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8º sessão de Scion do Angelo

12/03/2010

8º sessão de Scion do Angelo

Continuando as alucinações, Izel vai falar com mais alguém. Hadinho encontra Artemis, conversam bobagens e ela dá um espelho de prata pra ele. Eu encontro outro cara numa encruzilhada, Kalfu, que me dá um medalhão de proteção. Volto correndo e no caminho vozes tentam me distrair. Nos encontramos na alucinação até chegarmos onde começamos, com a fogueira acesa e ninguém por perto. Avistamos umas pessoas aladas lááá longe. Corro pra cabana do xamã albino e ele tá murcho. Dou um gole do goró de Dambala pra ele mas dá um refluxo e eu tomo uns revertério, mas o cara fica mais sussa. Acorda e diz que os alados levaram todos, inclusive Yue, e que são duma nova fé.

Kalfu - o mano das uncruzilhadas

Lá fora investigamos um pouco mais, temos visões de romanos virando cristãos e escravistas levando africanos e espanhóis arrebentando os astecas. Vemos um símbolo, uma cruz azul. Especulamos o que tá rolando e voltamos pro aeroporto. Tochas iluminam o lugar, ninguém a vista. Encontramos Müller no alto da torre todo arrebentado. Diz que os alados passaram lá e levaram todo mundo, até nossos camaradas. Voltamos pro avião e seguimos viajem com Müller pilotando. Checamos as notícias no resto do mundo e vários desastres rolando, além de nossas identidades serem responsabilizadas por diversos crimes.

Chegamos ao Japão, desviamos de olhares curiosos e acusadores, e seguimos pro Monte Fuji. Como está rolando uma obra bizarra temos que passar pelos guardas e trabalhadores pra entrar no monte. Müller some e se esgueira, eu controlo a mente duns caras pra nos darem os cartões de acesso e entramos de boa. Achamos uma parede estranha, ouvimos uma voz feminina pedindo pra provarmos nossas intenções, provavelmente Amaterasu, mãe de Yue. Hadinho mostra o espelho que ganhou de Artemis e coisas brilham, a parede se abre e entramos na escuridããããõ.

Monte Fuji - Nossa nova portinha

Seguimos sem enxergar nada até chegarmos numa sala. Ouvimos coisas nos rodeando, preparamos pra porrada. Müller atira mas não sabemos o resultado, mas sabemos que ele começa a apanhar. Sem muito o que fazer apelo pro Migué, boto banca e ameaço todos, e muitos sucessos depois os nossos atacantes fogem. Achamos duas shurikens negras, guardo pra pagar Müller depois.

Continuamos e a escuridão começa a pesar, atrapalhando a passagem. Invoco as forças da justiiiiça e dou uma machadada no ar. Faíscas de eletricidade espalham criando um corredor pra passarmos. Corremos até uma parede, então unimos nossos ataques e arrebentamos a mardita. Seguimos até outra sala, ouvimos alguém se gabar e nos ameaçar. O safado até me dá uma rasteira pra mostrar que não podemos com ele. Jogo um xaveco e ele abre a boca dizendo que o Erebus está na sala além da Sala do Temor. Então Hadinho saca o espelhilho de novo e ele briiiilha iluminando a sala. O cidadão que nos ameaçava não curtia muito luz, então aproveitamos pra descer o reio nele. Enquanto isso Müller e Izel esgueiram pra fora da sala. O saco de pancadas até tenta fugir, mas vôo por cima dele e reflito a luz do espelho nele, fazendo-o parar. Eu e Hadinho moemos o cabra. Hadinho pega uma espada que o cara carregava e seguimos pra próxima sala atrás de Izel e Müller.

Artemis - Quase uma Eletropaulo

Na saleta do medinho Müller começa a ter alucinações e fica bem patético e chorandoso. Izel vê umas paradas estranhas também, mas um gigante aparece sabe-lá-de-onde e leva eles dali. Aparentemente é o papai Ymir do Müller. Eu e Hadinho entramos e também vemos coisas. Eu vejo muitas cobras, eles começam a se juntar e ficar maiores. Eu desço machadada nelas. Uma maiorzona fica com a cara de meu papai humano, ainda passo o machado nela deixando a cabeça pendurada e ainda falante. Diz algo sobre eu matar ele, respondo que estou deixando eles seguirem suas vidas humanas e seguindo meu caminho. Dou um beijo nela/nele e sigo em frente. Já Hadinho vê uns espartanos queimando uns filósofos, ele impede alguns e começar a tretar com os espartanos. Bota banca neles e aparece o chefe espartano. Conversam e o espartanão resolve deixar os filósofos presos. Hadinho num consegue roubar a chave e fica lá na porta da prisão dos filósofos.

Raul! Raul! Raul!

Nos encontramos novamente, Izel dá uma cutucada em Müller pela desmunhecada. Chegamos até um buracão. Não vemos o fundo. Müller puxa uns bastões fluorescentes e corda e começa a preparar a descida. Eu desço voando na frente e com o espelho luminoso. A escuridão é densa e engloba a luz do espelho iluminando só um pouquinho. Algo me agarra, é Erebus. Ele tá todo acorrentado, pergunta da chave pra libertá-lo. Puxo o frasco de líquido prata que ganhei no meio do caminho e despejo nas trancas. As correntes se desfazem e o tiozinho fica livre. Subo voando de volta mas um teto de escuridão me impede. O povo vai descendo e chega no bloco escuro. Sentam porrada no troço até abrir um espacinho, conversamos e unimos novamentes nossos golpes pra arrebentar o bagulho. Erebus me protege dos estilhaços e vamos saindo.

Erebus - grande senhor da escuridão e blábláblá

Corremos loucamente, coisas se destruindo, Erebus passa apressado pela gente. Trombamos outro mané das sombras, tacamos luz nele e descemos porrada até virar mingau. Algo bem malévolo começa a nos perseguir. Chegamos até a porta e Müller manda corrermos enquanto ele segura o que tá vindo. Saio voando com Izel e Hadinho e tudo se destrói onde Müller estava. Até checamos se ele ainda tá por lá mas sumiu mesmo. Vamos embora esperando que ele nos encontre depois.

Vamos seguindo pro aeroporto quando percebemos que as pessoas sumiram, tudo deserto. Mais investigações e descobrimos estar numa ilha dos mortos japoneses. Especulamos de como voltar. Vou até uma encruzilhada pra chamar Exu e quem aparece é o Barão Samedi, num carro de luxo bem antigo. Conversamos, peço pra ele dar uma força e levar a gente pra fora, ele topa por um preço. Ofereço uma festa no terreiro de Xangô, ele aceita. Diz que pode levar o resto também se eles pagarem o preço deles. Volto pra falar com eles, Izel topa mas Hadinho prefere ir falar com seu próprio papai Hades. Voltamos pro Samedi, Izel conversa com ele e oferece sacrifício de sangue na festinha do terreiro. Ele topa, entramos no carro e ele nos tira dali. Já Hadinho acha papai e o leva por uma escadaria pra sabe-lá-onde.

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1º sessão de M&M: Gigantes

12/03/2010

1º sessão de M&M: Gigantes

É um campanha estilão D&D só que usando o Mutantes & Malfeitores. NP10. Os Pjs são dum feudo num reino dominado por gigantes de todo tipo. O reino é formado por montes de rochas enormes flutuantes conectadas por correntes enormes. Manda quem pode, obedece quem tem juízo é o lema. Os Pjs são um grupo que sai pelo mundo pra arrumar recursos pro feudo. Estão jogando o Foice como Rabudo, brutamontes casca grossa e com rabo. Leo como Sombra, mago das sooombras. Danizinho como Ternura, um avatar da Vida ou algo assim. E Hugo como Samambaia, um cara meio árvore controlador de plantas. Bem, esses não são os nomes dos pjs mesmo, é que eu num lembro dos reais…

Vamos elevar a escala de destruição, sim?

Começamos com nossos heróis (há!) em paz descansando depois de voltar de uma coleta tranquila. Quando urros e gritos são ouvidos. Todos correm pra ver o que tá pegando e é um bichão duns 30m pisoteando tudo. Parece uma javalizão deformado, e ele tá arrebentando toda a área de estocagem. O povo começa a socar a criatura. Sombra usa magias pra segurar a coisa  e afetar sua mente. Samambaia fica trocando idéia com uma árvore ali do lado e usa suas plantinhas pra atacar o bichão também. Ternura continua dormindo. Rabudo desce a porrada com seu rabo, atraindo até uma certa admiração duns perdidos. Baratas graúdas se espalham vindo do bichão. Depois de derrubarem a criatura ela começa a ressecar como uva passa. Uns manés que se molharam com sangue dela são corroídos, até as plantinhas murcham.

Bacon Atroz

Como nenhum dos líderes do lugar estão por perto Rabudo vai atrás deles. Desce pelo interior da rocha e encontra manés mortos com partes necrosadas. Segue pelos túneis e encontra sopa de guardas no chão, literalmente. Pisando naquela meleca chega até a sala dos chefes, começa a sentir calafrios e sente um toque em seu ombro. Vira-se e não vê ninguém, então Volta lá pra fora.

Sombra e Samambaia fica especulando como aquilo aconteceu, suspeitam de invocações, traições, sabotagem, todas essas coisas felizes. Ternura aparece e relatam pra ele o que rolou. Todos avistam o líder do local chegando com uns guardas e generais. Ele ignora toda a zona e segue pra sala vip junto com uns generais. Outros ficam dando ordens pra aumentar a segurança e limpar tudo. Rabudo o segue pelos túneis enquanto Samambaia espiona via plantinhas. O líder passa por tudo, vários conselheiros e gente de status vem encher o saco mas ele só olha feio e o povo afasta, então ele segue pra salinha vip.

O patrão

O povo analisa os estragos, Samambaia conversa com as plantinhas que relatam aleatoriedades. Rabudo lembra de ter visto um outro grupo trazer uma caixa misteriosa pro estoque. Acham um teco de madeira com uns riscos que Sombra identifica como lances místicos. Vasculham atrás do resto e acham boa parte do que pode ter sido a tal caixa misteriosa com símbolos místicos. Mas são interrompidos por manés aleatórios chamando eles pra se reportarem por chefe pois tem missão pra eles. Samambaia esconde os tecos de madeira no chão e se enterra reuinindo-os depois.

Um general os chama. Cara brutão montado numa tartaruga atroz diz que como os estoque foram comprometidos os grupos precisam sair de novo e trazer mais coisas. Diz pra trazerem carne principalmente. Partem, no caminho vão montando o quebra-cabeças da caixa. Passam pela rocha-guarita no limite do feudo, notam que os guardas são novos, diferentes dos que costumam ficar por lá. Rabudo sente cheiro de sangue nas armas dos caras, Samambaia encontra via plantinhas os corpos enterrados dos caras que costumavam guardar o local. Ternura percebe umas distorções no ambiente e detecta vida escondida. Pressionam os guardas enquanto Ternura desfaz o efeito que esconde a forma de vida misteriosa. Aparece na frente dele um lagartão marrom mal encarado e bufando. Começa a pancadaria.

Talvez um pouco menos drag queen

Samambaia ataca mas não causa nada. O lagartão tenta abocanhar Ternura mas pisa em falso e acaba deslizando pra trás. Rabudo e Sombra arrebentam os guardas com facilidade. O lagartão salta sobre todos quando Sombra deixa tudo escuro. Ternura corre pra se proteger na guarita, Samambaia se enterra, Rabudo fica socando o vento. Uma pedra grande cai em cima do rabo de Rabudo o prendendo por pouco tempo, até ele arrebentar a pedra. Sombra tira a escuridão justo quando o lagartão vai atacar Rabudo, e a luminosidade repentina o faz errar. Mais pancadaria e Ternura consegue possuir o corpo do lagartão. De posse do corpo ele deixa o lagartão ser preso pelas plantas de Samambaia até morrer.

Enquanto avaliam o resultado notam ao longe um povo prestando atenção. Numa rocha flutuante ao longe uns humanóides alados e armados se aglomeram e partem na direção da guarita. Samambaia faz crescer uma árvorezona, Sombra derruba uns com um bloco de sombra. Rabudo atira com as armas da guarita. Os alados vem aos montes, uns param na árvore, outros nas armas, outros na porrada. Ternura possui um deles e fica fingindo. Sombra toma uns ataques mas sobrevive, Samambaia fica usando a árvore pra bater. Até pedalar todos os alados. Os que não caem fogem, Sombra controla um deles pra instigar os outros a voltarem mas eles recusam e fogem. Chega a cavalaria, contam os corpos, um bucado de carne pro povo.

Cada um enfrenta os inimigos que merecem

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1º sessão de CdZ do Tib – Ilha da Rainha da Morte

25/02/2010

1º sessão de Cavaleiros do Zodíaco do Tib – Ilha da Rainha da Morte

Será que tem a fumaça preta maligna nessa ilha também?

Num é a primeira de verdade, afinal tem trocentas sessões já. É a primeira do arco de nossa invasão à Ilha da Rainha da Morte. A cavaleirada de bronze consiste em Lucas de Coroa Austral (Pj do Seiya), Alexandre de Coroa Boreal (Julião), Flora de Lírio (Pri) e Derek de Hidra (Angelo). Vai também o aspirante Medif (Marcelo), discípulo de Aldebaran (eu). De ouro vai Claude de Leão (Magno) e Aldebaran de Touro (eu). É, virei cavaleiro de ouro, altas tretas secretas sabe…

Chamo Medif pra conversar antes da missão. Passo pra ele que a missão dele será carregar um troço e mostro a caixa da armadura de ouro de Libra. Pois na Ilha haverá algumas armadilhas e proteções que pra serem destruídas os cavaleiros deverão empunhar as armas de Libra. Maaaas apenas os cavaleiros podem abrir a caixa e usar as armas, então Medif não poderia. Caso teimasse morria na hora. E até mesmo os cavaleiros que ousassem abrir a caixa deveriam passar pelo crivo da armadura senão podiam morrer também. Apenas os justos, corretos e leais aos ideias de Atena podiam empunhar as armas. Aviso Medif pra ele lembrar que ele é fralda ainda e não aguenta o tranco que os cavaleiros vão levar e se preocupar com a missão dele de guardar a armadura, deixando o combate pros que vão pra lá pra combater. Conversamos mais abobrinhas e Medif vai matar o tempo até a hora de partir.
”]Todos preparados pra partir, colamos no hangar, repassamos a missão. Os cavaleiros de bronze devem limpar o caminho até o chefe da fase pra eu e Claude lutarmos. Conto pra eles do lance da armadura de Libra, explico sobre apenas o cavaleiro certo no momento certo e com a arma certa será bem sucedido. E que não devem ser usadas em batalha. Faço um ritual indígena de guerra, tacando fumaça e pintura neles, pra caso morram que vão em paz. Até o piloto do avião entra na dança e fica todo comovido de ter sido incluído. Vamos subindo no avião, puxo Lucas pra conversar sozinho antes de irmos. Conversamos baboseiras emotivas e subimos.

O avião, ultra mega equipado e pimpado, diferente do pau-véio de sempre, levanta vôo e seguimos rapidão pra Ilha. Medif num aguenta a pressão da velocidade e apaga. Quando estamos chegando o piloto dá a opção de pularmos, ninguém tem nada contra. Pulamos, arrasto Medif que acorda no meio do salto e quase deixa escapar a armadura. Claude pousa primeiro e já abre uma clareira no meio dos milhares de capanguinhas que se acumularam pra nos receber. Os bronzes saem sentando a mão nos capanguinhas enquanto avalio o local. Encontro os pontos onde os inimigos reais estão, onde os bronze usarão as armas de Libra. No centro dos inimigos há um castelo onde está o chefe que viemos pedalar. Um dos inimigos reconheço que está além do nível dos bronze, então eu e Claude teremos de eliminá-lo. Passo pro Claude a situação e abrimos caminho entre os capanguinhas pros bronze chegarem logo até o primeiro inimigo. Depois eu e ele vamos enfrentar o cara fodinha.

Os bronzes avançam e logo encontram o primeiro oponente. Ao lado de um monolito/escultura/totem/pedestal todo malvadão está um cara usando a armadura de Pegasus, só que negra. Começa a treta, tapas pra todo lado, até que Alexandre e Derek descem o braço no cabra, derrotando-o. O cara começa a gritar e cai morto com um olho faltando. Alexandre abre a caixa da armadura e escolhe a espada. ataca o troço malcadão e estraçalha tudo, porém ele fica apagado pelo esforço exigido pela arma. O povo segue até o próximo inimigo.

Acho que esse só apanhou por que tinha Pegasus no nome

Enquanto isso eu e Claude lidamos com o outro cara. Chegamos e reconhecemos um inimigo que vem nos pentelhando há um tempão, o Perseguidor. Notamos dois caras escondidos pra nos emboscar. Claude pega um cara que estava enterrado e o arremessa no perseguidor, que o picota como se fosse nada. Eu golpeio um cara escondido atrás duma árvore, ele toma mas continua de pé, então revida com um chicotinho. Me acerta mas devolvo outro golpe e finalizo o cara. O Perseguidor atira adagas em Claude mas ele esquiva, começam a tretar, o cara usa um golpe maldito que tira o peitoral da armadura de Claude. Mais porradas e Claude dá um mage porradão no cabra, eu pego o resto e enterro o pé no peito do maldito. Ele cai, faz uns brilhos e é sugado pra terra para o enfrentarmos de novo em outra ocasião.

Ele vooolta...

Os bronzes chegam em outro inimigo. Esse usando a armadura de Cisne Negro. Ele atira um gelinho preto que pega Lucas em cheio e o capota deixando várias estacas de gelo cravadas nele. Derek vai pra batalha mas apanha também, Flora taca uma flor nele mas num causa todo o efeito. Medif percebe um momento que o cara baixa a guarda e contra pra Derek. Ele vai pra cima avisando Flora que ataca em conjunto, mas Medif pula na frente e enterra mais a flor de Flora no cara matando ele, mas o ataque do cara vem pra cima de Medif também. Milagrosamente algo pára o monte de energia que Medif tomaria. Surpreso por ainda estar vivo vê caindo no chão a armadura de Corvo, antiga armadura de seu mestre. Antes que ele pudesse fazer qualquer coisa a armadura some. O inimigo cai gritando e com um olho faltando. Flora puxa o escudo de Libra e explode mais um pedestal. Porém ela capota com o esforço e só sobra Medif acordado. Ele esconde os capotados num canto e segue sozinho até o próximo pedestal.

Urubuzão

Medif avança e nota o outro inimigo esperando os cavaleiros. Esse veste a armadura de Dragão Negro. Atrás dele uma barreira de bambus impede a passagem. Medif tenta passar correndo e pulando mas toma um golpão nas costas mas a caixa da armadura segura boa parte do dano. Enquanto isso mais atrás Alexandre acorda, vê seus companheiros caídos e passa seu cosmo pra eles pra acordarem. Todos de pé notam que o aspira Medif sumiu, procuram e o vêem lá longe prestes a tomar um golpe. Correm, puxam Medif pra trás e entram na treta. Pancadaria e talz, até que Alexandre dá um golpe incrivelmente poderoso [laaaargo] que deixa o inimigo estragado, mas logo depois Alexandre cai. Lucas, Flora e Derek vendo Alexandre cair em batalha começam a sentir raiva e ódio, graças as influências malignas da Ilha. Como o cosmo de ódio [o lado negro da força] é bem poderoso eles dão golpes fodas e o dragão negro vira pudim. Medif fica assustado com a sanguinolência demonstrada e todo aquele ódio. Ele põe a mão na maçaneta da caixa e faz menção de abrir. Os outros o questionam e ele diz que ninguém ali é mais digno que ele naquele momento. Dão esporro nele e ele afasta. Derek vai pra caixa pra abrir. Alexandre acorda nesse momento e o impede ao sentir que as coisas estavam meio estranhas. Concordam que Alexandre deve abrir a caixa. Ele puxa o tridente e destrói o pedestal. A arma volta rapidão pra armadura e gruda do lado de Medif. [na traaave]

Essa foi quase hein

Seguem pro próximo inimigo. Esse com a armadura de Andrômeda Negro. As correntes espalhadas pra todo lado. Ele fica se gabando e enchendo a bola do cara que vem depois dele mas ninguém liga. Derek faz um vapor quente por baixo do cara que o surpreende, fazendo-o soltar as corrente por um breve momento, e nesse momento ele perdeu o controle da corrente. O povo corre pra bater mas fica preso nas correntes. Depois de muita treta Flora consegue tirá-los. Juntam seus ataques mandando a flor de Flora envolta na água de Derek. O cara toma a flor e perde o controle das correntes momentâneamente, então Lucas aproveita e finaliza o cara com seu golpe. Mais um olho que some quando o cara morre. Lucas puxa a tonfa da armadura de Libra e arrebenta o pedestal.

Seria melhor se fosse uma mina sado-masô

Continuam e encontram o Fênix Negro. Ele está com quatro olhos nas mãos, que foram enviados pelos quatro manés pedalados antes. Ele fala com os cavaleiros já lá de longe tentando botar uma moral pois já viu tudo que são capazes, mas os cavaleiros mandam ele conversar com a mão deles. Juntam seus ataques, mandando a flor mais pirocuda de Flora misturada com água de Derek e cosmo emprestado de Alexandre e deixando o cara desnorteado com o poder de Lucas. O cara se surpreende e toma tudo. É engolido pela planta e cai morto. Uma luz puxa ele e o tira do combate. [outro que vai aparecer de novo e de novo e denovo…] Discutem sobre quem vai quebrar o pedestal. Resolvem que será Derek, ele puxa a barra tripla por terem agido em conjunto e todo esse lance de união. Destroem o pedestal só que dessa vez a arma não volta sozinha, Derek a coloca de volta. A armadura fica entre todos eles e depois volta pra junto de Medif. Partem pro próximo pedestal que já tá sem seu guardião, o Perseguidor

Esse virou caldo de galinha

Enquanto isso, nós preguiçosos de ouro, estudamos a parada toda. Claude pode ver magia, então vê que tem um lemuriano safado lá no castelo esperando a gente, e um maguinho invocando algo na base do castelo. Noto que a barreira que nos impede oscila cada vez que um pedestal é destruído. Não podemos discutir nossos planos direito pois estamos sendo vigiados. Então sinto meu poder completo novamente, e depois a presença de Sati, minha noiva. [ela tava meio sumida, sabe…] Ela diz que o cara é fodão em troços mentais e que vai dar uma mão pra bloquear a espionagem dele. Mas com a foooorça do amoooor nós criamos uma barreira pra bloqueá-lo, pelo menos temporariamente. Mas até agora era só um passeio no parque né? O maguinho sem vergonha termina a invocação. Meteoros começam a cair na Ilha. Meteoros! Você também consegue falar “FODEU” na velocidade da luz?

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6º sessão de Star Wars do Angelo

25/02/2010

6º sessão de Star Wars do Angelo

Sem Deiji dessa vez. Mas o Seiya conseguiu jogar a mesa toda!

Saímos daquele planetinha escroto e fomos pra Dantooine se livrar da pilhagem. Enquanto os Jedis continuavam com suas besteiras filosóficas eu fui atrás de lucro. Elel e Leon [parece dupla sertaneja] arrumarem briga com lagartos no meio do nada enquanto meditavam, os mestres foram lá salvá-los. Já eu descolei compradores e tudo estava indo muito bem…

Maaaaas em Korriban, o Miraluka (PJ do Seiya) consegue roubar uma nave e foge do planeta. Vai seguindo a Força e vai parar onde? Em Dantooine, claro. E naquele planeta enorme a porcaria da nave dele tem problemas na reentrada e cai em cima da nossa nave! Bem no motor! Que mira.. Horas de trampo pra consertar a nave e partimos pra outro planeta já que a nave do Miraluka podia estar sendo rastreada. Vamos dessa vez pra Taris, ótimo lugar prum meliante prosperar.

Vamos tentar não ter que fugir desse planeta também

Em Taris eu vou atrás de desovar a pilhagem, mas antes aviso os mandalorianos que ainda vamos cumprir o contrato e que não precisam mandar alguém nos matar. Elel recebe a missão de ir num templo buscar sei-lá-o-quê junto com o padawan estressado. E Leon e Miraluka vão atrás de um holocrom com um mercador.

Elel sente presenças de Força em alguns lugares. O padawan vai atrás de uma e Elel corre pra encontrá-lo. No meio do caminho percebe que o padawan já arrumou treta e dá passando o sabre geral. Ela continua até ver que o padawan tá brigando com um cara meio robótico. Se esconde e deixa a treta rolar, e depois que o cara pedalou o padawan ela diz que só quer conversar e o robótico sossega.

Um grandioso adversário

Leon e Miraluka vão atrás de mercadores, saem perguntando pro planeta todo mas não acham nada. Sentem o holocrom via Força num prédio qualquer. Vão até lá e cada passo que dão o local vai ficando mais hostil, gangues e malacos fechando neles até o prédio. Na recepção, uma porta num beco, um maloqueiro pede a senha. Sem senha tentam negociar e dialogar mas o cara nem liga. Logo atacam os dois, tranquilizantes que os deixam grogues. Eles apelam pra forcices. Leon fatia a arma que o cara põe pela fresta da porta enquanto o Miraluka entorta a porta. Vão entrando e já botam o pânico no maloqueiro, vão seguindo pelo cassino luxuoso que invadiram.

Depois da desova e eu Deiji seguimos pra Flashpoint cumprir o contrato. No caminho somos atacados por naves de patrulha. Passamos uns códigos inofensivos pra eles e nos escoltam pra fora do sistema. Então ficamos um tempo hackeando atrás de um código pra passar de boa pelo sistema até Flashpoint, achamos um código antigo que vai servir.

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8º sessão de Exalted do Seiya

25/02/2010

8º sessão de Exalted do Seiya

Depois de sair da base autoctonian que foi apagada de nossas memórias eu fui resolver aquele probleminha com a feiticeira destatuada, enquanto isso o resto do povo vai atrás de jade.

Chego na cabaninha da tia e ela tá passando mal, precisa ser tatuada logo. Explico pra ela sobre as castas e ela não escolhe nenhuma. Fico analisando-a pra ver em qual casta alocá-la quando aparece Luna pra falar comigo. [num sei até que ponto isso é normal nesse jogo]. Ela fala que só não escolheria a casta dos porradeiros pra tia. Fala mais abobrinhas e vai embora. Eu enrolo e resolvo tatuar a casta dos Changing Moon pois ela disse que se daria ao máximo em qualquer que fosse a missão dela.

Luna - a Patroa

Assim que termino e tudo se assenta o macho dela é arremessado pra dentro da cabana com uma bela flechada no peito. Avisto dois Dragonblooded e mais uns escravos lá fora. Pego a tia e o flechado, fico na forma grandona e salto dali protegendo-os enquanto a cabana é esfacelada por vários chakrans [aquele donuts da Xena] arremessados pelos dragõezinhos. Assim que aterrisso e ponho os dois no chão já dou tapões nas árvores ali pra que elas girem pela área pegando tudo no caminho. Um delas explode os escravinhos, mas a mina Dragonblooded pula e corre pra me enfrentar. O outro cara segura a árvora no peito como se fosse nada. A mina taca os montes de chakrans mas eles ficam todos no meu pêlo. Digo que vou deixá-la em tantos pedaços quanto chakrans que ela jogou. Corro pra ela dando um rugidão que a manda longe mas o cara a segura. Continuo correndo e agarro os dois, enfio minha tromba pela boca da mina e arranco o coração dela.

Faço cara de psicopata pro cara que sobrou enquanto como o coração da mina. O cara me dá murros mas pára no meu couro. Porém os golpes dele tem uns efeitos bizarros que fazem meus pêlos caírem onde ele acerta. [Imagino que esse troço me machucaria bastante se eu tivesse falhado na resistência] Esmurro o cara mas ele aguenta, então arremesso ele pra cima. Noto que quando tiro ele do contato com o chão ele deixa de ter toda aquela força. Ele desce no chutão enquanto eu subo no gancho. Neutralizamos um ao outro, eu corro e vou a esmurrá-lo até que ele pedala. Descubro com ele um pergaminho que tem cara de ordem de caça. Vou procurar o casal feliz e os encontro numa moitinha fazendo coisas. O cara diz que tavam caçando ele mas agora já podem se cuidar.Pra agredecer a tia me dá um medalhão que aumenta minha proteção contra Wyld. Largo eles no pé da montanha e vou encontrar o povo.

SDS, Lirien e DoL vão voando até uma área que está estranhamente fria demais. Sentem o distúrbio da Wyld e depois uma presença Wyld bem forte por lá. Investigam um pouco e resolvem deixar pra lá. Os encontro no caminho. Conversamos, digo que tenho que ir socar o bicho da Wyld que tá aterrorizando aquela região que passamos meses atrás [se bem que já deve ter morrido todo mundo né…] e chamo eles pra me acompanharem. SDS num quer ir de jeito nenhum, Lirien num tá muito afim, DoL ensina pra elas umas técnicas de combate. Vamos até outra base autoctonian, DoL descola armas e video-aulas pras minas. Lirien decide nos acompanhar enquanto SDS fica numa cidade grande feliz.

Na cidade SDS fica passeando pra descobrir o que tá rolando por lá e encontra uma jaula com uns dragonblooded presos que ela conhece. Todos bem estrupiados, faz amizade com uma mina que oferece uma boa grana pra SDS ajudá-la a fugir dali e matar um dos dragonblooded banana que tá jaula. SDS topa e vai atrás de como soltá-la.

Já nós vamos praquele pedacinho de Wyld socar quem quer que estivesse lá. Vamos andando e minhas tatuagem me protegem dos efeitos, mas DoL e Lirien ainda tomam e tem suas percepções distorcidas. DoL pára pra fazer magia, mas ele vai ficar parado um tempão, então sigo sozinho enquanto Lirien protege DoL (!). Sigo até onde a presença é mais forte e escuto musiquinhas de elevador. Procuro o cabra e o acho escondido numa árvore. Vou pra cima mas o erro. Ele usa a flautinha dele como zarabatana e me acerta uns dardos que me machucam bastante mas regenero rapidão. É, devia ter me preparado melhor pra essa treta. Aciono meu warstrider, o robozão que descolei um tempão atrás (lembra?). Enquanto Lirien tem que se virar com bichos bizonhos da Wyld que vão aporrinhar DoL.

Próxima sessão: espancando fadinhas frígidas

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7º sessão de Scion do Angelo

25/02/2010

7º sessão de Scion do Angelo

Na casa de Izel nós discutimos sobre como prosseguir. Estamos desaparecidos há dois dias, checo minha situação na internet e vejo uma cópia minha fazendo discurso num país africano. Powell e Condoliza também tão por lá. Aparentemente os vilões substituíram a gente pra seus propósitos excusos. Sven vai ao banheiro e logo escutamos um tiro abafado. Corremos e Sven tá caído com um tiro no meio dos olhos. Procuro o atirador mas não acho. Yue dá uma olhadinha e deduz onde o cara pode estar. Corre pra lá junto com Hadinho. Eu pego um fio de cabelo dela pra usar meu poder de ver através dos olhos dela. Eles correm até um predinho ali perto e vão subindo. Chegam num apartamento e já arrebentam a porta. São recebidos a bala mas não são acertados. Vendo onde eles estão eu saio voando rapidão e entro pela janela de surpresa descendo o machado no atirador enquanto Yue e ele brincavam. O cara fica partido em dois. Fuçamos e só encontramos tralhas de atirador. Percebemos que aos pouquinhos ele está se regenerando, um Scion. Levamos ele e as tralhas pra casa de Izel pra ela checar as entranhas do cara.

Depois ninguém sabe por que eu fico paranóico

Amarramos o cabra na mesa todo arreganhado. Izel põe uma forma de bolo no tórax do cara pra evitar que o ele termine de regenerar. Vou arrumar nossa viajem pro oriente enquanto os sádicos ficam torturando o regenerante. Faço um sermão pra eles pararem de maltratar o coitado. Com nossa viajem agendada vamos interrogar o tal. Deixamos ele regenerar até poder falar. Vamos conversando, o cara diz que foi contratado pra matar a gente mas não sabe por quem ou por que. Sabe que somos Scion e que estaríamos ali naquele dia. Izel pega o escalpo que tinha no freezer pra assustar o cara mas ele nem liga. Estoura as amarras e senta tranquilo pra conversar civilizadamente. Se apresenta como Müller e como ele falhou na missão dele logo virão atrás dele, então resolvemos contratar ele pra nos ajudar a libertar o Erebus do mundo das sombras. Ele cobra três itens mágicos. Faço o contrato com ele. Ele diz ser filho de Ymir, um “titã” nórdico. Johan fica meio cabreiro mas convencemos ele a deixar de frescura. Sven se recupera do tiro sem problemas devido seu poder.

Ymir - Papai do Müller

Umas horinhas depois vamos pro aeroporto e pegamos nosso jatinho particular. Viajem tranquila até uma parada na Oceania. Na cabine noto que os pilotos estão paralisados. Vamos saindo bem paranóicos, tudo apagado. O carinha que colocava gasolina também está caído e a bomba ligada. Desligamos e seguimos eu e Hadinho até a torre de comando. Izel fica no avião fuçando atrás de coisas, acha um botijãozinho com canos conectados, além dum dispositivo com cara de bomba. Chama Müller que começa a desativar as coisas. Na torre de comando vemos todos caídos e nenhum equipamento funcionando. Notamos que a cidade toda tá apagada.

Voltamos pro avião o povo começa a ouvir sons de batuques ao longe. Eu e Yue vamos checar os batuques voando enquanto o povo tenta salvar a vida dos pilotos. Muitos choques e sopradas depois e os pilotos ficam melhor. Eu e Yue sobrevoamos uma área onde há pessoas dançando ao redor duma fogueira. Descemos na caruda e tudo pára. Todos nos observam, eu pergunto pelo líder deles. Demonstro que não sou hostil e a festinha aborígene começa a voltar ao normal. Duma cabaninha xumbrega sai um negão albino cheio de badulaques. Ele diz que nós trouxemos a escuridão, eu digo que não. Ele puxa um pó da pochete e sopra na minha cara, me apagando. Antes de cair só vejo os pés de Yue se movendo pra atacar. Izel e Hadinho chegam lá na festinha depois e vêem um monte de gente morta e Yue pendurada toda arrebentada. Os aborígenes impedem a passagem deles até que o albino aparece e taca pózinho neles também.

Hora da viaaaaje...

Acordo e a fogueira brilha azulado. Estou vestido roupas africanas, machadão e escudão. Sem pessoas por perto, vou até a cabana atrás do albino. Ele tá sentado chacoalhando búzios. Ele joga os búzios e me diz que tem algum safado comigo que vai me trair. Diz mais abobrinhas e que eu tenho que caçar alguma coisa lá fora. Saio correndo pelo mato gritando loucamente. Izel acorda e a fogueira brilha verde (eu acho). O albino chama ela pra cabana e joga os búzios dela. Fala abobrinha e manda ela pra cidade. Hadinho mesmo esquema só manda ele pra montanha.

Izel vai pra cidade, tudo intacto e vazio. A delegacia chama sua atenção, ela entra e tem um policial. Ele diz que tem que pegar a explicação dela sobre o lance de ir salvar um titã. Falam mais abobrinhas e o cenário muda pra algo mais macabro e o policial se revela um dos deuses do panteão Asteca, o da morte. Falam sobre sacrifício e outras bobagens que num prestei atenção.

Mictlantecuhtli - o deus da muerte

Hadinho vai até a montanha e começa a subir até uma forja onde encontra Hefesto. Conversam e Hefesto dá um marretão pra Hadinho levar montanha acima. Segundo ele pra quebrar as correntes que prendem o Erebus. Hadinho segue e Hermes aparece. Dá um cinto pra Hadinho carregar o marretão de boa. Segue até encontrar Hades onde começam a fofocar também.

Hefesto - o forjador

Eu sigo pelo mato até sair numa savana africana. Leões impedem meu caminho, tentam me afugentar, me atacam mas eu não recuo e assusto eles. Continuo até que um cara de cartola aparece, Barão Samedi. Conversamos sobre eu ficar mais forte e ter força de vontade. Deixo-o pra trás e sigo até uma encruzilhada. Mando Exu aparecer logo. Ele aparece todo caipirão e me oferece um cigarro de palha. Eu sopro a fumaça do cigarro nos caminhos da encruzilhada e um deles fica mais nítido. Sigo por ele até uma fazenda. Lá mulheres gostosonas me recebem e pedem preu parar pra descansar, eu ignoro e sigo pra casa da fazenda. Um tiozinho me recebe, é Damballa, o pai dos deuses Uloa. Enquanto conversamos aparece uma mulher incrivelmente gostosa e atrai toda atenção pra ela. É a esposa dele, Erzulie. Ela toca meu escudo e diz preu não esquecê-lo. Depois que ela sai eu me desculpo mas o cara entende. Me oferece pinga e ficamos bebendo. Ele me dá um frasquinho de bolso de pinga, diz que vai me ajudar quando eu me ferir. Largo ele lá e sigo meu caminho pra próxima sessão.

Barão Samedi

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3º sessão de Changeling do Felipe

25/02/2010

3º sessão de Changeling do Felipe

Schubert vai procurar seu papai no manicômio e acorda num quarto pequeno e simples. Uma enfermeira o chama pra sessão com o Dr. Ravenshaw. Ele vai seguindo pra entender o que tá pegando. Chega num escritório parrudo, todos nós sentados em círculo e o tal Ravenshaw, que seria o Rei do Outono, sentado na poltrona melhor. Detalhe que víamos uns aos outros em nossas formas humanas, sem nossos apetrechos feéricos.


Começamos como uma sessão de terapia em grupo, o Ravenshaw fica fazendo perguntas escrotas enquanto nós surtamos tentando entender o que tá pegando. Ele começa a explicar que somos vítimas de traumas e abusos e blablabla até que eu parto pra cima dele com um peso pra papel da mesa dele. Erro a cabeça dele e tem início a zona. Corro pra porta e arrasto o sofá pra bloqueá-la, Devi ajuda, Esquilinho vai pra cima do Ravenshaw mas Schubert a impede, Canarinho se esconde debaixo da mesa. Ravenshaw aperta o botão de emergência e os guarda/enfermeiros correm pra sala e começam a forçar a porta. Abrem até fácil e um tenta me acertar mas se embanana todo e consigo puxá-lo e fazer de refém. Discussões diversas, ameaço matar o cabra mas ele vem com uma seringa, empurro-o em cima dos outros guardas e passo por cima dele. Devi começa a levar borrachada até ser imobilizado. Corro até o portão do setor mas não consigo abrir. Os guardas batem como uma onda e me apagam.

Todos são despachados pra seus quartos. Canarinho e Julie ficam no mesmo e conversam pra entender o que rolou. Os insurgentes são apagados. No dia seguinte somos colocados na área de recreação, vários maluquinhos no lugar. Devi e Esquilinho bem dopados pra não causarem mais confusão. Já eu venho de cadeira de rodas e babando depois de uma pequena cirurgia na cabeça… Ficamos interagindo com os outros pacientes e tentando fazer algo mas num conseguimos muito. Somos voltados aos nossos quartos.

Esquilinho fica com uma maluquinha que fica lhe pentelhando sobre um maldito Arenque Vermelho. Schubert fica com um maluquinho paranóico que tenta arrancar a cara de Schubert com uma lâmina pra ver a verdadeira face dele. Os enfermeiros levam esse maluco e o devolvem babando. Ficamos tentando sair mas continuamos sem saída. No dia seguinte vamos pra mais uma sessão de terapia com Ravenshaw. Ele conta sobre nossos raptos e coisas que sofremos e nossas alucinações, explica tudinho pra nos convencer que somos malucos. A sessão termina sem mortes e voltamos pros quartos.

Durante a noite todos tem pesadelos fodas. Schubert vê algo sombrio e tentaculóide entrando em seu quarto, o troço tenta pegar o maluquinho que está com ele mas Schubert impede, então os tentáculos pentelham Schubert até conseguir levar o maluquinho, que nunca mais será visto. No dia seguinte somos levados pra área de recreação, conversamos pra juntar nos informações e especulamos sobre o que tá rolando. Aparentemente o tal Ravenshaw seria uma Fraude, uma cópia dos changelings que as fadas deixam no mundo quando raptam alguém. Ele estaria trabalhando prum tal Lord do Pavor e o sanatório serviria pra coletar medo e abrir um portal pra arcádia pro Pavorento se esbaldar.

O Lord do Pavor

Na próxima sessão de terapia vamos determinados a acabar com tudo. No meio do papo pulamos em cima do Ravenshaw e a treta começa. Eu consigo usar meu poderzinho de mudar de cara e assumo a aparência dele. O resto faz montinho nele, mas são uns ineptos na arte da violência. Ravenshaw tenta dialogar mas percebe que não vai adiantar, então diz que perdemos nossa oportunidade e vira um bichão tentaculóide maligno, e nesse momento voltamos a nossa forma feérica. Ele agarra Schubert e começa a estrangulá-lo, ajudo ele a escapar, Devi atira com seu arco, mó zona. Canarinho corre pra fora e encolhe no corredor, Julie corre também e finge que desmaia pra ser levada pelos enfermeiros. Mais pancadaria tentaculóide e o bichão começa a sentir as flechadas e ventinhos gelados de Devi. Resolve fugir virando um monte de folhas secas mas Devi o prende num vento que continua a machucá-lo. Ele volta a sua forma humana, eu aproveito e o estrangulo com a cadeira.

Não entendo essa fixação de criaturas malignas por tentáculos

Começa a fuçância pelo escritório, achamos nossas fichas e outras bobagens psiquiátricas. Schubert acha a ficha do pai dele, descobre que seu pai matou a réplica de Schubert e o resto da família e foi trancado por lá mas sumiu. Os guarda vem ver o que tá acontecendo na sala mas com a cara do Ravenshaw dispenso ele e mando levar Canarinho e Julie pros quartos delas. Embalamos o corpo ensanguentado de Ravenshaw, pegamos o celular dele. Acho o fone do cachorrão da corte do Verão, ligo e conto a zica toda, ele diz que vai mandar alguém. Diz pra acionar o agente dele que tá no sanatório, um negão enorme e catatônico vimos por lá. Diz pra passar a senha pra ele, “É hora da erupção”.

Começamos nossa fuga. Mando os guardas colocarem os pacientes numa van que vamos fazer um passeio terapêutico. Trancamos a sala e vou até o negão catatõnico. Passo pra ele a frase do Cachorrão, ele levanta e se mostra um ser de pedra com veios de lava e começa a pedalar os guardas. Então pega o bebedor e arrebenta a janela, pula e sai correndo, deixando todos guardas malucos e correndo loucamente atrás dos outros pacientes que também despirocaram. Nós saímos de van enquanto o local vai abaixo. Até levamos a maluquinho do arenque vermelho. Por fim contamos tudo que sabemos e nos preparamos pra deixar a cidade logo.