aquilo. O cara fica todo nervoso e vai até a janela, paranóico. É quando toma um tiro na cabeça e cai morto na minha sala. Detalhe: esse era o contato de Anna. No pânico, pego o baú e saio correndo loucamente. Um carro me persegue dando tiros. Tento despistá-los correndo por entre as casas, mas quando eu corria para atravessar uma avenida o carro aparece novamente, e antes de me pegar um ônibus arrebenta o carro, matanto mó galera. Saio correndo pro lago onde fui batizado atrás de iluminação, conselho e maluquices gerais.

Anna recebe informção sobre o tiroteio no culto e parte pra lá. Chega, vê o acidente do ônibus e descobre que o carro tava perseguindo alguém. Seguindo os rastros do carro vê que ele veio duma rua. Seguindo a rua vê uma casa com a janela com buraco de bala. Entra e vê o cadáver do contato dela próximo da papelada ligando o culto a máfia. Pega e vai embora. Manda o fotógrafo dela, o Fred que ela insistia em chamar de Jimmy, buscar algo na casa dela, mas o cara se machuca. Vai assim mesmo. Ela vai pra redação do jornal.

No hospital, Paula recebe novamente a visita de Laura, e ativa o outro braço dela e as pernas. Depois de muito questionada ela lhe entrega umas cartas e fotos antigas da família de Paula e revela ser a bisavó morta dela. PAM! Tela azul…
Então Phil entra pra pentelhá-la de novo e encontra Paula mechendo nos papéis com os DOIS braços. Phil não consegue ver Laura, que casca o bico.

No lago do batismo, recebo outra visão dum anjo overfoda que me diz da minha missão no mundo espiritual e em outras vidas. Então me queima o ombro com uma marca bizonha. Quando vai embora me deixa um rastro luminoso que leva até o hospital no quarto de Paula. Vou auto hipnotizado, passando por avenidas em movimento até lá.
Chego e vou entrando, me ignoram aparentando só mais um pregador. Chego no quarto de Paula e encontro ela e Phil. Começo a pregar com o pergaminho sagrado que começa a emanar um brilho forte. Laura diz a Paula que aquele item era poderoso e nas mãos erradas faria muito estrago. Phil pega uma seringa com sedativo e me injeta, me derrubando.

Anna, na redação, falando com o chefe, recebe um vídeo do fotógrafo incriminando mais ainda a máfia. Tenta falar com a polícia mais num ajuda muito. Mais tarde um puliça aparece e leva o vídeo. Mais tarde ela recebe uma encomenda, ao abrir vê a cabeça do fotógrafo decepada. O chefe desmaia e puliça é chamada novamente. Num sei por que mas leva toda redação em cana, inclusive Anna. No xilindró ela recebe um advogado inútil e depois visita dum mafioso que tenta fazer uma acordo. Ela recusa e depois dum tempo é solta.

Eu acordo num hospício, cercado de malucos. O baú ainda está comigo. Os outros malucos me veem e querem pegar o baú brilhante. Tento convencê-los a buscar a luz interna dentro de si, e os malucos começam a cavar em seus peitos puxando os orgãos pra fora. Tento fugir, subo numa árvore, sou cercado. Os malucos desejando avidamente a iluminação. Então eu lembro da minha missãode levar a luz a todos, eu salto no meio deles pregando a palavra enquanto meu espírito é liberto do meu corpo, ou sejam eles me dilaceram e devoram. Puta jeito de morrer.

No hospital, Paula está no quarto quando um cara armado fugitivo entra e imaginando que ela está inconsciente, tranca a porta, coloca uma poltrona travando a porta e senta no chão pra se esconder. Era o cara que matou Fred-Jimmy, o fotógrafo. Depois de um tempo o cara nota que Paula está acordada e ameaça ela, que grita por socorro. Ele pega ela e arrasta pelo chão, enquanto ela esperneia. Ele já de saco cheio mete uns tiros nas pernas dela, que infelismente agora sentia. Então pendura ela fora da janela. Paula, sabendo que ia morrer, pede ajuda a Laura, sua bisa, que empurra o cara pra fora junto com Paula. Ambos se espatifam no estacionamento do hospital.

Anna passa numa igreja e conta tudo o que aconteceu para o padre, para caso algo acontecesse com ela alguém saberia da zona da máfia e Martinelli. Quando volta pra casa encontra Frank, o seu contato policial a esperando com arma na mão. Diz que vai matá-la, discutem por um tempo, ela descobre que Martinelli tem os filhos dele como refém. É executada ali.

Phil entra numa treta com o cara que ele ia demitir e acaba matando o cara num surto de raiva. Ao ir embora sofre um acidente de carro.

Finalmente, na Shadowlands…

Acordo dentro dum casulo melequento e borrachudo, tento sair e sou ajudado por alguém de fora. Quando saio, pelado, encontro Stu, o cara que foi baleado na minha casa. Ele me explica do lugar e ambos concordamos em trazer a luz para o lugar. Ele diz que passou-se 3 anos desde a morte dele. No meu casulo encontro o baú sagrado que veio comigo pra terra dos mortos. Meu corpo tem várias marcas do dilaceramento, além da marca bizonha no ombro. Lá encontro uns daqueles malucos que cavaram dentro de si, num looping eterno da cena de suas mortes. Stu pega umas roupas deles e eu visto. Vamos até a casa dele lá.

Paula sai do casulo e encontra Laura. paula tem uma espécie de exoesqueleto tosco que lhe dá mobilidade. Laura explica as coisas e ambas vão pra casa de Laura.

Anna sai do casulo e encontra Tim, seu filho de 7 anos. O muleke leva junto mais 3 crianças que ela descobre ser os filhos de Frank, o cara que matou ela. Todos falam comos e fossem um, como uma mente de colméia e dizem que Anna também vai virar uma deles. Eles a levam para uma caverna onde moram seguros.

Phil sai do casulo e encontra o cara que ele matou. Explica as coisas pra ele.